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Capítulo Dezesseis

No documento 02 - O Despertar de Grey (páginas 159-169)

Um plug anal?

Grey tremeu por dentro, enquanto olhava para a coisa na mão de Sirus. Não era tanto o tamanho, embora Cristo, a largura da metade inferior era suficiente para fazer suar seu lábio superior. Era o próprio objeto em si. Jogar com brinquedos sexuais lhe parecia tão extremamente pessoal, e como algo que uma pessoa deveria fazer sozinho. A forma como um pedaço de plástico, silicone, metal… Qualquer um se mostrava recheado dentro de um corpo, e a forma como uma pessoa se movia e reagia às sensações que um brinquedo criava — porque estavam

acostumadas a estarem sozinhas quando os usava — enviou o coração de Grey

correndo em velocidade tripla e deixou sua boca seca.

Sirus rastejou fora dele e alcançou na gaveta novamente. Por uma fração de segundo a mente de Grey correu com o pensamento em pânico, Sirus tirou uma pilha e a deslizou na base do plug anal.

A adição de vibração. Em sua bunda. Com Sirus o assistindo tomá-lo.

Oh, Cristo.

Grey soltou um longo e lento suspiro, contado silenciosamente até dez em Inglês, espanhol e Japonês, e lembrou-se de que ele poderia passar por isso — por Sirus. “Ok.” Enganchou os braços sob os joelhos e espalhou-se aberto, oferecendo a Sirus seu cu avermelhado.

“Dê-me isso.”

Os olhos de Sirus cintilaram com os vários tons da lua. Então ele olhou a posição das pernas de Grey e eles relampejaram com o início de uma tempestade. “Vou lhe dar.”

Sirus tirou seus braços de sob os joelhos e baixou suas pernas de volta na cama.

Subindo em cima de Grey, o plug ainda na mão, Sirus forçou suas pernas para baixo, prendendo-as dentro das dele, e apertou. “Você vai tomá-lo quando estiver pronto e nem um segundo antes. O mesmo com meu pau.” Ele esfregou o comprimento contra o V firmemente fechado de suas coxas, deixando raias de ejaculação precoce em sua pele. “Lembre-se, não até que você esteja gritando por isso, bebê.” Mergulhando abaixo, Sirus escovou um beijo em seus lábios, provocando-os com a língua enquanto olhava para cima e encontrava seu olhar novamente. “E você vai.” Ele piscou. “Gritar por isso, quero dizer.”

Erguendo-se em um braço, Sirus desenhou uma linha com a ponta do plug anal sobre sua testa, bochechas, e nariz, parando em sua boca. “Nunca usei este em ou com outra pessoa antes; Só em mim mesmo.” A ponta arredondada dançou lentamente de um lado para o outro sobre a costura dos lábios de Grey. “Chupe-o.” O foco de Sirus caiu para sua boca. Quando o fez, suas pupilas chamejaram, e sua ereção inchou com calor ardente contra sua coxa. “Tome-o e o deixe todo gostoso e molhado para mim.”

A excitação óbvia de Sirus remexeu as brasas frescas dentro de Grey, acendendo o fogo oculto ainda vivo sob sua pele. Abriu a boca e aceitou a primeira polegada do plug, querendo para si o que despertaria Sirus mais. O sabor artificial, mas não desagradável do silicone cobriu sua língua quando ele empurrou mais do brinquedo através de seus lábios, e uma pitada leve de material artificial encheu seu nariz também. Sirus manteve alimentando o brinquedo para ele, e Grey lutou um pouco para ajustar a parte mais larga em sua boca, percebendo que o plug não era tão grande quanto pensara quando tinha sido tirado da gaveta. Finalmente seus lábios se fecharam em torno da parte menor perto da base; O plug inteiro enchia sua boca, fazendo sua mandíbula esticar um pouco, mas sem machucar.

“Puta merda.” Sirus caiu para os cotovelos e moeu-se contra a perna de Grey, cavando o comprimento rígido entre suas coxas fechadas. Grunhindo, ele puxou o brinquedo de sua boca até o meio, e lambeu um círculo ao redor de onde o brinquedo emergia de seus lábios, juntando-se ao ato básico e cru. Empurrou o brinquedo de volta e sussurrado, “Você parece tão gostoso.” O mercúrio em seus

olhos queimava como as mais quentes chamas de um fogo enquanto ele brincava com o plug, empurrando-o dentro e fora de sua boca. “Você pode me fazer gozar quando eu ver esta coisa em seu rabo.”

Jesus, Grey não queria nada mais do que fazer Sirus gozar. Aceitou o brinquedo fodendo sua boca com entusiasmo maior, lambendo-o todo e se emaranhando com a língua de Sirus quando o homem a mergulhava e se juntava à unção do plug anal. Ele queria que Sirus perdesse sua merda por todo lado; Queria que o homem vomitasse seu orgasmo repetidamente, cobrindo-o com sêmen até que nenhuma parte de sua pele ficasse intacta. Contorceu-se sob ele e coçou seus dedos cegos nas costas de seu amante, agarrando sua bunda e esfregando seus pênis juntos, implorando sem palavras que seus corpos se tornassem um.

Abruptamente, Sirus rasgou o plug de sua boca dolorida e lábios inchados, mordendo Grey quando seus olhos se encontraram. Sirus não disse uma palavra, mas suas pupilas largas e sua respiração irregular era toda a explicação que Grey precisava.

Oh, sim. Grey tinha este homem tão perto da borda quanto ele.

Sirus enterrou o rosto em seu pescoço e o esfregou pelo caminho até seu peito. Suas bochechas, fronte, lábios, nariz, e até o topo de sua cabeça tocou por cada parte da carne aquecida de Grey, enquanto ele trabalhava o caminho até seu pênis, o plug anal ainda na mão.

Alcançando sua meta, Sirus finalmente empurrou as pernas de Grey separadas e enfiou o rosto em seu saco. Um ruído maravilhoso retumbou através dele enquanto inalava. “Deus, você cheira como um bom sexo em um dia quente de primavera. Quero você lá fora um dia.” Sirus olhou para cima quando soltou o plug e pegou o lubrificante, abrindo a tampa. “Duro e profundo. Direto contra uma árvore.”

Grey queria lhe prometer que poderia tê-lo sempre e onde ele quisesse, mas em seguida, Sirus esfregou o lubrificante frio sobre seu buraco sensibilizado, roubando qualquer pensamento que não se concentrasse em sua bunda. Com um formigamento no corpo inteiro, Grey olhou fascinado, com olhos semicerrados, quando Sirus apontou seu aro, milagrosamente relaxando o pequeno músculo, e então empurrou o dedo para dentro.

Merda. Grey ardeu com querer por toda parte, e sua entrada floresceu como

uma maldita flor, permitindo que o dedo inteiro de Sirus se deslizasse fundo, passando a segunda junta. Choramingando, abriu mais as pernas e ergueu os quadris, forçando a fricção sobre suas paredes anais, embora, Cristo, a sensação suave não fosse suficiente para atender a necessidade apertada por mais tomando lugar em sua bunda.

Ele não podia acreditar no quanto queria — doía — pelo pênis de Sirus.

“Olhe como você está ficando duro pra caralho,” Sirus disse, com o olhar totalmente no pau esticado de Grey.

Ele manteve o pequeno bombeamento do dedo em sua passagem, mas se inclinou sobre seu pau e lambeu o vazamento da ponta, provocando Grey ainda mais. “Eu sabia que você ficaria.” Amamentou a cabeça do pênis, girando a língua ao redor dela como se fosse um Tootsie Pop2.

Ao mesmo tempo, o fodia com o dedo em velocidade cada vez maior, algo que enviava o canal de Grey em uma enxurrada de respostas estremecidas, cada tremor alcançando mais e mais as extremidades de seu corpo.

“Mais.” Grey gemeu e ergueu uma perna alta e larga, ofegando enquanto procurava por tanto acesso visual e tátil quanto pudesse conseguir. Empurrou a outra mão entre as pernas e agarrou as bolas, puxando-as para adicionar à dor e prazer. Olhou para Sirus, sabendo muito bem que cada desejo cru brilhava em seus olhos. “Dê-me mais.”

Num instante, Sirus retirou o dedo e o substituiu com a ponta do plug, deslizando-o facilmente em sua abertura. Grey o assistiu empurrar a parte superior do objeto preto em seu cu, cada incremento alargando seu buraco com biqueiras onduladas de tormento incrível, e enchendo seu ânus do outro lado. Com mais da metade do plug enterrado em seu reto, enchendo-o tão fodidamente bom, a tentativa de Sirus de empurrar o resto do brinquedo em seu túnel apertado o teve ofegando e agarrando as roupas de cama com a mão, a dor de repente bloqueando seus músculos tensos.

Sirus olhou para cima, os olhos de fuligem se fechando em Grey. “Deus, você o está tomando de forma tão malditamente bela.” Separou dois dedos e os esfregou

sobre o anel esticado, de alguma forma aliviando a tensão e o flash de medo que temporariamente havia assaltado Grey. “Continue aguentando, bebê.” Ele abaixou- se e lambeu uma linha através do comprimento de seu pênis ainda duro, fazendo-o saltar e gotejar pré-semem sobre a barriga. “Deixe-me colocar tudo.” Abriu a boca sobre o pênis e tomou mais da metade em sua boca, chupando-o tão malditamente forte que Grey empinou e clamou. E então, ele empurrou o resto do plug em seu ânus.

“Ahhh!” O ser inteiro de Grey subiu em chamas. “Bom… Oh porra,” ele de alguma forma puxou a perna ainda mais alta e mais larga, “tão bom.” Sirus ficou quieto com cada torção de seu corpo, e Grey simultaneamente lutou e se agarrou ao prazer alucinante que Sirus lhe oferecia com este ato tão íntimo.

Grey gemeu longo e baixo quando Sirus arrastou a boca de cima a baixo de seu pênis e puxou o brinquedo fora de seu buraco, só para forçá-lo de volta para dentro em um impulso rápido, girando suas terminações nervosas confusas em um frenesi. Ele retirou o brinquedo de novo, deixando seu buraco aberto e ávido por algo para preenchê-lo. O brinquedo não o tomou novamente, então Grey olhou para Sirus através dos olhos desfocados pela luxúria e encontrou o homem olhando para ele, prata perfurando o borrão claro como o dia.

Sirus girou a língua em torno de sua ereção furiosa, o fazendo suar, mas depois deixou o comprimento deslizar de sua boca. “Peça-me.” Ele mordiscou a cabeça sensibilizada de seu pau. “Diga-me que você o quer dentro de você novamente.”

Grey não sabia quanto mais de prazer seu corpo poderia suportar. “Por favor.” Seu corpo zumbia como se seus nervos fossem uma série de fios vivos expostos. “Por favor. Dê-me mais.”

Sirus sorriu contra seu pênis, e aliviou o plug de volta em seu buraco com lentidão atroz, girando-o de forma que acariciava suas paredes enquanto enchia seu cu novamente.

Então empurrou a base, ligou o projétil, e vibrações consumiram sua passagem em ondas esmagadoras.

“Mnnm… Ohh… Ohh, Deus.” Grey estremeceu, deslocando seu corpo superior para o lado, enquanto ele lutava contra o prazer extremo que o plug

afirmava em sua bunda, vibrações fortes cursavam através de seu canal e em seu corpo. Sirus foi implacável, porém, e continuou a ará-lo com o plug, deslizando o brinquedo vibrante dentro e fora de seu cu estremecido, deixando-o gemendo e se contorcendo por mais. Como se Grey já não estivesse perto o suficiente para gritar e querer arranhar os dedos por uma parede e despedaçá-la, Sirus desceu em seu pau e o chupou como se nunca fosse ter a chance de fazê-lo novamente.

Meio de lado, enganchando o cotovelo sob a perna e a puxando para o peito, Grey arqueou as costas e tentou atolar sua bunda no plug a cada estocada profunda da mão capaz de Sirus. “Não pare,” ordenou imprudentemente, “Por favor, não pare.” Mal capaz de erguer a cabeça para poder ver, Grey de alguma forma conseguiu agarrar o cabelo de Sirus e segurar o rosto do homem em sua virilha, frenético para não perder o boquete mais entusiástico que já tinha tomado em sua vida.

Prazer puro o cercou em um forno de proporções sufocantes, um que ele não conseguia escapar. Cada contração de músculo e cada pequena sugada de fôlego que tomava o trazia em contato mais profundo com o brinquedo em seu reto ou a boca totalmente embrulhada em seu pau esticado. Suor escorria de seu corpo, caindo de sua testa e ardendo seus olhos, mas ele só o piscava longe, nunca tirando sua atenção da visão da sexualidade crua que Sirus entregava a seu corpo.

Sirus alcançou, desalojando os dedos de seu couro cabeludo, e prendendo a palma firmemente sobre a cama. Grey enrolou a mão em um punho e agarrou o cobertor fortemente quando Sirus se moveu de seu pênis para as bolas e encheu a boca com o saco pesado, puxando-o forte em sua garganta. Sua boca caiu aberta na sucção incrível, e ele fechou os olhos, lutando contra as linhas de alegria ziguezagueando de seu pênis, bolas, e bunda, para sua barriga e através da espinha.

“Demais…” Grey ofegou, lutando pelo fôlego. “Ohh, foda-se, é demais.”

Sirus o ignorou e envolveu a mão em seu pau, dando-lhe um puxão forte enquanto chupava suas bolas e torcia o plug em seu rabo, e Grey não pôde mais adiar o inevitável.

“Ahhh… Ahhh!” Grey convulsionou em ondas afiadas e abruptas, gritando o nome de Sirus alto o suficiente para danificar suas cordas vocais, sem mencionar

que cada vizinho ao redor do lago poderia ouvi-lo. O orgasmo rasgou através dele e disparou por seu pênis enquanto ele gozava. Sirus arrancou o plug de seu buraco só segundos depois que Grey expeliu, deixando seu canal e buraco à procura de algo para segurar. Ele soltou seu saco preso na boca e escorregou para seu estômago, lambendo sua semente com grandes varreduras, limpando cada pequeno bocado de colocação. Enquanto comia a ejaculação de Grey, Sirus alcançou entre as bochechas e esfregou os dedos sobre sua entrada pulsante, povoando o músculo confuso de volta no lugar.

Fechando-o.

Sem fodê-lo.

Grey piscou, submergindo no vazio em sua bunda… E coração. “O quê?” Sua perna caiu na cama com um baque, mas ele mal sentiu a picadura do retorno da circulação. Encontrou o olhar de Sirus, e sua cabeça recuou enquanto ele elegantemente rastejava até seu peito. “Por que —”

Sirus cobriu sua boca, mantendo-o quieto até que se deitou entre suas pernas.

“Você precisava saber que poderia amar isso.” Tirou a mão e roçou um beijo leve sobre seus lábios. “Para isso.” Com o olhar segurando o seu, Sirus tomou um segundo para alcançar entre eles. Ajustou a cabeça de seu pau no cu de Grey, e empurrou apenas a ponta em seu interior. Grey ofegou, e Sirus rangeu os dentes. Sacudiu a cabeça, soltou seu pênis, e prendeu a mão de Grey sobre a cama. “Segure-se.” Ele enroscou seus dedos juntos em cada lado de sua cabeça, olhou direto em seus olhos, e afundou seu pênis profundamente no buraco de Grey.

“Ohhh.” Grey empinou, e um áspero gemido emergiu através do aperto em sua garganta, fazendo-o soar como um animal ferido. “Jesus… Jesus.” Ele nunca tinha se sentido mais pleno ou tomado pelo corpo de outra pessoa, ou mais conectado a qualquer um. Seu queixo caiu aberto, as emoções o sufocando em mudez direto onde estava, ali, preso por outro homem sobre ele, dentro dele, alcançando o que parecia ser o mais secreto de sua alma.

O pênis de Sirus se assentou por todo caminho dentro de seu corpo, e não se moveu, mas Grey jurava que podia sentir a batida constante do coração de Sirus

pulsando através de seu pau; A força vital do homem o alfinetando prisioneiro direto sobre a cama.

O mais apavorante de tudo, Grey não queria escapar desse aperto. Agarrou as mãos de Sirus, sabendo que nenhum dedo ou plug anal poderia tê-lo preparado para esse tipo de intimidade.

Sirus se mexeu em cima dele, e de alguma forma hospedou seu pênis um pouco mais fundo dentro de sua bunda. Grey sacudiu, e Sirus também. O desejo nublando seus olhos quando caiu a testa sobre a sua. “Diga-me que você está bem,” ele sussurrou asperamente.

O canal de Grey agarrou seu eixo em uma série rápida de espasmos, e Sirus silvou por entre os dentes cerrados.

“Porra, eu sinto muito.” Sirus recuou e o penetrou novamente, empurrando toda a distância em sua passagem ondulando. “Você é tão malditamente quente e apertado, que tenho que me mover.” Cauterizou os lábios nos de Grey, bloqueando- os em um beijo adesivo, e começou a mover os quadris, fodendo Grey… Exatamente do jeito que Grey tinha fantasiado na maioria de seus sonhos febris.

Desapegando-se de todas as vozes gritando em sua cabeça, Grey cortou a boca sobre a de Sirus e o beijou de volta com tudo nele, gemendo quando suas línguas se emaranharam em uma dança rápida. Nunca tinha experimentado um momento mais puro e verdadeiro em sua vida do que este, onde a adrenalina o inundava tão completamente que todas as barreiras dentro dele se lavaram, deixando-o aberto e cru.

“Está tudo bem.” Grey rasgou as mãos fora de sob as de Sirus é tunelou-as através dos cabelos do homem, segurando seu rosto tão perto que suas testas, narizes e lábios se tocavam. “Foda-me, Sirus.” Bombeou os quadris para cima para atender o deslizamento de seu pau grosso e longo, gemendo a cada reivindicação de sua bunda. “Não me deixe desviar o olhar.”

Sirus agarrou seu rosto em um aperto contundente, os dedos escavando nas maçãs do rosto e mandíbula. “Não vou.” Olhou para seu rosto, e articulou gutural, “Você é tão bonito.” Seus olhos empalideceram, e ele o focou com tal intensidade que Grey estremeceu.

“Você…” Uma faixa sufocante apertou o peito de Grey, subjugando-o com emoção inexplorada. Inseguro do que fazer, arremessou a língua contra a ponta da de Sirus de novo e de novo, as bocas abertas uma contra a outra enquanto lutavam para respirar.

Grey prendeu as coxas apertadas nos quadris de Sirus enquanto seu corpo inferior se esticava e contorcia freneticamente em uma foda febril. Sirus pegou o ritmo, espetando seu pau com golpes relâmpagos dentro e fora de seu canal abusado e tenro. Dessa vez Grey saldava a doce dor de outro homem o tomando, e até mesmo deslocava suas pernas e as trancava na cintura dura do homem, importando-se apenas em se apegar a Sirus e empurrar os quadris para cima para mais de seu pau incrível.

Sirus alterou o ângulo e serrou direto sobre sua próstata, atraindo um grito afiado de Grey e enviando seu reto em uma série estridente de contrações. Por uma fração de segundo, ele cerrou os dentes e ficou rígido como uma tábua. “Oh merda.” Grunhindo, ele empurrou e empurrou seu pênis ainda mais fundo dentro, pregando Grey direto do núcleo para a cama. “Você tem um cuzinho incrível.” Ele roubou uma série de beijos duros e agressivos, então assumiu sua boca inchada e sensível. Falando nela, sua voz foi abafada e soprosa. “Diga-me que vou poder tê-lo novamente.” Enfiou a língua na boca de Grey e lambeu. “Eu te quero de novo.”

Grey segurou o rosto de Sirus em um aperto mais delicado, seu coração explodindo pelo desespero de seu beijo. “Sim.” Beijou-o de volta, compartilhando um só fôlego. “Sim.” Não sabia como tinha acontecido, mas seu pau se encheu com sangue e enfureceu em uma ereção entre seus estômagos, doendo mais uma vez. Quebrando o beijo, seus olhares se encontraram no borrão da proximidade, trancando no lugar. “Sempre que você quiser.” Grey escovou os dedos sobre as linhas duras do rosto de Sirus. “Sim.”

Todo o rosto de Sirus mudou; Seus olhos escureceram, sua pele puxou tensa, despindo-se para um lugar de necessidade aberta. “Grey.” Sirus mordeu o lábio e bombeou os quadris, criando uma fricção escura e maravilhosa de novo. “Grey,” ele repetiu, e ergueu suas mãos juntas, separando seus torsos. Olhou brevemente em seus corpos fundidos. Grey o fez também, e ambos tremeram.

Como se não conseguisse quebrar a linha invisível entre eles, Sirus trouxe seu foco de volta para seus olhos e disse seu nome novamente. O canto se tornou quase uma choradeira, Seu rosto uma torção de desejo. “Grey.” Ele penetrou sua bunda mais uma vez e congelou, suando, a boca aberta.

Cada invocação de seu nome apertando o rolo dentro de Grey, esticando seus nervos ao extremo. Esfregou o polegar sobre a boca entreaberta do homem. “Sirus.”

Sirus não precisou de nada mais. Um sussurro de seu nome e ele dirigiu seu

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