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Capítulo Oito

No documento 02 - O Despertar de Grey (páginas 65-77)

Sexo sem preservativo.

Sexo com Grey sem preservativo.

Oh, porra. Sirus olhou em seus olhos, os chips de âmbar dentro quase

assumindo o castanho, e seu peito bateu mais rápido a cada segundo que olhava. Sua pele parecia apertada e quente, e sua bunda pulsava junto com sua batida do coração, o corpo lhe implorando para dizer sim.

Sirus alcançou e escovou os dedos no rosto de Grey, atordoado quando o homem estremeceu em resposta. Inferno, ele quer isso tanto quanto eu. “Você confia em minha palavra?” Deslizou a mão para seu peito e abriu o primeiro botão de sua camisa. “Eu deveria ter pensado em ir comprar —”

Grey colocou a mão em sua boca. “Não fui comprar nenhum também.”

Sirus empurrou a camisa aberta e raspou os dedos por seu peito liso e barriga dura, fazendo o homem silvar, só parando quando bateu no cós de sua calça.

Grey fechou os olhos, sua boca caindo aberta quando se balançou no V de suas pernas. “Cristo, não quero parar e ir fazer isso agora também.” Abriu os olhos e colocou seu foco, quente e cheio de querer, em Sirus. “Quero estar dentro de você, e quero isso nu.”

Oh, dupla foda. Era uma maldita boa coisa que Sirus já estivesse deitado. “Eu

também.”

Sirus agarrou seu rosto, o mantendo perto. “Eu também,” sussurrou novamente. Seus olhares se seguraram por um instante, seus corpos num limbo enquanto raios de calor queimavam entre eles. Então, num piscar de olhos, os dois foram um no outro com selvageria; As línguas duelando e os dentes tinindo juntos, lambendo e mordendo por todo o rosto e até no cabelo e couro cabeludo, línguas se empurraram em ouvidos enquanto seguravam a cabeça um do outro em um aperto contundente por mais.

O completo abandono de Grey, e até sua violência, golpeou o sangue de Sirus como a droga mais potente. Isto não era nada do que ele esperava desse homem cuidadoso e preciso.

A paixão intensa foi direito para cabeça de Sirus… e seu pênis. Forçou a mandíbula de Grey ainda mais separada e varreu a língua dentro, precisando entrar bem fundo e saborear tanto quanto podia. Deslizou-a por seus dentes e no céu da boca, e empurrou os quadris para cima nele ao mesmo tempo, moendo seus pênis juntos através dos jeans.

Com os dedos cavados em seu rosto, Grey o bateu abaixo com seu peso e empurrou ambos no chão, dominando-o com sua posição. Empurrou a virilha em Sirus, colocando pressão primorosa em suas bolas e ereção. Sirus ofegou quando suas bolas cresceram e apertaram, rapidamente sinalizando o fim — provando o quão quente tinha estado o dia todo enquanto pensava sobre Greyson Cole.

Jeter, Rodriguez, Longoria… Em sua mente, Sirus rapidamente começou a

e puxou seus quadris para cima enquanto esfaqueava abaixo. Afundou a língua toda a distância em sua boca, lambendo vorazmente, e empurrou Sirus sobre a borda com dois movimentos de liga secundária.

Sirus gemeu em sua boca, o som abafado enquanto o orgasmo o alcançava. Com o pênis ainda enfiado em sua calça, seu corpo inferior estremeceu. A liberação sacudiu através dele tão profundamente como se tivesse seu comprimento enterrado até as bolas bem no fundo do cu apertado de Grey. Ejaculação aqueceu seu ventre e rastejou para fora do cós. Sabia que tinha vazado através do jeans e que Grey o sentia também.

Deus, o que estava acontecendo com ele? Não tinha nenhum controle perto deste homem. “Sinto muito por isso.”

“Não sinta.” Grey soltou seus quadris e enfiou a mão entre seus corpos, tocando os dedos sobre seu pênis gasto e seu jeans úmido. Olhou para cima e encontrou seus olhos, e um sorriso insolente agraciou seus lábios tingidos de beijos. “Sei que vai estar duro novamente em um minuto.” Terminou de descer o zíper e enfiou a mão dentro da calça e cueca, acariciando seu comprimento pegajoso, fazendo Sirus choramingar com necessidade renovada. “Vi quando você fez isso ontem à noite.” Grey ordenhou se pênis e, com certeza, o formigamento em sua espinha começou tudo de novo, e ele começou a endurecer na mão de Grey novamente.

Deslocando-se de joelhos, Grey desceu a frente da cueca de Sirus e soltou seu pau se espessando rapidamente. Seu pênis empinou em direção a seu estômago, a ponta quase chegando ao umbigo. “Maldição,” Grey assobiou quando o tirou fora, “isto é incrível.”

Sirus mordeu o lábio, se recusando a admitir que esta fosse a primeira vez que seu corpo reagia de tal maneira com tão pouca provocação ou controle. Sabia que Grey não queria ouvir nada que pudesse insinuar algo especial entre eles, e Sirus tinha um hábito ruim de querer ver mais em seus companheiros sexuais do que estava realmente lá de qualquer maneira. Este a curto-prazo de “conhecidos com benefícios” que estava tendo com Grey era a oportunidade perfeita de provar que podia ter um caso sem transformar a relação em algo mais. Mesmo assim, pulsava com necessidade de tudo e tinha que saciar um pouco dessa luxúria agora.

Empurrou a camisa e segurou seus próprios mamilos entre o polegar e indicador, torcendo os pontos doloridos de carne e puxando naquela linha invisível entre seu peito, barriga e pênis.

“Sim, gosto de ver isso.” A voz de Grey era espessa e cheia de calor. Ele desistiu do agonizante e maravilhoso estrangulamento no pênis de Sirus e comeu uma linha de beijos por cima de seu estômago, fazendo tremer a carne com cada toque leve. “Tire-a o resto do caminho para que eu possa ver mais.” Empurrou as mãos sob a camiseta e a puxou sobre sua cabeça, levando a camisa de flanela desabotoada junto.

Parado de joelhos novamente, Grey tirou a própria camisa, nunca tirando os olhos de Sirus enquanto o fazia. “Jesus.” Trabalhou no botão e zíper de seu jeans, empurrando-a abaixo dos quadris, e deixando seu pênis rígido livre. Olhou Sirus de cima a baixo, os olhos escurecendo de desejo a cada centímetro que ele estudava abertamente. “Não acredito que eu poderia jamais ficar entediado olhando para você.”

Calor cauterizou sua carne, deixando-o em chamas com apenas aquele olhar. Tomara sempre muito cuidado com si mesmo e era bom ver nos olhos de alguém que o apreciava.

O fôlego de Sirus rapidamente ficou irregular, tornando cada respiração profunda uma tarefa quase dolorosa.

O desejo por conexão o oprimiu e ele se ergueu, serpenteando o braço no pescoço de Grey e puxando o homem para ele até que suas testas se tocaram. Tão peto assim, seus peitos se encontravam com cada respiração profunda que tomavam, raspando os mamilos sensibilizados sobre carne firme. “Não me importo de olhar para você também,” Sirus afirmou com voz baixa. Seus olhares se confrontaram, desafiando, e Sirus dizimou a distância escassa entre eles, entregando a Grey um beijo quente e de boca aberta.

Gemendo quando Grey se afundou em uma surra de línguas, Sirus deslizou os braços à sua volta e atraiu o outro homem para cima dele, amando quando seu peso o pressionou no tapete. Tocou cada parte de suas costas, as palmas abrangendo cordas quentes e sólidas de músculos, que flexionavam e rolavam sob suas mãos. Querendo mais, Sirus deslizou as mãos para baixo e apertou sua bunda,

esfregando seus pênis juntos entre seus estômagos. Amassou as nádegas com cada balanço de seus quadris, e seus dedos se deslizaram para o vinco de Grey.

Grey de repente sacudiu e rasgou sua boca longe, ofegante, os olhos com redemoinhos de âmbar e verde. “Roupas,” ele disse, a única palavra um latido áspero. “Quero que o resto de suas roupas desapareça.” Ele fortemente se empurrou, apoiou-se em um braço, e arrastou seu próprio jeans pelas pernas. “As minhas também. Quero a nudez que não tivemos lá fora a noite passada.”

Com sua mente ainda em uma névoa de luxúria, Sirus chutou os sapatos e meias, e então se balançou fora das calças. O tempo todo assistindo Grey enquanto sua mente tentava pegar o máximo da retirada do homem. Sacudiu a cabeça, tentando levar um pouco do sangue de seu pênis de volta para as outras partes cruciais de seu corpo — principalmente o cérebro. Abriu a boca para perguntar o que tinha levado o flash de sombras em seus olhos, e deixou-a estalar fechada novamente quando Grey mergulhou e lambeu direto na parte inferior de seu pênis, atirando-o de volta no prazer drogado. Perguntas esquecidas, ele arqueou as costas fora do chão, seu pau rapidamente vazando pré-semem como novo em folha mais uma vez. Grey rodou a ponta da língua em torno da cabeça, provocando-o com sacudidas. Então, achatou a língua e deu uma lambida ao reverso na ereção, arrastando Sirus em uma névoa sensual onde nada além do sexo importava.

Sirus olhou o comprimento abaixo de seu torso, mas mal podia ver claramente através da necessidade nublando seu olhar. Grey enterrou o rosto na palha de cabelos púbicos escuros, e um ruído maravilhoso zumbiu contra suas bolas, a excitação tornando-as pesadas com sementes novamente.

“Amo o jeito que você cheira,” Grey murmurou, com a boca direto em seus testículos.

“É puro sexo e homem.” Puxou uma das bolas em sua boca e amamentou-se como um bebê na teta da mãe. E Sirus podia jurar que sentiu sua resposta até a ponta dos dedões dos pés. Empurrando suas coxas abertas mais largas, Grey trabalhou seu saco todo em sua boca e o rolou em torno de um calor molhado divino, só para soltá-lo e lamber em seu períneo sensível, empurrando o ponto doce de Sirus para fora de seu corpo.

“Ohh, Deus, sim.” Sirus gemeu e arqueou os quadris no rosto de Grey, implorando por mais.

Grey tomou seus golpes com um murmúrio silencioso e empurrou suas pernas ainda mais distantes, dividindo sua fenda. Cavou os dedos nas costas de suas coxas, achatando a carne e revelando seu buraco. “Porra, Wilder,” suas narinas chamejaram, e seus dedos flexionaram em torno das pernas de Sirus, “você parece bom o suficiente para se comido por inteiro.” Com isso, arrastou seu corpo inferior fora do tapete e enfiou o rosto em seu vinco, a língua indo direto para o cu de Sirus.

Sirus empurrou, e seus músculos se agarraram enquanto ele lutava para aceitar o prazer que Grey lhe dava. “Oh, oh, oh Deus…” Rangendo os dentes, mal podia respirar com as primeiras voltas e lambidas íntimas. Grey mordiscava e sondava seu broto, e a pele rica de nervos ondulava com prazer. Parecia perfeito e certo, e ao mesmo tempo, terrivelmente errado estar fazendo isso tão rápido… E Sirus nunca queria que acabasse. Enganchou os braços em volta de seus joelhos e segurou-se aberto para mais das atormentadoras ministrações. Grey adicionou a pressão do polegar na mistura, e Sirus mordeu o interior da bochecha, tirando sangue enquanto lutava para protelar um segundo orgasmo. Deus, ele não tinha um cara o arando em uma meia dúzia de anos, e era tão malditamente bom que ele não sabia quanto mais podia tomar.

Esticando o pescoço, Sirus assistiu Grey trabalhar sua entrada com um foco total e completo, como se nada mais no mundo existisse ou importasse. A ponta áspera de seu polegar escovou sobre o esfíncter novamente, fazendo-o sua passagem interna contrair e seu pênis pulsar, empurrando para fora mais pré- semem. Grey empurrou no músculo tenso, seduzindo-o a se abrir com estalidos alternados da língua e a pressão do polegar. “Vamos, mel,” as palavras sussurradas de Grey acariciaram sua carne mais íntima, junto com seu polegar e boca, “dê isso para mim.”

Como se ele tivesse uma mente própria e pudesse ouvir a fala doce, o cu de Sirus relaxou então, e o polegar deslizou dentro, imediatamente se empurrando todo e tomando seu rabo. Grey não lhe deu tempo de se ajustar. Assim que o trabalhou um pouco aberto, se retirou e deslizou dois dedos para dentro, massageando seu canal apertado com um profundo movimento de saca-rolha

dentro e fora, estirando seu anel flamejante com cada turno. Sua barriga apertou e seu pau se contraiu enquanto olhava incapaz de rasgar seu olhar longe, enquanto os dedos de Grey desapareciam em seu reto novamente e novamente. Ele pastava sua próstata a cada golpe, porém empurrou um terceiro dedo e ampliou sua passagem, mesmo com mais esse agonizante prazer doloroso, Sirus morria com a necessidade de algo mais longo, mais duro, mais grosso penetrando seu buraco até o cabo.

Suas paredes estremeceram ao redor da invasão, agarrando com um aperto forte.

“Jesus.” Grey olhou para cima e encontrou seus olhos enquanto aliviava os dedos até onde ele podia levá-los, e então, lentamente, os puxou de volta, dirigindo seu traseiro insano por mais. “Você tem um cuzinho incrivelmente responsivo.”

Sirus queria Grey tão malditamente ruim agora que seu corpo doía por isso. “Fode ele então. Leve-me, Grey, por favor.” Sirus ouviu o apelo pela conexão em sua voz, e odiou. Ele rosnou, cobrindo o deslize de fraqueza com uma crueza nua que não tinha qualquer sinal de intimidade. “Fode meu rabo. Duro.” Empurrou, emperrando seu anel esticado na mão de Grey. Não podia deixar que isso fosse nada além de sexo. Gritou essas palavras em sua mente, acima da luxúria e paixão, e não calou a voz até que a mensagem endureceu seu coração. “Faça-o,” comandou com voz áspera. “Dê-me seu fodido pau bem fundo, agora.” Exigiu, e não recuou.

* * * * *

Jesus. Fodido. Cristo. Grey nunca esteve tão duro em sua vida.

Seu pau se esticou contra sua barriga em reação ao tom de Sirus, manchando uma linha de pré-semem em sua pele. Tinha os dedos enterrados em sua bunda até a segunda junta, com seu canal ardente cerrando apertado, e estremecendo em torno da penetração. A visão inchou suas bolas, deixando-as pesadas e doloridas, e ele sabia que sua resposta seria mil vezes mais inimaginável quando seu pau se encaixasse na casa sufocante do buraco de Sirus.

Não, não pense assim. Pânico constringiu seu peito em uma faixa dolorosa. O corpo de Sirus não é sua casa.

Por instinto, Grey retirou os dedos do cu de Sirus e bateu em seu quadril, ganhando total atenção do homem. “Vire-se.” Sua voz estava cheia de areia, mas isso, ele não conseguia esconder ou controle. Forçou-se a estudar a forma impressionante do homem como algo puramente de perfeição física, e tentou não pensar no cara que fez belas obras de arte, beijava como ele gostava do ato, a fim de respirar, e que não roncava. Olhou para o corpo masculino e venceu apertado sobre o homem que acidentalmente tinha conhecido. Olhou abaixo e brincou com o dedo em sua entrada aberta novamente, focado mais uma vez apenas no sexo. “Em suas mãos e joelhos.” Aliviou o dedo fora de seu canal tão rápido quanto o tinha cutucado, e então alcançou o encosto do sofá e agarrou a bainha do casaco de Sirus, puxando-o para a extremidade do assento. “Quero uma bela visão de meu pau tomando seu rabo doce.”

Sua mão tremia enquanto sentia em torno dos bolsos em busca do lubrificante, mas se recusava a fugir dos olhos intensamente aquecidos para carvão. Enquanto esperava que o homem se virasse, Grey o olhou inabalável, desafiando o fogo ardente em seu olhar.

Sirus se ergueu para os cotovelos, mas não fez qualquer esforço para mudar de posição. Na verdade, ele parecia completamente desafiador, e o pulso de Grey disparou.

Nunca os deixe vê-lo superado; Nunca os deixe vê-lo suar. Lembrando-se de

suas palavras para viver, Grey pegou o frasco de lubrificante e o virou direto entre as coxas espalhadas de Sirus. De joelhos, olhou em seus olhos e não piscou. “Você quer que eu te vire e te prenda, e te fôda desse jeito?” Grey espremeu um bocado de lubrificante, soltou o frasco, e enfiou o dedo médio em seu cu novamente, forçando o túnel apertado e úmido até que atingiu a zona de matança que procurava. Segurou o dedo direto em sua próstata, negando ao homem a pressão que ele sabia seu corpo tão desesperadamente precisava. Com cada minúscula bombada de movimento que dava em seu buraco, Sirus ofegava, e seu pau lançava um fluxo constante de pré-semem. “Sim, você quer.”

Cristo, como o pau de Grey chorava em antecipação para encher a bunda de Sirus. Ele brincou em seu canal com o dedo só um pouco mais. “Mas é a foda que o tem vazando tão malditamente duro, ou é o pensamento da força?”

Sirus bateu o dedo de Grey fora de seu buraco e se empinou sobre essas palavras. Rapidamente se colocou de joelhos, colocando suas frentes em pleno contato uma com a outra. Olhou bem em seus olhos, enquanto alcançava e acariciava todo o comprimento do pênis rígido de Grey. “Não tente me superar,” Sirus mordeu o lábio inferior de Grey e puxou, deixando-o preso entre os dentes até que soltou, “a menos que esteja pronto para ser a pessoa que acaba por baixo, com meu pau enterrado em seu buraco.” Plantou um beijo duro em Grey, contundindo em vigor, mas então, abruptamente, recuou, e se virou, esfregando a bunda direto em sua ereção. “Lembre-se disso.”

Grey não tinha certeza se as palavras de Sirus eram uma ameaça, um desafio, ou uma promessa. Agora, com seu pau deslizando entre as pregas de Sirus, montando sua fenda e enviando cada terminação nervosa de seu pau em um frenesi, Grey não conseguia pensar claro o suficiente para se importar. Embrulhou a mão em sua garganta, puxou a cabeça do homem para trás e tomou sua boca em um beijo duro, empurrado, profundo e agressivo o suficiente para fazer Sirus empurrar e ser complacente.

Um gemido quase silencioso escapou do homem, implorando sem palavras por mais. Sabendo que estava no comando totalmente mais uma vez, Grey alcançou entre seus corpos, posicionou a cabeça de seu pênis no anel de Sirus, e dirigiu seu comprimento para casa.

“Ahh… porra, porra.” Com a primeira penetração, Sirus caiu para suas mãos e empurrou seu peso para trás no pau de Grey, forçando sua ereção a entrar mais fundo. “Foda-me, Grey.” Sirus começou a se ajudar bombeando os quadris para trás e deslizando seu canal ao longo do pênis embutido. “Foda-me.”

O erro da palavra casa se deslizou no consciente de Grey pela segunda vez em tão poucos minutos, o importunando para corrigir seu processo de pensamento. Mas dessa vez, Jesus Cristo, dessa vez, ele tinha seu pau desembainhado hospedado dentro do cu apertado e quente do outro homem, e seu cérebro não conseguia processar nada como mais importante ou relevante do que isso. Olhou abaixo e assistiu-se empurrar seu pau no buraco esticado, invadindo o corpo do homem, sem nada entre eles. Sirus gemia quando Grey enchia seu canal, o som vindo do fundo dele, e Grey era puxado completamente na correnteza do sexo com este homem.

Caiu em cima de Sirus e fundiu seus corpos juntos de outro jeito, cobrindo-o como um animal no cio enquanto se retirava e esfaqueava seu comprimento através do reto apertado, emperrando sua cabecinha em uma segunda barreira interior que não se moveria. Cutucou, e Sirus grunhiu, seus joelhos escorregando um pouco mais distantes, empurrando ambos alguns centímetros mais abaixo. Empurrou de novo, mas ainda não conseguiu o que queria, e pelo que doía com cada fibra de seu ser.

Uma penetração completa no buraco de Sirus.

Grey lambeu o pescoço de Sirus e lambeu seu ombro. “Dê-me o resto,” disse, com a voz áspera e dura. Sondou a língua em seu ouvido, enquanto tirava e afundava seu pau de volta em seu cu, tomando tanto quanto Sirus lhe dava. “Quero tudo.”

Sirus respirou fortemente sob Grey, e suor escorreu de seu corpo, fazendo-os lisos como focas em jogo. “Tome-o.” Ele empurrou de volta em cada bombada do pênis de Grey, aparentemente tão desesperado por mais quanto ele. “Quero isso.” Suas pernas caíram mais abertas e ele deslizou para os cotovelos, a testa cavando

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