Capítulo Dez

No documento Sergei. Sinopse. Her Russian Protector-05 Roxie Rivera (páginas 141-160)

Com as pernas pesadas e cansadas, Sergei deslizou para fora de seu SUV e esticou os braços lá no alto. Ele fez uma careta para o ligeiro puxão em suas costas e silenciosamente admitiu que talvez o seu treinador Paco estivesse certo sobre suspender as atividades no quarto até após o torneio. Não que ele fosse ouvir, é claro. Até que Ivan retornasse de sua lua de mel e colocasse um freio no pau de Sergei antes das lutas, ele tinha toda a intenção de aproveitar cada minuto que tivesse com Bianca.

Ele pegou as sacolas da boutique cheias de lingerie sexys e a mala de viagem que tinha embalado antes de trancar seu SUV. Depois de verificar o portão, ele começou a andar até a casa, com seus tênis esmagando o tijolo da calçada. Quando ele tinha entrado na rua de Bianca, Sergei tinha dispensado os dois caras que ele havia contratado para protege-la. Ele não tinha ouvido um pio deles durante todo o dia, o que ele tinha assumido que tudo tinha ido bem.

É claro que, quando ele entrou na cozinha e ouviu Bianca batendo gavetas, Sergei pensou duas vezes sobre essa suposição.

Ficando fora de sua vista, Sergei estudou Bianca. Com seu cabelo em um coque bagunçado, ela usava um short de algodão pequeno e uma camiseta folgada. Era a primeira vez em que ele a via usando um look tão casual. Ela era deslumbrante em seus vestidos, que abraçavam suas curvas e em suas camisolas femininas, mas havia algo estranhamente sedutor sobre esse quase amarrotado lado dela.

Quando ela se abaixou para pegar uma colher que tinha caído, Sergei teve que morder um gemido. Aquele short apertado desceu na parte de trás o suficiente para que ele desse uma espiada na sua parte inferior. Ele decidiu que esta noite ia tê-la exatamente assim, inclinada com essa bunda doce pressionada contra suas coxas enquanto ele a fodia forte e duro.

Ignorando a ereção pressionando a frente de sua bermuda, Sergei entrou na cozinha e imediatamente chamou sua atenção. Franzindo a testa para ele, ela disse:

—Ah, você está aqui.

Surpreendido pela sua saudação fria, ele não se aproximou.

Obviamente, ele tinha perdido algo enorme.

—O que está errado?

—Essa é uma boa pergunta, Sergei.

Ela jogou a colher que tinha deixado cair na pia, onde aterrissou com um barulho alto e pegou uma limpa da gaveta. Sem poupar outro olhar para ele, ela abriu o freezer e pegou um litro de sorvete.

Com o peito apertado e o corpo tenso, Sergei largou a mala e as sacolas de lingerie. Ele cruzou o espaço entre eles e tirou o sorvete e a colher de suas mãos, colocando-os no balcão de granito. Colocando as mãos sobre seus ombros, ele olhou para baixo e perguntou simplesmente:

— O que eu fiz para te machucar?

Ela agarrou a frente de sua camisa e olhou para ele com uma expressão ferida, expressão que cortou seu coração.

—Por que você não me disse que estavam me seguindo? Por que você não me disse sobre os problemas que você está tendo com os Night Wolves?

Sua pergunta o chocou.

—Como você...?

—Eric Santos. —Ela o interrompeu. —O detetive primo da Vivi, você conhece?

—Sim, eu conheço o detetive Santos.

Memórias do armazém e do homem que Nikolai e Kostya haviam interrogado para obter informações sobre o desaparecimento de Vivian passou diante dele. Essa foi a única vez em que ele tinha visto o detetive cruzar a linha.

—Eric achou que eu precisava saber que Adam Blake tinha sido atingido dentro do pátio da prisão e que sua facção criminosa racista pode pensar que eu sou a única que pagaria por essa tentativa de golpe.

—O quê? — O grito indignado de Sergei a fez pular para trás. Com sentimento de culpa, ele acariciou o braço dela. —Eu sinto muito. Eu não queria assustá-la.

Ela ignorou sua explosão e enfiou a colher no seu peito.

—Você deveria ter me dito que estava tendo problemas com os racistas lunáticos! Eu tive que ir na internet para descobrir sobre a dançarina que foi morta. Você não acha que eu precisava saber sobre isso?

—Eu disse a você que não ia envolvê-la nessa parte da minha vida, Bianca. Eu não acho que você precisava saber dos detalhes horríveis da morte da mulher. —Com a mão no peito, ele jurou: — Eu não sabia sobre o ataque a Adam Blake. Eu só sabia que os Night Wolves estavam vindo atrás de nós como retaliação, eu estava preocupado com você. Eu coloquei dois homens te vigiando por excesso de cautela.

—Sim, bem, eles precisam praticar suas abordagens furtivas. Eu notei que estava sendo seguida por dois veículos diferentes hoje. Um caminhão e um carro. —Ela esclareceu. —Quando saí da casa de Vivi hoje à noite, vi um carro parado do outro lado da rua e fui investigar.

Foi quando Eric saiu do carro e decidiu me encher com toda esta loucura.

—Você fez o quê? — Indignado por ela ter colocado em risco sua vida, ele segurou seu rosto. —Nunca mais faça algo assim novamente!

Você me entendeu? E se não tivesse sido o detetive? E se tivesse sido um desses idiotas racistas com uma arma visando seu peito?

—Bem, eu não sabia que deveria estar atenta a eles, sabia? —Ela jogou de volta para ele e bateu no seu peito com a colher. —Eu pensei que devia estar atenta ao ladrão perseguidor e assustador.

—Mesmo que fosse o seu perseguidor, você não deveria ter tentado confrontá-lo, Bianca. Não era seguro.

—Nikolai estava bem atrás de mim. Ele não deixaria nada acontecer a mim.

—Por mais que eu quisesse que Nikolai fosse infalível, ele não é.

Você parece estar se esquecendo de que eu estava lá na noite em que Nikolai e Vivian foram atacados. Mesmo com uma arma para se

defender e todos seus guarda costas nas proximidades, Nikolai ainda perdeu Vivian. Eu tive que assistir esses monstros tirarem Vivian e a jogarem em um SUV, sabendo que não havia nada que pudesse fazer para ajudá-la.

Ela deve ter ouvido a culpa em sua voz, porque sua raiva pareceu diminuir. Ela arrastou a ponta dos dedos suaves ao longo de sua mandíbula. Buscando seu calor e conforto, ele baixou o rosto e esfregou sua bochecha.

—Isso não foi culpa sua, Sergei.

—Ele confiou em mim para protegê-lo e para proteger Vivian. Eu falhei com eles naquela noite. Eu não vou falhar novamente. —Ele colocou os dedos em seu cabelo espesso e preto, inclinou a cabeça para trás o suficiente para provocar a boca na dela. —Eu não vou permitir que você seja prejudicada. Custe o que custar, Bianca, vou mantê-la a salvo.

Ela se derreteu nele e permitiu que ele tivesse o beijo que ele tanto queria. Quando terminaram, ela bateu no seu peito e suspirou.

—Eu acho que nós precisamos conversar.

As palavras colocaram medo em seu coração. Era isso? Era este o momento em que ele estava temendo? A experiência de hoje tinha a ajudado a lembrar de todos os motivos que ela tinha para não ter nada a ver com ele? Uma bola invisível formou em sua garganta e ameaçou sufocá-lo. Ele tentou engolir, mas não conseguiu. Com a boca seca e coração acelerado, ele decidiu ser corajoso e levar logo o soco na porra do queixo.

—Não, Bianca. Se é isso, se você está pronta para romper comigo, apenas o faça. Não tente poupar meus sentimentos.

Ela não disse nada no começo. Ela simplesmente olhou para ele com uma estranha expressão em seu rosto.

—Romper com você é provavelmente o mais inteligente a se fazer, mais seguro para eu fazer.

Seu estômago doeu e ele cerrou os dentes. Ela foi direta. Ele não podia discutir com ela sobre isso.

—Mas eu não vou fazer isso.

Seus batimentos cardíacos aceleraram quando essas palavras o acertaram. Finalmente ele foi capaz de engolir, e limpou a garganta.

—Não?

—Não. — Ela sorriu para ele e bateu no seu peito com a colher novamente.

—Vamos tomar sorvete e conversar.

—Eu não posso. — Por causa de sua carranca, ele apressadamente explicou: — Eu não posso tomar sorvete. Tenho que comer o mais saudável possível até as lutas.

—Lutas?

Balançando a cabeça, ele pegou o pote de sorvete de baunilha em uma mão e agarrou seus dedos na outra.

—Você disse que precisamos conversar, então vamos conversar.

Ele a levou até a mesa de madeira e deu um tapinha na superfície.

—Sente aqui.

Ela lançou um olhar de consternação.

—Sergei, nós não vamos fazer isso agora.

Ele bufou com diversão e golpeou seu traseiro.

—Isso não é o que eu quero agora. Mais tarde? Faremos o que eu quiser.

—Tudo o que você quiser, não é?— Ela franziu os lábios com irritação, mas não havia como ela esconder o vislumbre de emoção em seus olhos.

Certo de que ela gostava de ser mandada por ele, ele apontou para a mesa.

—Sente-se. Agora.

Depois de sua ordem, ela mexeu sua bunda gorda e deslizou para a mesa. Ele arrastou uma cadeira e a colocou na frente dela. Seus pés delicados, com as unhas pintadas no mais brilhante tom de laranja, repousavam sobre suas coxas. Ele tirou a tampa do pote de sorvete de

baunilha e pegou a colher de sua mão. O delicioso aroma o tentou, mas ele planejava comer algo ainda mais saboroso mais tarde.

Mergulhando a colher no cremoso sorvete de baunilha, ele reuniu uma pequena quantidade e levantou para sua boca.

—Abra.

Uma de suas delicadas sobrancelhas se levantou com surpresa.

—Você realmente vai me alimentar?

—Sim, eu vou realmente.

Ela riu e se inclinou para pegar a colherada que ele oferecia.

Depois que ela engoliu, ela lambeu os lábios, aparentemente inconsciente da imagem tentadora que ela estimulou com a simples ação.

—Você é cheio de surpresas, não é?

Ele deu de ombros e passou a colher em todo o sorvete novamente.

— O que posso dizer? Eu sou um homem complicado.

—Sim você é.

Ele a alimentou com outra colherada antes de exalar com resignação.

—Quase seis anos atrás, meu irmão mais velho, Vitali, se envolveu com um pessoal corrupto do governo. Ele sempre teve grandes sonhos, sabe? Dinheiro, sucesso, poder, queria tudo, mas ele não queria trabalhar por isso. Então ele pegou o caminho mais fácil e terminou trabalhando como um intermediário entre uma gangue de mafiosos e alguns funcionários do governo que queriam limpar dinheiro sujo.

—Hum... Sua gangue de mafiosos? — Ela perguntou em voz baixa.

—Não. — Foi a primeira vez em que ele tinha abertamente confirmado para ela seus laços com a máfia. Não que ela não soubesse desde sempre, claro. —Uma equipe rival que conhecia algumas pessoas do nosso governo russo que eram consideradas terroristas.

—Jesus! —Ela sussurrou. —Isso soa perigoso.

—Era. — Balançando a cabeça, ele levou outra colherada de sorvete para os lábios carnudos. —Vitya... —Ele usou o apelido de seu irmão. —...Foi longe demais. Depois de uma situação com reféns que correu mal, o governo rachou e os funcionários que ele havia ajudado a lavar dinheiro foram apanhados em um arrastão.

—Oh, não.

—A gangue decidiu que ele era uma ponta solta que precisava ser amarrada, então eles foram até seu apartamento para lidarem com o problema, mas ele não estava lá.

Seu olhar preocupado o atingiu.

—Quem estava?

—Sua esposa e meus dois sobrinhos.

Ela colocou a mão na boca.

—Não.

Ao ouvir a palavra abafada, ele assentiu e rangeu os dentes.

Tentando segurar os sentimentos dolorosos que ameaçavam trazer lágrimas aos seus olhos, ele asperamente pigarreou e continuou com a história.

—Eu tive que identificar o que foi deixado deles. Foi...

Ela apertou sua mão e entrelaçou seus dedos. Inclinando para frente, ela beijou sua testa.

—Baby, pare. Você não tem que fazer isso com você mesmo.

Foi a primeira em vez que ela utilizou um apelido carinhoso com ele. De alguma forma, a doçura aliviou a dor dentro dele.

—Eu preciso te dizer tudo. Agora mesmo. Esta noite. Vamos começar e terminar com isso.

—Tudo bem. — Bianca o beijou, tocando seus lábios nos dele com pouca pressão. Ela acariciou a parte de trás de seu pescoço e, em seguida, sentou para deixa-lo terminar sua história.

Ele colocou outra colherada do creme em sua boca.

—Antes que eu pudesse alcançar o meu irmão mais novo Vladimir e minha mãe, eles já os tinham levado. Vitya tinha ido se esconder como um covarde. Eu não sabia o que fazer, então chamei o único homem que poderia me ajudar.

—Nikolai?

—Sim. — Ele ofereceu um pouco mais sorvete, mas ela balançou a cabeça. Depois de colocar a tampa de volta na embalagem de sorvete, ele explicou: — Nikolai e Ivan tinham sido um desafio em minha vida.

Eles tinham vivido em nossa vizinhança. Mantiveram as coisas calmas e seguras. Quando saíram para Houston, o grande chefe Maksim se certificou de que as coisas ficassem assim.

—Então você não foi sempre parte..., da família?

—Não. Eu fiquei de fora. Eu passei alguns anos no exército e fui para a faculdade...

—Você foi para a faculdade? — Ela parecia surpresa. —É por isso que você fala o inglês tão perfeito? Você terminou?

Ele balançou a cabeça.

— Eu estive perto, mas não terminei.

—O que você estudou?

—Eu queria ser um arquiteto. Agora, construção é o mais próximo que vou chegar disso.

—Isso não é verdade. Você poderia voltar para a escola.

—É tarde demais para isso, Bianca.

—Não é, não.

Certo de que ela não ia deixar isso de lado, ele finalmente disse:

—Eu vou pensar sobre isso.

Ela não parecia muito convencida. Batendo em seu estômago com o dedão do pé, ela perguntou:

— Então, você chamou Nikolai e....?

—Ele me enviou para ver Maksim. O velho estava procurando um motivo para enfrentar a gangue e acabar com eles. Eu sabia que eles

estavam me usando, mas eu não tinha outra escolha. Eu já tinha perdido três membros da minha família. Isso tinha que parar.

—O que você fez? — Sua voz era quase um sussurro. O medo em seus olhos questionavam, o que ela pensava que ele fosse capaz de fazer.

—Eu me vendi para Maksim.

—Você o quê?

—Os homens que prenderam a minha mãe e irmão concordaram em um resgate, mas era demais para eu conseguir esse dinheiro. Então, Maksim me comprou em troca do dinheiro e dos recursos para libertá-los. Ele fez a transação e os trouxe de volta.

—Então você é como seu escravo? — Ela arregalou os olhos. — Sergei, isso não é certo!

—Não é tão simples assim.

—Você pertence a Maksim. Ele é seu dono. É muito simples, Sergei.

—Eu não pertenço mais.

Ela piscou.

—Espere. Espere. Você está prestes a me dizer que o marido da minha melhor amiga é seu dono agora?

Sergei assentiu rigidamente.

—Depois que Maksim salvou a minha família, eu comecei trabalhando para o velho. Era um típico executor no início, mas quando ele me pediu para matar um homem e sua namorada que tinham roubado dele, eu não pude fazer. Liguei para Nikolai e implorei por sua ajuda.

—E ele o comprou?

—Minha dívida. —Ele a corrigiu. —Nikolai possui minha dívida com a família.

Sem palavras, ela olhou para ele por um bom tempo. Ele não sabendo o que dizer, manteve sua boca fechada e esperou. Finalmente,

ela pegou sua mão e arrastou para o seu colo. A ponta dos dedos traçavam as velhas cicatrizes em seus dedos.

—Então, é por isso que você luta?

—Sim.

—Para pagar a sua dívida?

Ele assentiu com a cabeça.

—E para arrecadar dinheiro para trazer a minha mãe e meu irmão para cá.

Ela suspirou e balançou a cabeça. Ela queria dizer alguma coisa, mas não o fez. Em vez disso, ela perguntou:

—E quanto a seu irmão mais velho? O que aconteceu com Vitali?

—Eu não pude salvá-lo. A outra gangue o pegou e o mataram.

—Eu sinto muito, Sergei. Isso é... É terrível. —Ainda assim, segurando sua mão, ela disse: — Eu acho que é a minha vez, né?

—Você não tem que me dizer se você não estiver pronta.

—Eu estou pronta para lhe dizer. Foi realmente estúpido. —Ela olhou para o teto e piscou rapidamente. —Mesmo depois de todos estes anos, eu não posso acreditar que perdi meu irmão por causa de uma caixa de doces.

Ele franziu o cenho.

— Eu não entendi.

—Nós não estamos juntos tempo suficiente para falar de dinheiro, mas eu sou uma bonita menina econômica.

—É por isso que está tentando fazer o trabalho com a casa sozinha? Porque, Bianca, não é muito econômico ter que pagar um profissional para entrar e consertar tudo uma segunda vez.

—Sim, eu estou muito consciente disso. Algumas das coisas por aqui que eu queria tentar fazer era uma forma de provar que eu podia fazer tudo sozinha.

Reconhecendo essa raia teimosa e independente dela, ele deu um beliscão na sua coxa.

—Você não tem que provar nada para mim ou a qualquer outra pessoa. Está tudo bem em pedir ajuda.

Ela o beliscou de volta.

—Eu estou começando a descobrir isso.

—Bom.

—Eu não quero que você pense que eu estou quebrada ou sei lá mais o quê. Na verdade, estou bastante confortável e tenho poupança, fundos e aposentadoria. —Ela encolheu os ombros. — Eu só não vejo motivo em gastar dinheiro em coisas que eu posso fazer ficar mais barato. Como meu carro. —Disse ela e fez um gesto para trás. —Ele tem dois anos e tem menos de 10.000 km rodados, mas o comprei por uma pechincha. Eu tenho uma casa adquirida em um leilão, livre de impostos e por um preço absurdamente baixo. A mesma coisa com a minha roupa. Eu faço um monte de vendas rápidas dos projetos on-line.

Ele não tinha ideia do que era uma venda rápida. Juntando os vislumbres do que ela havia dado a ele, ele tinha um palpite sobre a tarde que tinha mudado sua vida.

—Você não quis pagar os preços exorbitantes dos doces no cinema então você pediu a seu irmão que parasse na loja de conveniência?

—Sim. Isto foi alguns anos antes da Mama mudar a loja para sua nova localização. A antiga loja ficava a poucas quadras de uma grande loja de conveniência. Perry e eu paramos para comprar doces e bebidas. Fomos aos fundos da loja, perto dos coolers, quando nós ouvimos o barulho desses caras rudes entrando.

—Quantos?

—Três. —Disse ela e seus dedos estavam apertando a mão dele.

—Eu não vi um com uma arma no início. Eu só vi dois com bastões de beisebol. Eles estavam estraçalhando lugar, derrubando as prateleiras e quebrando as vitrines. O Sr. Mirwani estava gritando com eles. Sua esposa estava se escondendo atrás do balcão e chamando a polícia.

Perry notou que a porta que dava para o almoxarifado estava aberta, então ele me empurrou para dentro e foi assim que eles nos viram.

Sergei poderia dizer que ela precisava de algum encorajamento para terminar, então ele curvou sua mão contra o pescoço dela e

esfregou o polegar para cima e para baixo ao longo da veia que pulsava loucamente lá. Em breve, ele planejava acelerar seu coração com algo muito melhor e prazeroso.

—O que aconteceu depois?

—Aquele que não tinha um taco de beisebol nos perseguiu. A porta que dava para o beco estava trancada, e eu não pude abri-la rápido o suficiente. Perry e o cara Adam Blake começaram a lutar. Meu irmão caiu com força. Adam estava de costas para mim, então eu peguei uma vassoura e acertei na parte de trás da sua cabeça.

Ela parou e fechou os olhos. Uma única lágrima escorreu pelo seu rosto. Sergei se angustiou por ela, então ele deslizou para um pouco mais perto. Ele a abraçou e limpou a umidade brilhante de seu rosto.

—Vá em frente, Bianca.

—Então, eu agarrei a mão de Perry e tentei tirá-lo do chão, para que pudesse correr, mas ele estava muito mal e atordoado. Adam levantou-se primeiro e me empurrou para uma pilha de caixas. Eu caí e então ele estava em cima de mim. Ele colocou as mãos no meu pescoço e começou a me sufocar, então eu agarrei seu rosto e arranhei sua bochecha e pálpebras. Foi quando ele me bateu.

A mandíbula de Sergei se apertou tanto que por pouco seus dentes não se estilhaçam.

—Mas então Perry o tirou de cima de mim e eles começaram a

—Mas então Perry o tirou de cima de mim e eles começaram a

No documento Sergei. Sinopse. Her Russian Protector-05 Roxie Rivera (páginas 141-160)