Oh Cristo, eu fiz isso. Grey zumbiu por dentro e sentiu-se meio instável. Eu realmente pedi a Sirus para me foder.
Sirus tropeçou em uma parada e agarrou o pescoço de Grey, forçando seu rosto para cima. O olhar de pequeno-menino-perdido tinha desaparecido de seus olhos, e choque largo e claro tinha tomado seu lugar. “O que você disse?”
“Você me ouviu.” Grey deslizou os dedos em seu antebraço e cobriu a mão de Sirus enrolada em sua nuca. Apertou-a e chegou mais perto até que seus corpos se tocavam.
“Você me pediu isso alguns dias atrás, mas eu não quis saber. Você estava certo, porém. Eu quero sentir alguém dentro de mim novamente.” Ele tremeu ao declarar estas palavras. “E eu quero que seja você.”
“Ohhh, Deus…” Sirus estourou uma respiração instável e seus dedos cerraram reflexivamente ao redor do pescoço de Grey. “Nunca achei que jamais ouviria você me dizer isso.”
Um frisson de pânico atravessou Grey, e as palavras mal começaram a disparar de sua boca. “Deixe-me te chupar primeiro.” Alcançando entre eles, trabalhou o botão e zíper do jeans de Sirus, seus nervos comandando o show. “Saboreando você em minha boca me faz fantasiar sobre tê-lo em minha bunda.” Esfregou a mão através de seu pau já se espessando, e sua boca regou para mais.
Gemendo, Sirus arrancou o casaco e rasgou aberta a camisa, revelando uma linha de carne escura e dura que parava na faixa branca da cueca. “Poderíamos… Ahh, sim, mais duro.” Cobriu a mão de Grey e moeu ambas em sua ereção. “Bem assim.” Soltou seu pescoço e apoiou a mão no batente da porta. “Você quer…” Ele parou, sibilando quando Grey puxou seu comprimento fora do topo da cueca e brincou com a ponta. Sacudindo a cabeça, Sirus ergueu a atenção para seu rosto, e rangeu os dentes. “Espere um minuto.” Ele acalmou sua mão, os olhos amolecidos. “Você quer ir para a cabana antes?”
“De jeito nenhum.” Grey não podia tolerar abrandar ou parar agora. Vibrava de necessidade e não queria arriscar moer sua excitação a uma parada. “Eu quis ter seu pau em minha boca na primeira vez que te vi trabalhando aqui sem camisa.” Descascou o casaco e camisa dos ombros de Sirus, revelando músculos mais belos do que deveria ser legal. “Claro, nesse tempo,” ele mergulhou e lambeu um mamilo, sacudindo a ponta, “Em minha mente, eu comecei a lamber suas costas e trabalhei meu caminho até sua bunda.”
Com essa confissão, Grey abriu a boca e mordeu no músculo de seu peitoral, afundando os dentes fortes o suficiente para picar.
“Oh, sim…” Sirus silvou e tropeçou de volta na parede, arrastando Grey com ele.
Forçou o rosto de Grey mais duro em seu peito. “Faça isso de novo.” Espetou os dedos em seus cabelos e cavou no couro cabeludo enquanto arqueava as costas na parede. “Deixe sua marca em mim.”
Encorajado, o pau de Grey queimou em seu jeans. Abateu-se sobre o peito de Sirus novamente, o ato de morder despertando o inferno fora dele. Nunca tinha usado o ato de morder como preliminar antes, mas com Sirus, queria deixar sinais visíveis de agressão por todo corpo incrível do homem.
Indo para seu mamilo, Grey se agarrou e chupou, puxando a carne ligeiramente levantada em sua boca e lambendo-a toda. O gosto afiado e salgado de suor cobriu sua língua, esporeando-o a uma varredura maior sobre o peito de Sirus, e através do outro mamilo, onde o atacou com uma sucção incrível. Sirus segurava sua cabeça firmemente e fazia pequenos ruídos guturais de encorajamento, persuadindo-o a morder, e chupar, e acariciar, tudo isso enquanto ritmicamente esfaqueava a ereção em seu estômago e deixava marcas de pré- semem em sua camisa.
Grey olhou para Sirus através de pálpebras semicerradas, enquanto beijava seu caminho pelo estômago plano e sólido do homem. “Segure um pouco de excitação para quando eu chegar lá.” Sacudiu a língua em seu umbigo, provocando a pequena reentrância o suficiente para fazer tremer seu estômago.
Com os olhos cheios de tiros de prata, Sirus respirou fortemente e olhou meio embriagado. “Faça-o rápido.” Agarrou seu pau e segurou o comprimento esticado em oferecimento. “Não sei quanto tempo mais posso adiar meu gozo.”
Abaixando-se de joelhos, toda a boca de Grey vibrou no pênis enorme e densamente venoso sobressaindo em direção a seu rosto. A longa fenda segurava uma gota perolada de semente, e ele jurou que todo aquele belo comprimento pulsava com uma batida de coração visível. Jurou que batia Greyson, Grey-son,
Grey-son no tempo com a batida de seu próprio coração. Enquanto olhava,
hipnotizado com o querer, a gota de pré-semem cresceu e começou a deslizar pela abertura. Arremessou a língua e a pegou, provocando a salinidade do homem sobre suas papilas gustativas enquanto a ponta de sua língua pastava a fenda.
Um tremor atravessou Sirus, e ele empurrou a cabeça de seu pênis na costura dos lábios de Grey. “Por favor,” Soltou a pressão em seus cabelos e cruzou os braços acima da cabeça contra a parede, parecendo quase eroticamente angelical, “faça-me gozar em sua boca.”
Desejo e fogo inegável queimaram dentro de Grey, sua necessidade pelo pau deste homem — Bem além da necessidade do pau de qualquer outro homem — o engolfou em chamas, consumindo-o por inteiro. Rosnou e abriu sobre a ereção se empurrando, enchendo quase o comprimento todo em sua boca com um impulso largo, com sua garganta já naturalmente relaxando para tomar o tamanho extra. O
pau quente e latejante assumiu todo o espaço de sua boca; O cheiro masculino almiscarado invadiu suas narinas e entrou em sua corrente sanguínea, e os ruídos ásperos e necessários de Sirus manteve Grey subindo e descendo na espessura ardente do homem, voraz para cada gosto que pudesse conseguir.
Enfiou as mãos entre suas coxas e massageou suas bolas pesadas e cheias de semente, alternando entre rolar e puxar o saco levemente peludo. Sirus gemeu acima, suas pálpebras se fechando enquanto Grey atormentava seu membro e testículos sensibilizados. Contorceu-se quando Grey o chupou profundamente; E moveu o traseiro tão freneticamente que certamente raspava a bunda nua com cada passada das nádegas contra o reboco da parede áspera.
Sirus foi incapaz de permanecer quieto ou mudo ao desejo alimentado por Grey de deixar tudo solto com este homem e gritar “Que venham,” em face às consequências sentimentais desastrosas.
Grey soltou suas bolas e agarrou seus quadris com ambas as mãos, afundando os dedos na carne de aço forte o suficiente para criar hematomas. O pensamento de deixar ainda mais evidências de sua presença em Sirus atraindo um rosnado de propriedade através dele, e a necessidade tangível e audível vibrou ao longo do pênis enterrado no fundo de sua boca.
“Oh sim… Sim.” Sirus empinou os quadris em seu rosto, o poder atrás de suas punhaladas quase forte o suficiente para desalojar sua alça. “Tão… Ahhh,” ele bateu os punhos na parede acima de sua cabeça, “porra, perto.”
Grey crescia cada vez mais duro com cada resposta aberta e visível de Sirus. Seu pênis e cu pulsavam com a necessidade de gozar, mas ignorou o desejo de tocar a si mesmo, pensando apenas no homem diante dele. Afundou em seu comprimento novamente. E quando o fez, deslizou o plano de sua língua ao longo da parte inferior do pênis e forçou a parte de cima contra o céu da boca. Pré-semem vazou e pingou perto de sua garganta, lhe dando tortuosamente toques maravilhosos do dilúvio preso nas bolas de Sirus. Obteve-o na parte de trás de sua boca e então seguiu em frente, empurrando a cabeça de cogumelo abaixo em sua garganta… Então um pouco mais. Quando não podia tomar mais, ele tragou. Uma vez, duas…
Sirus rugiu na terceira tragada, seu corpo inteiro travou. Uma fração de segundo depois, ele recuou e segurou seu pênis, bombeando seu pau lambuzado de saliva com o punho enquanto esporeava uma carga de sementes em toda sua língua. Grey segurou seus quadris e manteve a boca aberta para tomar toda a porra do homem, avidamente aceitando cada linha espessa de ejaculação amarga que Sirus lhe dava, e lambendo-o como um cachorro que conseguia seu primeiro gole de água em uma semana. Eventualmente, a última gota caiu. Depois que a tragou, ele meneou a ponta da língua na fenda, certificando-se de que não havia mais nada para beber. Sirus estremeceu, mas tinha sido chupado seco e nem outro chuvisco de sêmen vazou de sua ereção minguando.
Certo, Cole. Faça isso agora, antes de se acovardar.
Grey olhou o pênis de Sirus, ainda bem acima da média, mesmo sem um furioso tesão.
Tragando em silêncio, ficou de pé e recuou enquanto olhava para Sirus — sexy pra caralho — e então desviou o olhar. “Então, onde você me quer?” Dando com a mesa de trabalho no centro, Grey equilibrou e içou-se para cima. “Aqui?” Empurrou-se através da superfície para o centro e agarrou o cinto.
Sirus se colocou de volta em sua cueca e jeans, e atravessou o cômodo em dois passos rápidos. Embrulhou a mão em torno do tornozelo de Grey e o arrastou de volta para a beirada da mesa. “Não vou fodê-lo em minha mesa de trabalho, bebê.” Sirus relampejou um de seus sorrisos rápidos, e Grey não soube se seu coração acelerou por aquilo ou pelo carinho.
Antes que pudesse decidir, Sirus o ergueu direto da mesa, segurando-o cara a cara.
“Pelo menos, não na primeira vez.” Pressionou um beijo ridiculamente doce em sua testa que quase o fez chorar como um bebê. “Agora coloque as pernas ao meu redor.” Sirus embrulhou um braço em torno de suas costas e deslizou o outro até segurar sua bunda enquanto começava a andar. “Segure-se firme. Vou te levar para a cama.”
Com seu coração bombeando rápido o suficiente para fazer seu corpo inteiro tremer, Grey olhou abaixo, onde Sirus se ajoelhava aos pés da cama. Já nu, como o dia que Deus o colocou no mundo, ele deslizou seu jeans e cueca e os deixou cair ao chão, deixando Grey completamente nu. E deslizou o olhar por seu corpo, os olhos arregalados, como se nunca o tivesse visto antes; Grey estremeceu na exposição, sentindo-se quase como se fosse a primeira vez que ele via seu corpo nu. Sirus levantou uma sobrancelha. “Frio?” Deslocando, ele rastejou até Grey e se estabeleceu em cima dele, meneando no espaço entre suas pernas espalhadas. “Você precisa de um cobertor quente e vivo para mantê-lo aquecido?”
“Não mais.” Grey o puxou, beijando-o de novo e de novo, rápido e forte enquanto envolvia sua cintura com as pernas. Agarrou o lubrificante que Sirus tinha jogado na cama e tentou empurrá-lo na mão de seu amante. “Agora me fode.” Sua voz soou um pouco crua e alta para seus próprios ouvidos. “Por favor.”
Segurando sua mão, Sirus quebrou o beijo, recuou, e examinou seus olhos. “Querido,” intensidade e suavidade de alguma forma fundiam as profundezas de ardósia do olhar de Sirus, e varreu seu caminho direto na alma de Grey, “se você pensa que vou começar e terminar isso empurrando meu pau em sua bunda, então você não me conhece muito bem ainda.”
Eu quero trabalhar como o inferno para lhe dar prazer antes de tomá-lo. As
palavras de Sirus da outra manhã piscaram na mente de Grey, e ele sentiu como se alguém tivesse jogado água gelada em seu corpo ardente.
“Está tudo bem. Você pode foder-me agora.” Grey rolou sob Sirus e empurrou a bunda contra o pênis do homem. O comprimento se agitou contra seu vinco, e seu canal contraiu apertado o suficiente para transformar carvão em diamantes. Ao mesmo tempo, um lugar bem no fundo gritou para que Sirus o forçasse aberto e o enchesse até a borda. “Prometo que quero você dentro de mim.”
“Sim.” Sirus riu e beliscou o lóbulo de sua orelha. “Você realmente sente como se estivesse todo relaxado e pronto.” Enfiou a língua em seu ouvido e o fodeu, mas, ocasionalmente, recuava e circulava a concha, parando de vez em quando para soprar a pele molhada seca. Grey tremeu com o tormento fresco, e Sirus sussurrou em seu ouvido, “Você vai está tremendo assim e implorando por mais
quando eu foder seu rabo. Não vou empurrar meu pau em seu buraco um segundo antes de saber que está chorando por isso tanto quanto eu.”
Grey se afundou um pouco mais no colchão quando a tensão atando seu núcleo relaxou um pouco. “Acho que você me deixou um pouco mais perto.”
“Bom.” Sirus se abaixou e mordiscou seu ombro. “Vamos ver quanta diversão eu posso ter com você antes de eu chegar lá.”
Grey sentiu seus lábios puxar em um sorriso contra sua nuca, e teve que morder a bochecha para não sorrir também. Seu reto ainda pulsava involuntariamente com cada escovada do pau de Sirus contra suas nádegas, mas seu próprio pênis respondia a todas as pinceladas da boca ou dedos sobre suas costas também, como se lutando para provar que seu corpo queria isso tanto quanto o temia. Cabia a sua mente anular o medo e deixar seu desejo por Sirus vencer a batalha.
Sirus parou de plantar beijos cerca de um terço do caminho abaixo de sua coluna. “Você está se apertando em mim novamente, bebê.” Ele pressionou as palmas abaixo em seus lados e cutucou em sua cintura e quadris, fazendo-o rir e se contorcer contra a sensação de cócegas.
“Pronto.” Sirus empurrou a mão sob seu corpo e acariciou seu pênis crescendo rapidamente. “Pare de pensar tanto e apenas me deixe ajudá-lo a se divertir.” Ele prendeu a cabeça do pau de Grey contra o colchão e criou um casulo aquecido entre a cama e sua mão.
“Não é um pedido fácil a um homem como eu. Ohhh, porra, porra…” Sirus brincou com a ponta de seu pênis, e um pequeno ruído trinado escapou de Grey enquanto um calafrio de prazer percorria sua espinha. Fora de controle, ele circulou os quadris e começou a foder a pequena caverna que a mão de Sirus tinha criado, e meio que se deslizou de volta na adolescência quando pela primeira vez tinha ficado curioso sobre as muitas coisas que poderia fazer com seu pênis para gozar.
“Sim, assim mesmo. Não pare.” Sirus ergueu-se e mergulhou a língua em sua espinha, deixando uma trilha molhada de carne estremecida em seu rastro. Amassou seu quadril com uma mão, e a outra permaneceu presa sob seu corpo, um lugar provisório para Grey bombear seu pênis.
Transpiração começou a aparecer em uma fina película sobre a carne de Grey, mas nem o calor saindo de seu corpo ao se misturar com o frio no ar não tinha o poder de arrefecer sua excitação crescendo rapidamente. Sirus murmurava palavras incoerentes de apreciação em sua pele. A cada ruído que fazia, ele dava uma varredura maior com a língua através de algum ponto de suas costas, lambendo cada gota de suor salgado que se formava em sua pele. Grey amou que Sirus parecia querer cada bocado de oferta que seu corpo tinha para dar, não importava o quão insignificante era. O entusiasmo despudorado empurrou sua excitação para níveis cada vez mais elevados, e logo ele se ergueu até os joelhos e empurrou seu rabo no ar, desalojando Sirus de suas costas e a mão dele de seu pau. De repente mãos grandes e fortes estapearam suas nádegas, e então agarraram as bochechas de sua bunda, dividindo sua fenda aberta.
“Oh Deus.” Reverência enchia a voz de Sirus. O som de cuspir alcançou os ouvidos de Grey um segundo antes que um líquido molhado revestisse seu cu. “Esta é uma coisa de pura beleza.”
Sirus assobiou, Grey fechou os olhos, preparando-se para a dor. Ao invés, o mais suave sussurro saliente de umidade balançou sobre seu anel, sacudindo direto através dele em uma onda rolante de prazer.
Oh Cristo. Era a língua de Sirus lambendo seu rabo.
Grey choramingou, e seu pau de alguma forma pulsou mais e ficou ainda mais duro.
Dolorosamente mais.
“Mmm…” O gemido de Sirus vibrou contra seu cu, e a sensação ondulou por sua passagem, fazendo seu canal tremer em vez de apertar em terror miserável. Sirus rapidamente lavou o plano da língua de seu períneo toda a distância de sua fenda e atrás, saboreando-o em todos os lugares.
A imagem mental, junto com o belo tormento da boca e língua de Sirus por toda parte e ao redor e quase em seu buraco, enviou Grey em parafuso e o teve agarrando seu pênis. Masturbou-se, sentindo-se totalmente fora de controle, mas impotente para rasgar a mão de seu pau ou rastejar longe deste homem, e de volta a um lugar seguro. Seu pênis queimou da manipulação áspera que lhe dava, mas
sentia-se quase como uma marionete cujas cordas estavam à mercê de alguém que não era ele.
À mercê de Sirus.
Ao comando da língua de Sirus.
À vontade dos dedos contundentes de Sirus, que o seguravam escancarado para que seus lábios e língua talentosa pudessem chupar e comer deliciosamente em suas pregas, relaxando sua entrada tão malditamente bem, que Grey jurava que Sirus poderia enfiar um punho dentro dele sem que ele sequer vacilasse.
Grey bateu em seu pênis implacavelmente, a dureza dentro gritando por liberação. “Agora,” Grey disse. A boca aberta contra o travesseiro enquanto lutava para respirar através de tantos prazeres requintados atacando seu corpo amarrado apertado de uma só vez. “Oh foda-se, Sirus,” Grey empurrado a bunda na cara do homem, “dê-me agora.”
Sirus subiu acima de Grey num flash e cavou a mão em seu cabelo, puxando sua cabeça para trás até que seus olhares se confrontaram. Sirus puxou ambos de joelhos, picando o inferno fora de seu couro cabeludo. Dobrou-se de joelhos entre suas coxas espalhadas. Então, esmagou a boca contra ele e forçou seu caminho para dentro. Quando ele beijou o fôlego fora de Grey, ele articulou em sua boca, “Agora.”
Um chiado de pressão fez cócegas sobre o buraco de Grey, e então, um flash quente de queimadura. Com uma punhalada perfurando seu anel provocado, o dedo de Sirus deslizou dentro de seu buraco. Grey mordeu o lábio de Sirus quando sua entrada e canal se fecharam em torno de seu dedo, relampejando pânico e desconforto em seu reto.
Sirus terminou de empurrar o dedo toda à distância para dentro, mas não se moveu. “Beije-me, Greyson.” Esfregou a boca sobre Grey, e o toque acobreado de sangue alcançou sua língua. “Beije-me como se você não se importasse com nada mais do que conseguir que eu o beije de volta.”
Com seu torso meio virado, Grey enganchou o braço no pescoço de Sirus e segurou seus rostos desfocados perto. “Eu sempre quero mais de você,” confessou. Então fechou os olhos e esmagou sua boca na dele, com medo de saber qualquer coisa a mais do que estava acontecendo nesse exato momento.
Sirus encontrou a força de seu beijo e lhe deu igual crueza, a batalha de tomar e dar cursando tangível através de ambos.
“Deus,” Sirus murmurou, fazendo Grey o sentir, “como você chega a mim.” Abriu a boca e se tornou quase violento, e ao mesmo tempo aliviou o dedo fora de seu buraco, segurando no anel, e então o empurrou todo o caminho de volta para dentro.
Um choque de profunda alegria física disparou de cima a baixo da coluna de Grey e correu até seus dedões dos pés, forçando seus olhos abertos e a mão em volta de seu pênis. Através da névoa de proximidade, assistiu os olhos de Sirus se aprofundar para carvão quando ele saiu e penetrou seu buraco de novo, criando um estremecimento de prazer em sua passagem. Seu pau permaneceu rígido através de cada segundo nesta cama com Sirus. Com o terceiro deslizamento do dedo em sua bunda, Grey arrastou a mão de cima a baixo de seu comprimento junto com o outro homem empurrando dentro e fora de seu canal, a pequena dor agora se