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Capítulo Seis

No documento 02 - O Despertar de Grey (páginas 48-56)

O pedido de Grey pairou pesado no ar, de pé entre ele e o homem diante dele como um fantasma na noite escura. Descrença atordoante nem sequer chegava perto de descrever a expressão no rosto de Sirus, e frissons extremos de desconforto rastejaram direto sob sua pele, anexando-se à sua dúvida, um ato de necessidade egoísta.

De repente, incrivelmente desconfortável, Grey deu de ombros com indiferença. “Foi só uma sugestão. Faça como quiser.” Endureceu a dica de vulnerabilidade que tinha vazado e educou-se para não demostrar que se importava. “Estou indo para dentro.”

“Você falou sério?” A voz tranquila de Sirus atravessou a pequena quantidade de espaço entre eles, acariciando a lasca de debilidade necessitada antes que Grey pudesse cauterizá-la completamente. Sirus o olhou com aquele olhar tempestuoso que se arrastou direto em sua necessidade a muito-enterrada, de ser algo mais do que um ato de solo. “Você realmente quer que eu compartilhe sua cama?” Ele adicionou.

Grey abriu a boca e, “Não posso me lembrar de quando já quis algo mais,”

quase saiu. Pânico rodou em seu peito, sufocando-o, e ao invés, ele friamente disse,

“Olha, já é tarde, e estamos exaustos. Não sei sobre você, mas estou a cerca de trinta segundos de congelar minhas bolas aqui fora. Planejo entrar, tomar um banho quente, e ir para a cama. Podemos ir juntos, ou podemos ir sozinhos. Depende de você.” Grey olhou direto para Sirus e não demostrou sequer um calafrio. “De qualquer maneira, não vou ficar de pé aqui fora e discutir isso ainda mais.”

Sirus penetrou Grey com um olhar breve e intenso, deixando a sensação de que o tocava de cima a baixo. Então se inclinou, pegou a camisa de Grey, e a empurrou contra seu peito. Grey a agarrou antes que caísse, e quando o fez, Sirus deslizou a mão por seu estômago, passando por seu pênis, e segurou suas bolas através da calça. Seu rosto a poucos centímetros do dele, e Grey ficou preso, capturado, e incapaz de respirar. “Não pode tê-las caindo,” Sirus respondeu, e relampejou um sorriso rápido e mau. Apertou suas bolas e lhes deu uma palmadinha apaziguadora. Então, puta merda, ele piscou. “Vamos colocá-lo em um banho quente.” A mão se arrastou por sua coxa e ao redor de seu quadril enquanto ele seguia para os degraus, deixando seu corpo rugindo com vida renovada. “Vem?” Ele gritou, e continuou subindo, a visão de sua apertada, e oh-tão-atraente bunda nua, seduzindo Grey a cada passo que dava.

O Senhor sabia, Grey reconheceu, ele deveria ir direto para seu carro e dirigir montanha abaixo. Suas pernas não obedeceram. Contra sua vontade, ele o seguiu.

* * * * *

“Oh, porra, essa foi uma boa ideia.” Grey gemeu, e seu corpo picou com agulhadas quando sua pele gelada entrou em contato com o vapor de água quente. Afundou-se totalmente no banho e se recostou contra o peito de Sirus. O homem de pernas longas e levemente peludas, o envolveu em ambos os lados, e seu pênis bateu direto no vinco de sua bunda. A água quente se sentia tão malditamente boa, porém, que Grey não respondeu sexualmente. Aparte de querer se aquecer, ele tinha passado toda a caminhada de fora até o banheiro lembrando-se de que em sua vida empresarial ele lidava com bilionários em uma base regular — e o fez sem nunca suar a camisa. Tinha argumentado que se ele podia fazer isso, então certamente podia lidar com uma simples atração sexual por um homem de boa aparência. Ele sabia quais armadilhas evitar, sabia o quanto compartilhar, e, o mais importante, sabia que dentro de duas semanas, iria embora descansado, reenergizado, e pronto para voltar ao trabalho. Claro, o sucesso dependia de Grey ser completamente aberto sobre sua posição e sentimentos, e Sirus concordar com o breve romance.

Com essa realização, Grey tardiamente percebeu que ele provavelmente deveria ter planejado algo mais neutro para esse tipo de discussão do que uma maldita lanterna romântica e um banho à luz de velas.

Porra.

Foi então que, Sirus deslizou as mãos por seus braços e as enrolou em torno de seus ombros.

Sua cabeça baixou e ele falou direto no ouvido de Grey. “Seu corpo foi de confortável e relaxado para mais apertado do que as cordas de uma guitarra em menos de cinco segundos.”

Sirus amassou os dedos em seus músculos e começou a lhe dar uma massagem. “Não estou esperando por uma proposta de casamento só porque eu normalmente não aceito boquetes e convites para compartilhar um banho e a cama de homens que mal conheço. É incomum para mim, mas você não precisa se preocupar que eu vá pensar que somos um casal ou algo assim.”

“Não foi isso.” Grey se mexeu, a mente correndo em busca de cobertura. Odiou que Sirus tivesse percebido a tensão em seu corpo, e pior, que ele tão facilmente tivesse identificado por que aconteceu. As pessoas não liam Greyson Cole. Parceiros de negócios e ex-namorados igualmente lhes disseram que seu rosto em branco era ilegível. “Eu estava pensando sobre lá fora.” Jesus, Grey ainda podia sentir a espessura e calor do pênis de Sirus assumindo sua boca. Seu pau se contraiu um pouco quando se lembrou da bunda firme e escaldante do homem, cerrando em torno de seus dedos enterrados fundo. “Você recuou antes de gozar. Há algo que preciso saber sobre você?”

“Estou limpo,” Sirus disse. Deslizou as mãos pelo peito de Grey e povoou seus corpos superiores um no outro em uma posição mais confortavelmente. “Você não sabia, no entanto, e eu não queria presumir algo que você poderia não querer.”

Grey fechou os olhos, tremendo enquanto imaginava os quentes jatos da semente de Sirus revestindo sua língua e garganta. Cristo, o quanto tinha sentido falta de boquetes. “Eu queria.” Alcançou e brincou com os dedos de Sirus onde descansavam em seu peito. “Mas obrigada por estar lúcido o suficiente no momento para pensar por nós dois. Normalmente sei mais sobre meus parceiros sexuais, e fomos testados juntos para que cada soubesse que o outro estava limpo.”

Mesmo assim, Grey sempre usava um preservativo quando fazia sexo, mas ele não trouxe quaisquer preservativos com ele nesta viagem. Já não precisava de nenhum em um tempo muito longo. “Esta é uma circunstância única, e acho que precisamos discutir nossas histórias e expectativas um pouco para que possamos decidir a melhor forma de prosseguir.”

Sirus esfregou os lábios contra a têmpora de Grey e o apertou com as pernas. “Você é muito preciso em tudo que diz. Isso é atraente.”

Resmungando, Grey sentiu o rosto aquecer. “Ser esperto e bem refletido não é atraente. É…” Ele olhou ao redor do banheiro suavemente iluminado, procurando a palavra certa. “É…”

“Inteligente?” Sirus ajudou, rindo.

Desconforto aqueceu as bochechas de Grey já quentes como uma chama. “Ok, tudo bem.” Ele não permitia que as pessoas rissem dele quando estava tentando ser sério. Apoiando a mão na borda da banheira, ele se levantou. “Talvez você ache que sua saúde é uma piada, mas eu não.”

Sirus serpenteou os braços em volta de seus joelhos e o segurou firmemente no lugar. “Volte para cá.” Olhou para Grey enquanto o puxava, e como um homem sem sua própria vontade, ele se abaixou de joelhos entre as coxas de Sirus. Sirus tocou seu rosto, o segurando, mas depois enrolou as mãos em punhos e as deixou cair na água do banho. Seus olhos de ardósia se endureceram para granito, e o coração de Grey tropeçou e disparou.

“O quê?” O vapor e a luz das velas no quarto almofadou a voz de Grey, suavizando a ansiedade que torcia em seu intestino. “Há algo errado, afinal?”

“Não. Estou limpo,” Sirus disse, lavando alívio sobre Grey em uma torrente de inundação. Cristo, ele não podia acreditar no quanto já se importava que nada de ruim jamais acontecesse com este homem. “Levo minha segurança e saúde pessoal muito a sério,” Sirus continuou, claramente sem saber do tumulto que acontecia dentro de Grey. “Tão a sério quanto estou certo que você faz. Embora sempre tivesse usado proteção com o último homem com quem eu estive — todos os homens com quem eu estive, e que foram quatro — tenho nos últimos dois anos sido testado inúmeras vezes para cada maldita coisa da lista, desde que meu último relacionamento acabou em parte porque o homem era casado.”

O queixo de Grey caiu direto na água.

* * * * *

Merda, merda, merda. Sirus olhou o choque óbvio de Grey — possivelmente

horror — e se perguntou o que diabos o tinha feito compartilhar essas informações sobre Paul. A coisa mais estúpida no mundo que um cara pode fazer é falar sobre seu ex-amante para seu atual. Claro, Grey não era realmente seu amante, pelo menos, não no sentido relação. Nem no sentido literal ainda também, ele pensou com humor seco. Agora, talvez Grey nunca se tornasse um amante. Porra, Sirus tinha ferrado com tudo muito bem, e muito rápido também. Este seria um novo recorde para ele.

“Esqueça o que eu disse.” Sirus esfregou a mão no peito, sabendo que a tatuagem maldita ainda estava lá. Kelsie o tinha aconselhado a pensar bem antes de fazê-la, mas tinha acreditado tão profundamente em Paul que não lhe deu ouvidos. “Não vamos fazer nada por tempo suficiente para que precisemos saber detalhes sobre o passado um do outro. Você queria saber se estou seguro, e meu ponto era apenas lhe assegurar que estou. Muitas vezes mais.”

Grey se deslocou, o movimento desajeitado no espaço disponível, e então ele levou os joelhos ‘até o peito, os braços se embrulhando ao redor deles. “Você sabia que o cara era casado?” Ele perguntou, parecendo cauteloso. “Não te conheço muito bem, mas só pergunto por que com o pouco vi, você não me parece do tipo de homem que se engaja nesse tipo de comportamento.”

Arrepios subiram por Sirus e um estrondo vibrou em sua garganta. “Que tipo de comportamento é esse?”

“O tipo onde pessoas inocentes se machucam,” Grey respondeu, com a voz tranquila de um jeito que nada dentro de Sirus era. “Tipo a esposa do homem.”

O pensamento generoso de Grey apertou o peito de Sirus. “Você está certo,” ele admitiu.

Deus, ele não queria que este homem pensasse que ele tolerava adultério. “Eu não sabia que Paul era casado quando nos conhecemos, mas quando descobri eu já estava tão profundamente envolvido que não conseguia me fazer ir embora. Paul me prometeu que o casamento não tinha sido íntimo por muito tempo, e me

disse que estava em processo de separação, e por fim, se divorciando. Ele morava no Texas, e eu não estava lá o tempo todo para averiguá-lo, então, aceitei sua palavra.” Sirus riu, com o som atado de cinismo — dirigido justamente para si mesmo.

“Inferno, a quem estou enganando? Eu queria acreditar nele e me agarrei à chance de fazê-lo. Então um dia quando a gente se enganchou eu acreditei nele um pouco menos, e depois um pouco menos da próxima vez, até que fui todo espreitador sobre ele e o vi com sua esposa.” A sensação de querer vomitar na visão que tinha testemunhado naquele dia ainda azedava seu estômago. “Ela estava bastante grávida.”

“Merda.” Grey olhava, extasiado, como se Sirus tivesse lhe contado uma história do bicho-papão perto de uma fogueira de acampamento. “Tem certeza de que era ela?”

Sirus fez uma careta. “Vi a foto dela na carteira dele uma vez. Era ela. Ele, obviamente, nunca tinha parado de ter sexo com ela. Quando percebi, as comportas se abriram, e imaginei que ele provavelmente não era mais fiel a mim do que era para ela. Ele tinha me prometido que não havia outros homens, e que simplesmente não tinha encontrado uma maneira de romper com sua esposa e contar a sua família sobre nós, mas até então eu não podia mais acreditar em qualquer coisa que ele tinha dito e parti. Isso foi há dois anos. Na verdade, foi logo depois que vi sua irmã e lhe assegurei que Paul valia a pena e que íamos ficar juntos para sempre.” Sirus fechou os olhos por um momento e respirou, lutando contra a ira e raiva que queriam ressurgir. Lembrou a si mesmo brutalmente que não tinha perdido nada; Paul nunca tinha sido o homem que fingiu ser enquanto estava com ele. Tudo que tinha perdido tinha sido uma mentira; Uma fantasia do que ele queria que Paul fosse.

Afastando a dureza que sempre quis mostrar-se, ultimamente, Sirus abriu os olhos e olhou para Grey mais uma vez. “De qualquer forma, é por isso que você deve acreditar quando digo que não estou interessado em uma relação agora. Já tinha um tempo desde que tive sexo, porém, e não vou mentir, sinto falta pra caramba.”

Suas sobrancelhas subiram, e Grey riu. “Acredite em mim, eu conheço o sentimento.”

A risada fácil de Grey surpreendeu Sirus em um sorriso rápido. Não, não,

não. Não comece a gostar dele; Não é o que ele quer. Não é o que você quer.

“Então,” Sirus rapidamente virou o jogo, “E você? Olho por olho aqui. Você disse que não esteve com ninguém há muito tempo também. Por que as coisas acabaram com seu ex?”

“Certamente nada tão dramático quanto o que aconteceu com você.” A voz de Grey soou natural, e ele não vacilou ou desviou sua atenção de Sirus. Ao mesmo tempo, ele raspou uma unha através de uma barra de sabão na beirada da banheira. Por alguma razão, que Sirus não podia explicar, o pequeno movimento cancelou a facilidade entre os dois. “Ele só queria algo que eu não podia lhe dar.”

“E qual foi?”

As manchas de âmbar nos olhos de Grey se aplainaram para uma maçante nota avelã. “Ele queria que eu o amasse, e eu não podia.” Grey deu de ombros. “Simples assim.”

Um calafrio atravessou Sirus, e o banheiro de repente parecia tão gelado quanto o tempo lá fora.

“Ainda está certo de querer dormir comigo?” Grey perguntou, com a mesma voz de quando tinha perguntado Sirus se queria mais chá ontem à noite no jantar. “Não será diferente com você.”

Não podia amá-lo. Não que ele não o fizesse ou não o quisesse, mas por que

ele não podia. Aquelas palavras de Grey se assentaram pesadas no intestino de Sirus, a finalidade delas tão certa. Um frisson de medo deslizou em seu coração na frieza inicial da proposta. Ao mesmo tempo, depois de ser enganado por Paul tão completamente, e por tanto tempo, Sirus respeitava que Grey não fingisse, a fim de conseguir o que queria.

Olhou para Grey, em olhos que não ousavam cuidar, e a única resposta que queria dar escapou de seus lábios. “Estou certo.” Sirus alcançou, enrolando o braço em seu pescoço, e o arrastou para um ponto de encontro entre seus corpos. “Agora segure a respiração,” escovou os lábios dolorosamente devagar através de Grey, excitado com a pequena captura de ar que sentiu no outro homem, “porque vou

lavar seu cabelo.” Com isto, abriu a torneira e enviou chuva quente se despejando sobre eles.

* * * * *

Sirus vasculhou as novas peças de roupas em sua mochila, procurando algo que pudesse usar como pijama. A energia ainda não tinha voltado, mas a luz do luar fluindo pela janela lhe permitia procurar sem qualquer problema. Tinha um homem muito sexy esperando por ele no outro quarto, mas não achava que ele ficaria com sono se dormisse nu como normalmente fazia. Era uma coisa dizer que queriam compartilhar a cama, ou fazer o que fizeram lá fora, ou dizer que queriam fazer sexo; outra bem diferente era seguir o cara até seu quarto e atacá-lo. Especialmente desde que Sirus sabia que não poderia tomá-lo do jeito que seu corpo tão desesperadamente queria fazer. Depois do banho, precisou de alguns minutos para si mesmo para recuperar o fôlego e armar-se no fato de que ele não ia foder Grey, por isso tinha usado a desculpa esfarrapada de que estava frio esta noite e que precisava de um moletom para usar para dormir. Encontrando um par preto, Sirus deslizou dentro deles rápido, amaldiçoando um pouco em seu ajuste aquecido. Foda-se, ele quase nunca a usava. Era só porque não tinha sobrado muitas limpas que ele as tinha jogado na mochila em primeiro lugar. Encontrou uma camiseta azul marinho e a colocou, então fez uma pausa para se olhar no espelho e pentear o cabelo úmido com os dedos. Feito isso, se apressou para porta, excitação nervosa o atravessando por inteiro.

Ele só conseguiu diminuir seu passo rápido no corredor e tentou acalmar seu nervosismo antes de entrar no quarto de Grey com relativa frieza — e encontrou o objeto de suas últimas fantasias enterrado sob as cobertas já dormindo.

Deus, ele é tão fodidamente bonito. O quarto, banhado com a luz da lua,

destacava o rosto austero de Grey, não suavizando as maçãs de seu rosto ou mandíbula nem um pouco, mesmo durante o sono.

O cabelo castanho caía perfeitamente em sua testa, como se ele o tivesse arranjado ardilosamente com produtos de estilo antes de ir para cama. Sirus sabia

melhor. Grey era apenas aquele maldito perfeito, fisicamente de qualquer maneira. Por dentro, imaginava que o homem deveria ter algumas cicatrizes.

Umas que ele não queria que ninguém visse.

Não podia amá-lo. Sua declaração ecoou na cabeça de Sirus novamente,

sóbrio enquanto fazia seu caminho para cama e rastejava sob as cobertas. Rolou para o lado e estudou o homem inteligente, determinado, e não achou que ele fosse incapaz de fazer qualquer coisa que verdadeiramente quisesse fazer. “Talvez não tanto não podia, e sim não iria,” Sirus sussurrou.

Um estrondo vibrou através de Grey, como se ele desafiasse a opinião de Sirus.

“Não se preocupe, cara durão.” Sirus alisou a mão sobre o cabelo úmido de Grey e apertou um beijo gentil em sua testa. “Não preciso que você me ame, então vai ficar tudo bem.”

Grey rolou e se aconchegou no lado direito de Sirus então, estabelecendo-se como se seu corpo fosse especialmente feito para se encaixar nos cantos e recantos de Sirus.

Com Sirus ali segurando Grey em seus braços, ele se perguntou se estava mentindo para Grey, ou para si mesmo.

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