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Capítulo Nove

No documento 02 - O Despertar de Grey (páginas 77-87)

Grey empurrou Sirus na parte de trás do sofá e mergulhou seu pau no cu apertado e abrasador do homem, batendo o comprimento até o cabo.

Sirus clamou na penetração completa a princípio, apoiando as mãos no sofá enquanto empurrava seu traseiro para Grey, exigindo ainda mais sem palavras.

Jesus, ele tem o corpo mais delicioso e mais apertado que já vi. O fodi.

Deslizando as mãos de cima a baixo das costas perfeitamente musculosas, Grey ficou olhando seu pau desaparecer na entrada de Sirus uma e outra vez, e caiu para um lugar de desejo puro e físico. “Tome-o. Oh, foda-se…” Ele tirou todo o caminho, deixado Sirus escancarado por um momento, e então, encheu seu buraco implorando novamente. “Tome meu pau.”

“Dê ele para mim.” Sirus apertou os músculos retais em um vício ao redor do pênis invasor, dirigindo Grey insano de prazer. “Dê ele para mim duro.” Sirus empinou e grunhiu quando Grey perfurou seu canal com estocadas vigorosas e cheias, lhe dando tudo que ele disse que queria. “Oh, sim, caralho… É… Assim... Mesmo.”

A agressão animalesca que Grey normalmente mantida guardada bem no fundo emergiu, e ele montou Sirus como um garanhão em uma égua. Mordeu seu

ombro espesso enquanto cobria o homem completamente e começava uma série de bombadas de pistão-rápido com seu eixo no corpo de Sirus, encoxando ele na mais rudimentar das formas.

Sirus gemeu e empurrou de volta no acasalamento. Olhou por cima do ombro, e seus olhos brilhavam com luz prata nas profundezas de carvão. “Tão bom — ahh!” Gritou roucamente quando Grey dirigiu particularmente fundo e moeu os pentelhos em seu anel esticado. Incapaz de se ajudar, Grey forçou sua entrada de alguma forma ainda mais profunda, necessitando de cada centímetro maldito que pudesse roubar. Da mesma forma rápida, Sirus levou as mãos para trás e agarrou seus quadris, puxando-os juntos. Pressionou a testa no sofá, e escondeu o rosto mais uma vez. “Tão... Bom.” Fôlego breve guiou suas palavras. “Foda-me; Foda-me. Não pare.”

“Não.” Suor escorria pelo corpo nu de Grey, e sua pele parecia esticada e em chamas. “Não posso.” Embrulhou os braços no tronco de Sirus e cavou em seu peito com a ponta cega dos dedos. Segurando apertado, e sem gentileza, Grey bateu Sirus adiante, dobrando o corpo superior do outro homem por cima do encosto do sofá com a força de sua foda.

Sirus se soltou de Grey e plantou as mãos nas almofadas do sofá, fazendo-se fixo mais uma vez. “Empurre meu pau.” Sirus tentou alcançar uma mão e fazer ele mesmo. Fez contato com um silvo. “Dói… Tão duro.”

Grey bateu os dedos de Sirus longe e embrulhou a ereção ardente firmemente na mão, dando ao comprimento espesso um puxão áspero. Sirus gemeu e empurrou na ordenha de seu pau. Ao mesmo tempo, sua passagem aquecida ondulou ao redor do pênis de Grey e apertou, matando-o com prazer imensurável.

“Oh merda…” As bolas de Grey rapidamente quase se absorveram em seu corpo, fazendo-o grunhir e ranger os dentes enquanto lutava para adiar o lançamento. Empurrou freneticamente e puxou no pau aveludado e duro de Sirus, tentando levar o cara ao orgasmo mais rápido do que o formigamento já enrolando em sua própria barriga e correndo por sua espinha. “Gozando… Muito rápido.” Grey ondulou a ponta do dedo em torno da cabeça espessa do pau de Sirus e provocou a fenda larga, esfregando suavemente por todo o capuz. Sirus estremeceu, e seu

buraco contraiu em um aperto sufocante ao redor do pênis embutido, atormentando Grey em desistir da batalha.

“Ahhh!” Grey espetou seu pênis nas profundezas do corpo de Sirus, erguendo-o até a ponta dos pés quando o orgasmo o colheu. Sêmen disparou através dele e correu até seu pau; Seu eixo pulsou dentro do reto de Sirus, batendo no tempo com cada cuspe de esperma quente que ele despejava em seu cu. Grey enterrou os dedos em seu peito rígido, manteve um punho cerrado ao redor de seu membro, e enfiou o rosto em seu cabelo úmido, mal segurando a sanidade através do passeio ferozmente agradável.

Calor úmido esvaziou de Grey, enchendo o buraco de Sirus. Através do nebuloso borrão do sexo cheio de gozo, Grey arrastou a mão pelo comprimento da ereção de Sirus e beliscou a ponta.

Duro. Sirus gemeu, o estrondo baixo vibrando por todo seu corpo, quase como um animal em sofrimento. Direto em cima disso, seu pau saltou no aperto aquecido de Grey, inchou, e então o som de uma cachoeira alta de ejaculação batendo no chão encheu os ouvidos de Grey. Sirus pareceu gozar eternamente, quase imóvel e silencioso enquanto fazia.

Grey ficou parado e quieto por um momento, deslizando em um lugar de facilidade que nunca tinha experimentado em sua vida. Tudo sobre a subida e descida constante do corpo embaixo dele — que seu próprio corpo naturalmente encontrava e imitava — o arrastava em seu feitiço, intoxicando-o com o toque, cheiro e sabor de Sirus, embalando-o para nunca querer deixar este homem fora de seus braços.

Jamais.

Grey estremeceu, sentindo como se a água gelada do lago se empoçasse sobre sua carne aquecida. Não, huh-uh, nada de para sempre. Absolutamente não.

Eu não faço em longo prazo. Eu nem sequer conheço este homem. Não realmente.

Com seu coração disparando por uma razão completamente diferente da foda, Grey soltou Sirus e retirou seu pênis, abafando um gemido na última lasca de prazer.

Sirus se endireitou, e Grey estapeou sua bunda, forçando humor em sua voz. “Isso vai te ensinar a bater-me em uma corrida a pé.” Eles começaram esta manhã indo para uma caminhada perfeitamente inocente. Durante o curso da conversa, e

brincadeiras, os espíritos competitivos vieram à superfície, resultando em Grey desafiando Sirus para uma corrida de volta para a cabana. Sirus tinha aceitado a provocação, ansiosamente.

Sacudindo-se de volta para o momento, Grey capotou Sirus do encosto do sofá para cima das almofadas e pulou em cima dele, sentando em seu estômago. “Se isso acontecer novamente, eu não vou poder esperar que estejamos dentro da cabana antes de retaliar. Eu poderia acabar por te foder lá fora mesmo nos degraus da varanda.”

Com os olhos centelhando, Sirus esfregou as coxas de Grey enquanto relampejava um sorriso travesso.

“Mmm, me lembre de ligar para meus irmãos e agradecê-los por enfiar a competição abaixo em minha garganta quando eu era criança. Se é assim que você vai me punir,” As mãos de Sirus chegaram mais perto do pênis encolhido de Grey, “vou continuar te batendo satisfeito. Permita-me apresentar-lhe luta.”

Em um flash, Sirus embrulhou as mãos sob suas pernas e o virou para o outro lado do sofá. Grey caiu de costas, com Sirus em cima dele, prendendo seus braços esticados no sofá.

Rangendo os dentes e empurrando contra a prisão de Sirus com toda sua força, Grey murmurou, “não vai ganhar duas vezes, Wilder.” Ele imediatamente envolveu as pernas em torno de Sirus e, com cada músculo nele fazendo trabalho extra, forçou-o fora dele e em seu lado. Sirus empurrou de volta com força igual, as mãos ainda algemadas em seus antebraços, e as pernas lutando para agarrar Grey.

Eles se enroscaram para frente e para trás com as pernas, rolando de um lado para o outro como se cada um ganhasse e perdesse a mão superior. As mãos de Sirus escorregavam com cada movimento que fazia, e, eventualmente, as palmas dos homens se tocavam e os dedos se entrelaçavam, mas o impulso de força não permitia a Grey confundi-lo com segurar as mãos. O rosto de Sirus puxava tenso, os olhos brilhavam com determinação, e os músculos flexionavam com cada turno, cada linha destacada por um brilho de suor.

Grey lutava como um cão protegendo seu único osso, mas seu pau gasto queria como o inferno se mexer, então ele lambeu os lábios. “Cristo, homem,”

trancou a perna em torno do joelho de Sirus, pressionando seus pênis juntos na batalha, “você é sexy pra caralho.”

“Oh menino.” Uma explosão de riso escapou de Sirus, e ele jogou a cabeça contra o descanso de braço. “Meus irmãos nunca me disseram isso enquanto lutávamos.”

Quando riu, o aperto de Sirus relaxou, e Grey se moveu rápido. Empurrou-o de costas, segurou-o prisioneiro pelas mãos, e envolveu as pernas do outro homem em uma alça apertada.

Grey olhou abaixo, seu coração balançou na respiração profunda de Sirus e na leveza do brilho em seus olhos. “Peguei você,” Grey disse, com seu tom ridiculamente irregular.

Sirus olhou para ele, aberto em todos os sentidos, e Grey quase não pôde respirar. “Sim. você ganhou.” A voz suave, e seus olhos ainda mais. “O que vai fazer sobre isso?”

Com seu olhar preso, Grey inclinou a cabeça, precisando de um pedaço da confiança e paz daquele homem. Quero você tão malditamente, que não sei como

parar. Grey parou a meros centímetros da boca de Sirus, apavorado pela virada

descontrolada de seus pensamentos.

Ao invés de ir para seus lábios, Grey comeu um beijo rápido em seu rosto e recuou.

“Que tal eu te dar um alívio de alguns minutos enquanto recupero o fôlego.” Largou as mãos de Sirus, soltou suas pernas, e empurrou-se para se recostar no outro descanso de braço, a adrenalina fazendo seus movimentos rígidos e espasmódicos. “Você e seus irmãos devem ter jogado duro quando crianças. Se você não tivesse rido, eu teria sido derrotado mais uma vez.”

Sua testa enrugou, estudando Grey por um momento dolorosamente longo, Sirus, eventualmente, se deslocou e sentou-se também. “Eu não ganhava sempre com meus irmãos,” um sorriso rápido voltou a seu rosto, “mas aprendi a pelo menos ser respeitável em uma briga.”

“Você disse que tem quatro irmãos, certo?” Grey estremeceu assim que a pergunta deixou seus lábios, odiando esse desejo tangível de saber mais sobre este homem encantador.

“Sim,” Sirus respondeu. “Nic — o que ligou para me avisar sobre a visita de minha mãe — é a mais velho. Eu sou o mais novo, dos irmãos de qualquer maneira. Depois de Nic há Richard, Matthew, Thomas, então eu, e finalmente Diana.”

Grey podia plenamente imaginar Sirus cercado por um bando de irmãos e familiares.

Algo sobre ele gritava um laço de família apertado. “Quantos anos você tem?”

“Trinta e um.” Sirus olhou Grey de cima a baixo; Seu foco e interesse esfregando o instinto de Grey a se proteger da sondagem daquele olhar. “E você?”

“Trinta e três.” Coçando a mão pelo cabelo, Grey esquadrinhou suas informações internas sobre Sirus, em busca de algo banal — e seguro. Seu peito queimou e ele quis se levantar e se mover; Qualquer coisa para redirecionar estas perguntas inocentes fora dele.

Inocente sempre leva a íntimo.

Grey finalmente encontrou algo, e a tensão constringindo seu meio relaxou. “Estive querendo te perguntar sobre seu equipamento. Você disse que é motorista de caminhão, mas não vi o veículo em sua cabana.”

“Quando não estou dirigindo, o estaciono em uma garagem na cidade.” A resposta de Sirus saiu tão facilmente quanto Grey achava difícil compartilhar. “O proprietário e eu fixamos uma pequena taxa de aluguel pelo espaço. Desde que eu defino meu próprio horário, e não preciso de um monte de dinheiro para viver uma vida que é confortável para mim, fico às vezes até um mês sem dirigir, se o humor me atinge.” Outro olhar persistente de Sirus teve Grey se contorcendo, dessa vez lutando com a sensação de estar sendo acariciado por grandes mãos calejadas. “Atingiu-me um par de semanas atrás. Parece ter sido um bom momento até agora.”

Grey ajustou seu pau, e limpou a garganta. Fique quieto. “Deve ser bom poder se atribuir tais espaços de tempo para trabalhar em sua segunda carreira.”

Sirus inclinou a cabeça. “O quê?” “Sua arte?”

“Oh,” Sirus relaxou de volta no descanso de braço, sacudindo a cabeça, “Isso não é uma carreira. É algo que faço por prazer. Dar o material para Ginny é apenas

por diversão. Consigo uma grana por fora revelando uma nova arte ou intermédio, e vendo se posso conseguir. Não tenho qualquer interesse em transformá-lo em um trabalho.”

Modesto também. Claro que Sirus não seria apenas sexy, forte, e sabia como

tomar uma fodida como nenhum homem que Grey já conhecera. Ele tinha que ser humilde sobre seus talentos também. “Você provavelmente poderia transformar sua arte em uma carreira.”

Dando de ombros, Sirus disse, “Se eu fosse tão propenso a praticá-la, mas não sou. Que tal você?” Cutucou o quadril de Grey com o pé descalço. “Como você e John decidiram que se emparelhar com pessoas com dinheiro para começar um negócio era o que queriam fazer na vida?”

“John tinha acesso a um círculo de pessoas com grandes quantidades de renda disponível.” Grey respirou mais fácil; Conhecia seu trabalho do avesso e estava acostumado a discutir o assunto com as pessoas. “John me convenceu de que eu era um falador bom o suficiente para conseguir quase qualquer pessoa a participar de qualquer coisa, inclusive com dinheiro. Nós dois sempre fomos bons com números; Gostamos deles. Gostamos da ideia de fazermos parte da descoberta de um negócio inovador também. Quando estávamos no segundo grau, fizemos um curso juntos, que desafiava os alunos a jogar no mercado de ações com o dinheiro de monopólio, e percebemos que com a quantia adequada de pesquisa tínhamos tido uma capacidade muito boa de prever o que faríamos bem. Pareceu funcionar bem quando trabalhamos juntos em uma ação, onde pudemos falar dos prós e contras um com o outro. Por outro lado, não tivemos tanto sucesso quando tentamos fazê-lo por conta própria.”

Ele riu. “Nós realmente gostamos quando fizemos bem e vencemos todas as outras equipes, não só em nossa classe, mas na escola inteira. Isso foi inebriante, e viciante.” Grey parou de repente, atacado. Que diabos foi isso? Contar às pessoas sobre o jogo de ações seu e de John na escola não era o padrão de “sobre nós” em sua linha de companhia. Sempre, quando lhe perguntaram, discutiram seus cursos de negócios na faculdade, suas credenciais, suas miríades de sucessos, não que tinham jogado no mercado de ações na escola e pegaram uma febre por ganhar dinheiro, ainda que no momento o dinheiro não fosse real.

Sirus estalou os dedos, o som quebrando pela sala silenciosa. “Grey, você está bem?”

Grey sacudiu-se e forçou uma expressão plácida no rosto. “Sim, tudo bem. Desculpe.”

Volte para as informações normais sobre a empresa, Greyson. “De qualquer

forma, indo para faculdade, e fazendo muitos cursos de negócios, vimos como é malditamente difícil começar e ter sucesso com um novo negócio neste país. Imaginamos que com os pontos fortes que cada um trazia individualmente, junto com o quão bem nós trabalhamos como uma equipe, que poderíamos preencher um nicho no mercado e nos sair muito bem por nós mesmos, ao mesmo tempo. E isso foi o que fizemos.”

“Deve ter sido legal entrar em algo onde você tinha total confiança em seu parceiro,” Sirus disse com doçura em sua voz. “John é mais que um amigo e um parceiro de negócios; Ele é como um irmão para você, certo?”

Uma imagem de John sentado à mesa de jantar de sua avó praticamente todas as noites a partir do momento em que ele, John, e Kelsie se conheceram quando tinham dez anos de idade relampejou por sua mente. “Você pode dizer isso. Ele estava ao redor o suficiente para que o considerássemos da família.”

“Mas, na realidade é só você e Kelsie.” Olhos de ardósia olharam para Grey, desconfortavelmente diretos. “Você não tem nenhum outro irmão, certo?”

“Não.” Os cabelos na nuca de Grey se arrepiaram, e a sensação inquietante rapidamente correu por seus braços, deixando-o gelado. “Escuta, preciso de água depois de nossa maratona e foda.” Deslizou as pernas fora do sofá e se levantou, fazendo apenas um contato visual passageiro. “Você quer algo?”

“Claro,” Sirus murmurou. “Obrigado.”

Grey circulou o sofá e agarrou as calças. Tenho que me afastar por um

minuto e respirar. “Já volto.”

* * * * *

Porra.

Sirus ficou de pé e observou discretamente Grey desaparecer na cozinha, as costas do homem estavam duras e retas. Disse a si mesmo para não olhar, não desenvolver um apego além do ato de foda, mas não conseguia mudar seu foco das linhas rígidas que governavam sua postura, ou parar a dor de saber mais. Um nó cresceu em sua barriga, enchendo-o com fracasso. Tinha lhe dado um pouco de informações sobre sua família, sem sequer pensar duas vezes antes de fazê-lo quando o homem havia perguntado. Só que, quando manobrou e tentou obter algo em troca, Grey se fechou até mais apertado que uma ostra.

O homem não é capaz de compartilhar. Ele já tinha insinuado isso; Acredite nele.

Ainda, algo em seu intestino, enquanto observava Grey tão de perto, lhe dizia que ele tinha estado na iminência de revelar informações pessoais. Talvez já tivesse. Isso explicaria por que ele foi de deitado de costas para encaracolado como uma serpente impressionante em quase um piscar de olhos. A guarda do homem estava escorregando um pouco… E isso claramente o incomodava.

Sirus não conseguia evitar querer saber mais sobre Grey; Ou descobrir como mantê-lo falando cada vez que esses instintos o chutavam e lhe dizia para fechar a boca. Sirus o tinha visto se fechar a apenas um momento atrás, e não tinha sido a primeira vez que isso acontecia desde que começaram a compartilhar esta cabana. Algo em seus olhos falava de segredos e solidão, e isso puxava em seu coração. Este homem o fazia querer trabalhar em conseguir fazê-lo se abrir, a lhe mostrar que poderia haver confiança e companheirismo com alguém que não fosse John e Kelsie; Talvez algo tão profundo e permanente quanto o que John e Kelsie compartilhavam juntos.

Pare isso. Você está fazendo de novo. Está tentando criar um relacionamento e sentimentos onde não existem. Grey só quer fodê-lo por duas semanas. Ele não poderia ter sido mais claro sobre isso.

Estritamente foda, foi o que ele disse. A cabeça de Sirus lhe dizia para aceitar esses termos, e se não podia, então que ele precisava ir embora agora. Talvez ele até pudesse aceitar essas palavras se não tivesse sentido o desespero no modo de Grey fazer amor, ou não tivesse testemunhado os intensos olhares passageiros e toques que falavam de desejo por uma conexão mais profunda.

Sirus jurava que tinha visto indícios de um homem que vivia dentro de Grey que queria falar sobre todos os tipos de coisas, não apenas do tempo, trabalho e esportes. Pequenos pedaços desse homem escapavam de vez em quando, sabia disso. Seu intestino sabia disso. Sua cabeça sabia disso. E seu coração sabia disso também.

Ele só não sabia o que diabos ele deveria fazer, ou até se era possível, para convencer Grey a se abrir completamente. Ou se ele conseguiria chegar nesta pequena parte do mundo de Grey para tentar fazê-lo.

Pare com isso, Sirus; Pare com isso agora. Você não pode forçar alguém a uma mudança que ele não está pronto para fazer sozinho. Olhe o que esperou de Paul, e a realidade que bateu em seu rosto.

Seu coração começou a bater como um filho da puta, e as mãos ficaram entorpecidos. O perigo consistia em empurrar um homem regrado como Grey fora de sua zona de conforto. O potencial de destruição e aflição total também. Sirus queria saber mais sobre Grey, mas não podia ignorar o risco para seu próprio bem estar também. Ele tinha se deixado aberto ao desgosto antes, e só não sabia se poderia se recuperar de outro homem pisando em sua alma novamente.

Seus dedos formigaram com o retorno de sensação, e sua pulsação povoou

No documento 02 - O Despertar de Grey (páginas 77-87)