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Capítulo Onze

No documento 02 - O Despertar de Grey (páginas 102-113)

Horas mais tarde, Sirus cortou outra linha de carvão através da página do papel de embalagem, trabalhando na liberação do caldeirão de emoções ainda fervendo dentro dele. Greyson Cole. O bastardo maldito não ia mesmo desistir de sua influência sobre Sirus tempo o suficiente para deixá-lo se concentrar em sua escultura.

Não é culpa de Grey que você não consegue se concentrar seu bichano, é sua. Você é o único que não consegue parar de pensar nas duras palavras que trocaram esta manhã.

Sirus rosnou e varreu outra linha que atravessava todo o papel, puto com si mesmo até mais do que estava com Grey. Ele não tinha que gostar disso nem um pedaço maldito, mas Grey tinha sido honesto sobre o que esperava dessa aventura de férias. Sirus achava que o homem estava mentido para si mesmo sobre o porquê ele não queria deixar um parceiro fodê-lo, mas ao mesmo tempo, Grey nunca havia fingido que estava aberto para receber o pau de outro homem em sua bunda. Foi ele que não pôde controlar seu maldito desejo e tinha empurrado um tema que ele não tinha nenhum direito de pressionar.

Você sabe por que fez isso também. Você não quer apenas foder Grey; Você quer conhecê-lo de uma maneira mais profunda. Você está começando a se apaixonar por ele, assim como você sempre faz.

“Não.” Sirus lançou o pedaço de carvão na mesa e ficou de pé, batendo o tamborete longe em sua pressa de levantar. Foi até seu projeto atual e colocou as mãos na placa de pedra parcialmente esculpida, desejando que a visão para essa peça retornasse para sua cabeça e mãos. Uma imagem de Grey de pé seminu na chuva encheu sua mente, e o material frio sob suas palmas começou a se aquecer

com vida. “Não.” Retirou as mãos e olhou ao redor, procurando algo para bater. “Não é você.”

“Receio que seja eu,” uma voz familiar invadiu o galpão. “Mas tenho boas notícias.”

Sirus sacudiu a cabeça, pego em um turbilhão de hostilidade… e luxúria. “Noah.”

Seu encanador. Franzindo os lábios, Sirus esfregou a mão no rosto, limpando a dureza que sabia deveria estar lá, e forçou um sorriso. “Oi. Ah, desculpe sobre isso; Eu não estava falando com você. Apenas pensando, tentando imaginar algo.”

Noah deu alguns passos para dentro do galpão, com as mãos enfiadas nos bolsos. “Posso ver.” Ele parou na mesa de trabalho e olhou abaixo, mas imediatamente desviou o olhar e o arremessou ao redor da área. “Não sabia que você fazia esboços. Pensei que você fazia… Sei lá,” ele deu de ombros, “esculpia, eu acho que é assim que chama isso.”

Movendo-se para mais perto, Sirus franziu o cenho quando viu o desconforto óbvio de Noah.

Seu foco pegou a borda de seu desenho, e ele entendeu, fechou os olhos na imagem que suas mãos haviam formado com o carvão. Merda. Tinha desenhado uma imagem de Grey na cama. Sequer tinha percebido o que sua mão estava colocando no papel. A imagem do rosto de Grey, para sempre congelada no papel, um lugar difícil de sair, olhando para Sirus e Noah. Com os músculos tensos e salientes, na imagem, outro homem tinha a mão enrolada no pênis ereto de Grey. A mão de Sirus. Pois bem. Sirus não tinha negado sua homossexualidade para ninguém na cidade que tinha ousado questioná-lo sobre isso, mas ele também não tinha qualquer interesse em deixar ninguém incomodado com o que ele desejava. Como tinha dito a seu irmão, ele não tinha fotos de homens nus espalhadas ao redor para ninguém e todos que o visitavam ver.

Pelo menos, não até agora.

Sirus puxou um pano sobre o esboço. “Peço desculpas se isso fez você se sentir desconfortável,” disse, seguindo o olhar de Noah, até que parou e encontrou o seu. “Não que eu tenha desenhado isso, mas apenas por que não me dei conta dele até que estava em minha mesa.”

“Não, está tudo bem.” Noah acenou com a mão em um gesto negligente, sua atenção caindo brevemente de volta no papel coberto. “Apenas me surpreendeu por um minuto, isso é tudo. Não é o tipo de material que você costuma dar a Ginny para vender.”

Isso teve Sirus se erguendo mais reto. “Você viu meu material?” Huh. Ele não teria exatamente esperado tais informações de um cara duro como Noah Maitland.

“Janice gosta de entrar na loja de Ginny,” Noah explicou, mencionando sua esposa.

“Às vezes você tem que matar uma ou duas horas em um desses lugares de artesanato quando a esposa quer comprar algumas coisas, sabe?” O homem pareceu momentaneamente aflito, como se revivesse uma de suas viagens à loja de Ginny. “Um cara tende a vagar fora da seção de scrapbook1 de vez em quando. Vi um bom número de suas peças ao longo dos últimos, o que, seis anos?”

Sirus assentiu. “Mais ou menos.”

“Eu acho que elas são muito boas.” Noah tentou um sorriso. “Sua arte... Quero dizer. Seja qual for.” Um vermelho sem graça rastejou pelo pescoço de Noah e em sua testa. “Você entende o que estou dizendo.”

“Eu faço. Obrigada.” Sirus baixou a cabeça. “Isso é muito gentil de sua parte.” Seu peito inchou e ele começou a se sentir animado e humano novamente. “Deixe-me saber se você alguma vez vir algo que você acha que pode querer, e é seu, e de graça.”

“Oh, não, eu não poderia fazer isso.” Noah recuou e ergueu as mãos, sacudindo a cabeça. “É sua arte.” Ele passou as mãos pelo cabelo loiro, como se sua tentativa de empurrar o comprimento curto fora da testa fizesse alguma diferença. “Tem muito valor para apenas doar.”

“Criar estas peças não é meu trabalho, é meu passatempo, e fico feliz em poder compartilhá-las com os amigos. Dirijo meu caminhão para ganhar a vida. Faço isso,” Sirus girou em um círculo, deixando cada centímetro da excitação que este espaço de trabalho lhe trazia pegar fogo em seu coração novamente, “Porque me traz paz e prazer. Você e Janice podem vir à hora que quiser e escolher qualquer coisa. Ou, se você quiser, posso criar algo especial para vocês dois.”

“Não, você não pode.” Noah acalmou, e seu rosto se tornou uma máscara. “Janice e eu não estamos vivendo mais juntos.” Seus olhos castanhos entorpecidos para lama. “Estamos separamos e providenciando o divórcio.”

“Oh, eu não sabia.” Simpatia enchia a voz de Sirus, e seu peito doeu pelo final de um longo casamento. Não conhecia Noah ou Janice muito bem, mas ele imaginava que deveriam ter tido uns vinte anos de casamento. Tinham dois filhos adolescentes. “Sinto muito.”

“Obrigado.” Parecia que doía em Noah engolir enquanto falava. “Não é fácil, mas é o melhor.” Sombras mais escuras cruzou seu olhar antes que ele as cobrisse completamente.

Abruptamente, ele cruzou os braços contra o peito. “Tenho ficado em um motel, e estava pensando em morder a bala e alugar um lugar, mas acabei de ouvir no outro dia que o McClusky está vendendo sua casa e mudando para o Novo México para estar mais perto dos netos.” Noah mencionou o casal de aposentados que possuíam a cabana do lado leste do lago. “É um grande passo, mas estou pensando em comprá-la.”

“Odeio como o inferno a razão por que está acontecendo,” Sirus respondeu, “mas adoraria tê-lo como vizinho. Estou tendencioso e amo esta terra. Se você está procurando um lugar onde possa parar e respirar por um tempo, não consigo pensar em lugar melhor do que esta montanha.”

A atenção de Noah se moveu para a porta aberta do abrigo, olhando, como se pudesse ver através da cabana de Sirus para além do lago. “Sim, foi isso que pensei também.” Sua voz derivou, e então ele pareceu cair em si, lentamente alterando de solto para duro mais uma vez.

Sirus se aproximou de Noah e tocou seu braço. “Você está bem?”

Noah puxou e sacudiu a cabeça. “Desculpe. Estou bem.” Seu foco limpou e ele se tornou todo negócio novamente. “Desculpe-me por descarregar em você. Eu realmente só vim aqui para lhe dizer que já pode voltar para sua casa. Terminei de instalar o encanamento novo, tudo que estava danificado foi substituído e está tão bom quanto novo, e liguei sua água também. Você pode voltar,” a atenção de Noah caiu para o esboço coberto de Grey novamente, “uh… A hora que quiser.”

Merda. Merda. Merda. Noah sabia que Sirus tinha ficado na cabana de Grey

durante os reparos. O homem deve ter visto Grey na cidade em algum momento, já que ele claramente reconheceu o desenho como uma pessoa real e não algum modelo de arte fortuita. Porra, Sirus não podia prever como Grey reagiria por alguém ver um esboço dele nu, sem falar o que a imagem implicava. Sirus trocou de uma perna para a outra, de repente descontroladamente desconfortável com o que diria a seguir. “Ouça.”

Noah ergueu a mão enquanto se movia para a porta aberta. “Não se preocupe com isso. Estou prestes a passar por um divórcio. Acredite-me quando digo que não tenho nenhum interesse em me envolver nos negócios privados de outras pessoas com fofocas na cidade.” Seu rosto assumiu uma qualidade assombrada que pesou o ar ao redor deles em um manto de solidão. Sirus reconheceu as marcas; Parecia quase o mesmo de quando ele se afastou de Paul depois de perceber que seu ex-amante nunca seria o homem que Sirus precisava que fosse.

“Obrigado por sua discrição.” Sirus se recostou no umbral da porta e olhou para Noah, um homem obviamente lutando com sua vida. As olheiras e sulcos mais profundos nas linhas de seu rosto fez muito mais sentido para ele agora do que quando as notou alguns dias atrás. “estou aqui se precisar de mim,” ofereceu. “Sei que não somos os melhores amigos ou qualquer coisa, mas falo sério sobre isso.”

Uma dica de necessidade nua se deslizou no olhar de Noah. “Eu posso simplesmente pensar nisso qualquer dia.” Ele piscou, e o flash de vulnerabilidade se foi. “Mandarei uma conta pelo trabalho.” Não esperou que Sirus respondesse antes de ir embora. Dizendo ao sair, “Tenha uma boa noite.”

“Adeus.” Sirus ficou na porta até que Noah foi embora, seu coração pesado com a conversa estranha. Enquanto estava ali, não pronto ainda para enfrentar a imagem que tinha desenhado de Grey, percebeu que tinha acabado de ter uma conversa mais aberta e reveladora com seu encanador do que jamais teria com Greyson Cole.

Um homem que ele havia deixado fodê-lo. Várias vezes. Algo não estava certo sobre isso.

* * * * *

Grey brincava com sua xícara de café sentado em uma mesa no restaurante local enquanto esperava sua refeição de um hambúrguer e batatas fritas para viagem. Tirou o celular do bolso e puxou a seleção de fotos novamente, parando na que discretamente tinha tirado na Ginny’s Crafty Delights ainda há pouco. Ginny tinha duas peças de Sirus em consignação; Uma em madeira de freixo, que se assemelhava vagamente a um torso masculino em uma posição virada em grande alcance, e uma peça de forma livre feita a partir de faixas tecidas de metal. Não podia acreditar nas etiquetas de preços irrisórios sendo pedidos pela arte de Sirus, e teria comprado ambas se seu intestino não lhe dissesse que isso pareceria danado de suspeito. Cristo. Grey não tinha visto nem ouvido sobre ele o dia todo, e não tinha nenhuma expectativa de que o homem voltaria para cabana esta noite. O trabalho de encanamento em sua casa já tinha ido um dia além do previsto, então não havia nenhuma maneira de esperar que mais um dia de atrasos forçasse Sirus de volta para sua cabana por mais uma noite. Não. Grey percebeu que tinha tido a cifra de bunda tanto quanto ele pôde obter nestas férias, e podia muito bem estar satisfeito de até mesmo ter conseguido isso.

Nada mais de beijar, foder… Ou dormir com Sirus Wilder. O doce, sexy, e forte Sirus Wilder. Tudo porque Grey não ia se curvar para dar sua própria bunda.

Porra. Seu pau pressionou contra o jeans quando pensou em estar nu na cama com Sirus. Seu comprimento se empurrou contra o zíper onde se sentava, protestando contra a perspectiva de celibato renovado. Seu peito apertou fortemente também, como tinha feito o dia todo quando o nome de Sirus estalava em sua cabeça. O pior de tudo, porém, era que sua bunda latejava uma dor constante e ininterrupta quando a visão rápida de Sirus o penetrando e enchendo seu canal com ternura primorosa e lenta, enchia sua cabeça. Grey ofegou quando seu batimento cardíaco aumentou e sua ereção cresceu, chocando-o com a intensidade de sua resposta física em um local público.

Estava sentado em uma cabine onde a mesa escondia sua virilha; Graças a Deus. Ao mesmo tempo, esquadrinhou os clientes do restaurante, e ele rezou como o inferno que levasse pelo menos mais alguns minutos para completar seu pedido.

Não poderia se levantar agora. Com sua atenção passando sutilmente por quase todos os clientes do restaurante — nenhum dos quais lhe dava nem um pingo de maldita atenção — Grey começou a dar um suspiro de alívio. Então seu olhar se chocou com um castanho que olhava direto para ele, sem piscar ou recuar quando Grey o pegou no ato.

Que porra era essa?

De uma cabine longe, o homem loiro continuou a olhar fixamente, e o magnata dos negócios feral dentro de Grey se agitou para vida, colocando um imediato bloqueio em seu tesão. Grey regularmente cagava os restos de milionários e bilionários que pensavam que poderiam intimidá-lo; Ele certo como o inferno não dobraria o rabo e correria em uma pequena cidade local — não importava que o homem parecia que poderia batê-lo inconsciente com um soco.

Sua ereção não mais um problema, Grey enfiou o celular de volta no bolso, pegou sua xícara de café, e se moveu para a mesa do outro homem. “Importa-se se eu me juntar a você?” Perguntou, mas não esperou obter uma resposta antes de sentar. Colocou a xícara na mesa e envolveu as mãos em torno dela, deixando o calor do líquido no interior se infiltrar em suas palmas. Não que precisasse. Tendia a ficar danado de quente sob o colarinho quando outro cão alfa tentava segurá-lo e urinar em sua pele. Grey sentia como se este homem sentado à sua frente tivesse tentado fazer exatamente isso com seu olhar frio e inabalável.

Grey se povoou na almofada do assento da cabine, e arreganhou os dentes. Duvidava que o cara o confundisse com um sorriso. “Você tem algum problema comigo, amigo?”

“Não no momento,” o homem respondeu. A voz profunda arranhava como uma lixa, e não parecia que ele sequer se contraiu sob a maneira fria de Grey. “Só te examinando, porém, e tentando descobrir se terei antes de você sair desta montanha.”

Respeito relutante pelas bolas deste homem teve Grey retraindo suas presas. “Isso parece improvável,” estudou o rosto asperamente belo do homem, em busca de familiaridade, “já que eu não sei quem diabos você é.”

“Noah Maitland.” Noah não alcançou através da mesa para um aperto de mão.

Noah Maitland. Noah. Maitland. Noah. Noah. Oh. Este é Noah. “Noah Maitland.”

Grey manteve um sentido de facilidade na forma como se sentava, mas não pôde deixar de pensar em sua resposta imediata quando Sirus havia mencionado o nome do homem no outro dia. Aqui mesmo, sua pele ficou tão quente sob a superfície quanto tinha então. Respirou, e manteve a evidência de sua reação na baía. “Você seria o encanador de Sirus.”

“Eu sei como fazer uma ou duas outras coisas, e trabalho para algumas outras pessoas também.” Noah se sentava em frente à Grey com autoridade calma, e Grey sabia — apenas da experiência de lidar com empresários todos os dias por mais de dez anos — que Noah seria um sucesso financeiro em seus negócios. Este homem não era pobre, e nem cadela de ninguém. “Mas, sim,” Noah adicionou, “mais recentemente, fiz um trabalho na cabana de Sirus.”

O instinto de Grey o acertou no intestino em outro nível — um pessoal — e ciúmes cresceu em seu ventre. Olhou para a mão de Noah e notou uma aliança em seu dedo.

Mesmo com isso, Grey se perguntou se Sirus sabia que Noah Maitland era gay. E se não, mas se o descobrisse, teria interesse neste homem que fez os reparos em sua casa?

Você não pode tê-lo se assentou direto na garganta de Grey, sufocando-o

com sua ferocidade. Nem agora. Nem nunca.

Um zumbido nublou a audição de Grey, e Noah Maitland — com seu jeito muito sexy e robusto de homem vibrou — borrando na frente de seus olhos, sua visão agora coberta por uma película de vermelho.

Não. Controle-se, homem. Você não se atreva a deixar este sujeito vê-lo perder a calma.

Você é uma pessoa possessiva; A raiva é uma reação natural ao ver alguém esmagado pelo homem que você está fodendo. Você não gosta de compartilhar. Nada. Mas não significa que você se importa.

Grey amordaçou o monólogo que laçava em sua cabeça, trancando seu cachorro interno em outro quarto interior, e afetou uma sobrancelha levemente

arqueada de interesse. “O que exatamente você acha que sabe que o tem tão preocupado, Maitland?”

“Eu não sei de nada,” Noah respondeu. “Só vi algo que me permitiu chegar a uma conclusão por conta própria.”

“Isso não é muito para vir a fazer um julgamento apressado sobre um homem.”

“Não, sentado aqui observando você,” Noah fatiou pânico através de Grey com seu olhar interminável e avaliador. “acho que imaginei a situação exatamente certa.”

Em seguida, um apito ensurdecedor atravessou o restaurante. Todos se viraram em direção à janela de repasse atrás do balcão, e a dona Ruthie Costa apontou para Grey com sua espátula. “Seu pedido está pronto, mel,” ela disse, perdendo o interesse de todos os outros clientes com essas palavras. “Bom e quente. Estará com ele em um segundo.”

“Obrigado.” Grey baixou a cabeça e foi para se deslizar fora da cabine, mas uma mão forte em volta de seu pulso o segurou à mesa. Sua atenção caiu para os dedos agarrando seu braço em um torno contundente. Piscou, e trouxe seu foco para o rosto de Noah. “Você vai tirar sua mão de cima de mim.” Seu tom mais frio escorrendo como as calotas polares. “Agora.”

Noah soltou seu pulso. “Peço desculpas,” ele disse, mas, novamente, olhou Grey nos olhos sem se acovardar. “Deixe-me te dizer uma coisa antes de ir.” A cor nos olhos de Noah suavizou, mesmo quando sua mão se enrolou em um punho na mesa. “Sirus é um bom homem. Amável. Generoso. Muitas pessoas nesta área se importam com ele e não querem vê-lo machucado novamente.”

Novamente? Estas pessoas sabiam sobre a relação de Sirus com Paul? Ou

houve outra pessoa? Jesus. O desejo de conhecimento sobre Sirus agarrou-se à natureza inquisitiva da personalidade de Grey, em sua necessidade de saber cada pequeno detalhe sobre qualquer situação em que ele estivesse envolvido. Ao mesmo tempo, porra, ele não poderia perguntar sem se tornar um inferno de um hipócrita. Não havia nenhuma forma maldita dele trocar informações iguais sobre si mesmo com Sirus, só para obter algumas respostas.

“Se você for um bom homem,” Noah continuou, puxando Grey fora de seus pensamentos privados, “E acha que há mesmo a possibilidade de lhe causar dor, talvez precise pensar em ir embora agora.”

Grey lutou contra uma onda natural de violência, e mal resistiu de arrastar este pretendente de pé e empurrá-lo contra a parede. “E lhe dar espaço para entrar em cena?” Grey sibilou, mantendo a voz baixa, em um respeito que não estava certo se este homem merecia.

Noah vacilou, e suas pupilas chamejaram. “Eu não disse isso.”

“Não,” Grey se abaixou e tirou um pouco do rancor de seu tom, “mas você

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