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Rev. bras. ortop. vol.52 número3

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SOCIEDADE BRASILEIRA DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA

w w w . r b o . o r g . b r

Artigo

Original

Características

anatomorradiológicas

na

escoliose

idiopática

do

adolescente

com

indicac¸ão

cirúrgica

Mauro

Costa

Morais

Tavares

Junior

a,∗

,

Felipe

Ribeiro

Ledur

a

,

Olavo

Biraghi

Letaif

a

,

Raphael

Martus

Marcon

b

,

Alexandre

Fogac¸a

Cristante

b

e

Tarcisio

Eloy

Pessoa

de

Barros

Filho

b

aUniversidadedeSãoPaulo,FaculdadedeMedicina,HospitaldasClinicas,InstitutodeOrtopediaeTraumatologia,SãoPaulo,SP,Brasil

bUniversidadedeSãoPaulo,FaculdadedeMedicina,DepartamentodeOrtopediaeTraumatologia,SãoPaulo,SP,Brasil

informações

sobre

o

artigo

Históricodoartigo:

Recebidoem15dejulhode2016 Aceitoem18dejulhode2016 On-lineem20dejaneirode2017

Palavras-chave:

Escoliose/anatomia&histologia Escoliose/radiografia

Adolescente

Resultadodotratamento

r

e

s

u

m

o

Objetivo:Avaliarascaracterísticasanatomorradiológicasempacientescomescoliose idio-páticadoadolescentecomindicac¸ãocirúrgica.

Métodos:Estudodescritivoretrospectivode100prontuáriosdepacientesdogrupode esco-liosecomindicac¸ãocirúrgicade2008a2015.Aanáliseusadafoiaestatísticadescritiva. Resultados:Preencheramoscritériosdeinclusãoeexclusão28pacienteseforam seleciona-dosparaoestudo.Amédiafoide15,4±1,2anosDP;naamostraselecionada,aproporc¸ão menina:meninofoide6:1;acifosefoimedidaemgrauspeloângulodeCobbentreT5-T12e tevecomomédia32,10◦±13,37DP;segundoaclassificac¸ãodeLenke,omaisprevalentefoi otipo2,observadoem28,6%doscasos.

Conclusão:Aidademédiadospacientesnopresenteestudofoide15,4anos;omais pre-valentefoiotipo2daclassificac¸ãodeLenke.Novostrabalhosanatomorradiológicossão necessáriosparaelucidarcaracterísticasmorfológicascomunsnospacientescomescoliose idiopáticadoadolescente.

©2016SociedadeBrasileiradeOrtopediaeTraumatologia.PublicadoporElsevierEditora Ltda.Este ´eumartigoOpenAccesssobumalicenc¸aCCBY-NC-ND(http://

creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/).

Anatomical

and

radiological

characteristics

in

adolescent

idiopathic

scoliosis

with

surgical

indication

Keywords:

Scoliosis/anatomy&histology Scoliosis/radiography Adolescent

Treatmentoutcome

a

b

s

t

r

a

c

t

Objective:Thisstudyaimstoanalyzetheanatomicalandradiologicalcharacteristicsof ado-lescentidiopathicscoliosispatientswithsurgicalindication.

Methods:Retrospective,descriptivestudyof100medicalrecordspertainingtopatients inclu-dedinthegroupofscoliosiswithsurgicalindicationfromtheyears2008-2015.Descriptive statisticswereusedforstatisticalanalysis.

TrabalhodesenvolvidonoInstitutodeOrtopediaeTraumatologia,HospitaldasClínicas,FaculdadedeMedicina,UniversidadedeSão Paulo,SãoPaulo,SP,Brasil.

Autorparacorrespondência.

E-mail:[email protected](M.C.M.TavaresJunior).

http://dx.doi.org/10.1016/j.rbo.2016.07.012

(2)

Results:28patientsmettheinclusionandexclusioncriteria,andwereselectedforthestudy. Theaverageagewas15.4(SD±1.2years);intheselectedsample,thefemale/maleratiowas 6:1;thekyphosismeasuredindegreesbyCobbanglebetweenT5-T12hadanaverage32.10◦ (SD±13.37◦);accordingtotheLenkeclassification,themostprevalenttypewastype2, representing28.6%ofcases.

Conclusion: Themeanpatientageinthepresentstudywas15.4(SD±1.2years);themost prevalenttypewastype2intheLenkeclassification.Thereisaneedfornewanatomicaland radiologicalstudiestoelucidatethemorphologicalcharacteristicscommoninadolescent idiopathicscoliosispatients.

©2016SociedadeBrasileiradeOrtopediaeTraumatologia.PublishedbyElsevierEditora Ltda.ThisisanopenaccessarticleundertheCCBY-NC-NDlicense(http://

creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/).

Introduc¸ão

Escolioserefere-seaumdesviotridimensionaldacoluna espi-nhal. O principal critério diagnóstico é uma curvatura da coluna vertebral que excede 10 graus em uma radiografia dacolunaemanteroposterior.1–4Escolioseidiopáticado

ado-lescente(EIA) éumapatologiacomumqueafeta de0,5-5% dascrianc¸as.5 Arazãomulher:homemvariade1,5:1até3:1

eaumentasubstancialmentecomaidade.5Aconcordância

entregêmeosmonozigóticosémaiordoque70%.1

O diagnóstico da EIA é feito por exclusão, quando outrascausasdeescoliose,comomalformac¸õesvertebraisou desordensneuromusculares,sãoexcluídas.1,2 Aetiologiada

EIA édesconhecida e multifatorial.1,5–7 Existe uma grande

dificuldadedesecaracterizaradequadamenteopadrão mor-fológico das curvaturas vertebrais mais importantes em pacientescomEIA,poisexisteumagrandevariabilidadeentre osindivíduos.

Algunsfatoresprognósticosparaprogressãoda deformi-dadenacolunasão:curvatorácicaoumúltiplascurvaturas, ângulodeCobbmaiordoque25grausaodiagnóstico,atrasona maturac¸ãoóssea.8Aclassificac¸ãodeLenkeébastanteusada

para definic¸ãode tratamento naEIA. Contudo, até mesmo dentrodosseispadrõesdecurvasdefinidoshávariac¸ões estru-turaisdentro deum mesmotipode curva,9 fato que pode

interferirnotratamentocirúrgico.

Novosestudossãoimportantesparaevidenciar caracterís-ticasclínicasprevalentesempacientescomEIA,demodoque auxiliemnocorreto entendimentoanatômico e radiológico dadoenc¸a.Assim,otrabalhotemporobjetivoavaliar carac-terísticasanatomorradiológicasempacientes comEIAcom indicac¸ãocirúrgica.

Material

e

métodos

Estudodescritivoretrospectivode100prontuáriosde pacien-tesdogrupodeescoliosedoIOTHC-FM-USPde2008a2015. Oscritériosdeinclusãoestabelecidosforam:pacientescom diagnósticodeEIAcomindicac¸ãocirúrgica,presenc¸adeRX panorâmico de colunafrente+perfil.Os critérios de exclu-sãoforam:pacientescomregistrosincompletosemrelac¸ão aosdadosdemográficos,nãodeambuladoresecomcausasde escoliosejádefinidas.

As classificac¸ões usadas foram: ângulo de Cobb, classificac¸ão de Lenke. A análise foi feita por estatística descritiva.

Opresenteestudoteveaprovac¸ãodoComitêdeÉticae Pes-quisadanossainstituic¸ão.

Osseguintesparâmetrosforamavaliados:idadedos paci-entes(medidaemanos),ângulodeCobb(medidoemgraus), bemcomoaprimeiravértebra(maiscranial)eaúltima vér-tebra(maiscaudal)doângulodeCobbdacurvaprincipalde cadapaciente;classificac¸ãodeLenkedacurvadecada paci-ente;vértebrasneutracranial,neutracaudaleapicaldacurva principal;evértebraestável.Osresultadosobtidosestão apre-sentadosemgráficos,tabelas,planilhasouesquemas.

Resultados

Após análise retrospectiva de 100 prontuários de 2008 a 2015depacientesdogrupodeescoliose,28preencheramos critérios deexclusãoeinclusãoestabelecidoseforam sele-cionados.Aidademédiadospacientesfoide15,4anos±1,2 desviospadrões(DP)(fig.1).

Dos 28 pacientes analisados quatro eram meninos e 24meninas, oquerepresentaproporc¸ãode6:1demeninas emrelac¸ãoaosmeninos.Nogeral,avértebraapicalmais pre-valentefoiaT8,com35,7%doscasos,seguidaporT9,com25%

12

10

F

requ

ê

ncia

Idade 8

6

4

2

0

12,0 13,0 14,0 15,0 16,0 17,0

(3)

Tabela1–Vértebraapical

Frequência Porcentagem Porcentagem

válida

Porcentagem acumulada

(%)

L3 1 3,6 3,6 3,6

T10 4 14,3 14,3 17,9

T11 2 7,1 7,1 25,0

T12 1 3,6 3,6 28,6

T6 2 7,1 7,1 35,7

T7 1 3,6 3,6 39,3

T8 10 35,7 35,7 75,0

T9 7 25,0 25,0 100,0

Total 28 100,0 100,0

Tabela2–Vértebraestável

Frequência Porcentagem Porcentagem

válida

Porcentagem acumulada

(%)

L1 2 7,1 7,1 7,1

L2 2 7,1 7,1 14,3

L3 6 21,4 21,4 35,7

L4 7 25,0 25,0 60,7

L5 4 14,3 14,3 75,0

T11 4 14,3 14,3 89,3

T12 3 10,7 10,7 100,0

Total 28 100,0 100,0

Tabela3–Vértebraneutracranial

Frequência Porcentagem Porcentagem

válida

Porcentagem acumulada

(%)

T10 1 3,6 3,6 3,6

T11 1 3,6 3,6 7,1

T3 1 3,6 3,6 10,7

T4 3 10,7 10,7 21,4

T5 9 32,1 32,1 53,6

T6 7 25,0 25,0 78,6

T7 5 17,9 17,9 96,4

T9 1 3,6 3,6 100,0

Total 28 100,0 100,0

doscasos.JáasvértebrasestáveismaisprevalentesforamL4e L3,com25%e21,4%doscasos,respectivamente(tabelas1e2). AvértebraneutracranialmaisprevalentefoiaT5,com32,1% doscasos,seguidaporT6,com25%.Jáasvértebrasneutras caudaismaisprevalentesforamL1eL2,com35,7%e21,4% doscasos,respectivamente(tabelas3e4).

Tabela4–Vértebraneutracaudal

Frequência Porcentagem Porcentagem

válida

Porcentagem acumulada

(%)

L1 10 35,7 35,7 35,7

L2 6 21,4 21,4 57,1

L4 1 3,6 3,6 60,7

L5 1 3,6 3,6 64,3

T11 5 17,9 17,9 82,1

T12 5 17,9 17,9 100,0

Total 28 100,0 100,0

12

10

F

requ

ê

ncia

Cifose T5-12 8

6

4

2

0

5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70 75

Figura2–CifoseT5-T12.

AcifosemedidaemgrauspeloângulodeCobbentreT5-T12 tevecomomédia32,10◦±13,37DP(fig.2).

Segundoaclassificac¸ãodeLenke,omaisprevalenteno pre-senteestudofoiotipo2,com28,6%doscasos,seguidopelo4, com25,1%.Nafigura3pode-seevidenciarumexemplodas medic¸ões usadas noestudo deum paciente com EIA. Não houvepacienteclassificadocomotipo5naamostra

selecio-nada(tabela5).

Discussão

Opresenteestudoobjetivouavaliarosparâmetros radiográfi-cosdascurvaseosdadosepidemiológicosdepacientescom escoliosenalistadeesperacirúrgicadanossainstituic¸ão.Em nosso trabalho usamosapenas o método radiográfico para

55º

94º

40º T7

T10 T10 - Vértebraapical

L1 - Vértebra neutra caudal

L4 - Vértebra estável

T7 - Vértebra neutra cranial

L1

L4

(4)

Tabela5–Classificac¸ãodeLenke

Frequência Porcentagem Porcentagem

válida

Frequência acumulada

(%)

1-A 1 3,6 3,6 3,6

1-B 1 3,6 3,6 7,1

1NA 2 7,1 7,1 14,3

1NB 1 3,6 3,6 17,9

1NC 1 3,6 3,6 21,4

2-C 1 3,6 3,6 25,0

2NA 3 10,7 10,7 35,7

2NB 3 10,7 10,7 46,4

2NC 1 3,6 3,6 50,0

3+C 1 3,6 3,6 53,6

3NB 1 3,6 3,6 57,1

3NC 3 10,7 10,7 67,9

4+A 1 3,6 3,6 71,4

4+B 1 3,6 3,6 75,0

4NA 1 3,6 3,6 78,6

4NB 1 3,6 3,6 82,1

4NC 3 10,7 10,7 92,9

6NB 1 3,6 3,6 96,4

6NC 1 3,6 3,6 100,0

Total 28 100,0 100,0

avaliac¸ãodasimagens,quepermaneceopadrão-ouroparao diagnósticodeescoliose.Emrelac¸ãoaosresultados,trabalhos anterioresmostram queaprevalênciaeaseveridadedessa patologiasãomaioresemmeninaseessarelac¸ão aumenta com a idade.10 Em nossa casuística, evidenciamos maior

prevalênciada patologia emmeninas naproporc¸ão deseis meninas:1menino,fatoqueécondizentecomosachadosda literatura.

Háinúmerossistemasdeclassificac¸ãoparaaEIA,dentre eles ade King ea de Lenke. Em 1983HowardKing divul-gou seu sistema de classificac¸ão, no qual foram descritos cincotiposdecurva. Emseu trabalhoforamdefinidos pela primeiravezalgunsconceitosquesãoamplamenteusados hojeemdia,taiscomovértebraestávelecurvasestruturais oucompensatórias.11Porém,érelatadabaixaconcordância

intereintraobservadoresnaclassificac¸ãodeKing.12,13Em2001

Lenkeetal.14 publicaram umnovosistemadeclassificac¸ão

paraEIAno qualeles definiramseis tiposde curvaefoi a primeira vezqueselevouemconsiderac¸ãooplano sagital dadeformidadenacolunavertebralparaseclassificaraEIA. Nessenovosistemadeclassificac¸ãoobservou-seelevada con-cordânciaintereintraobservadoresquandocomparadocom odeKing.14

Nopresenteestudo,somenteaclassificac¸ãodeLenkefoi usada, devido a sua maior concordância entre os avalia-dores com oobjetivo de minimizarviesesprovenientes de errosnaclassificac¸ãodostiposdecurvasdospacientes.Em nossaamostra,o tipode curvamaisprevalente segundo a classificac¸ãodeLenkefoio2,porémnaliteraturaopadrão maiscomuméo1.15

OsprincipaistratamentosparaaEIAsãocomousode órte-sesoucirurgia.Osprincipaisexemplosdeórtesesusadasno tratamentodaEIAqueapresentameficáciacomprovadasão ocoletedeMilwaukeeeaórtesetoraco-lombo-sacra.16,17

aprincipalindicac¸ãocirúrgicanaEIAéumacurvatorácica quealcanc¸a50◦oumaismedidaatravésdoângulodeCobb

durante a maturac¸ão esquelética.18 Dessaforma, acorreta

classificac¸ãoemedic¸ãodograudeescolioseéde fundamen-talimportânciaparasedeterminarocorretotratamentoda patologia.

Não há naliteraturatrabalhos recentesqueevidenciem características anatômicasou morfológicas prevalentesem pacientescomEIA.Dessaforma,opresentetrabalho contri-buiuparaaelucidac¸ãodaprevalênciadessesachadosnaEIA emnossainstituic¸ãodemodoaidentificarcommaiorclareza comqualtipodepacientelidamos,poiscomocorreto diagnós-ticoépossível,porexemplo,proporummelhortratamento.

Estudosrecentestêmmostradoqueaincidênciapélvica podeserrelevantecomoumfatorcompensatóriooucausalno desenvolvimentodaescoliose.19Entendemosqueesses

parâ-metros não foramanalisados nopresente estudoepodem se mostrar importantes futuramente em outros trabalhos. Além disso,devidoàcaracterísticadoestudoretrospectivo, evidenciou-se faltadedadosouproblemasde registrosem váriosprontuários.Dos100prontuáriosanalisados,somente 28 preenchiam os critérios de inclusão e exclusão, fato quesemdúvidainterferenosresultadosfinaisdotrabalho. O presente estudo não deve ser generalizado para outras populac¸ões,poisaamostraselecionadafoidepacientes prove-nientesdeumambulatórioespecializadoejácomindicac¸ão cirúrgica,fatoesseque, porsisó, modificaamplamenteos achados.

Conclusão

Em nosso estudo, a idade média dos pacientes foi de 15,4±1,2anos DP.Evidenciou-se aproporc¸ão de6:1 meni-nasemrelac¸ãoaosmeninos.Acifosemedidaemgrauspelo ângulodeCobbentreT5-T12tevecomomédia32,10◦±13,37

DP.Segundoaclassificac¸ãodeLenke,otipomaisprevalente nopresenteestudofoio2,com28,6%doscasos,seguidopelo 4,com25,1%.Nãohouvepacienteclassificadocomotipo5na amostraselecionada.

Hánecessidadedenovostrabalhosanatomorradiológicos demodoaelucidarcaracterísticasmorfológicascomunsnos pacientecomEIA.

Conflitos

de

interesse

Osautoresdeclaramnãohaverconflitosdeinteresse.

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Imagem

Figura 1 – Idade dos pacientes.
Tabela 4 – Vértebra neutra caudal
Tabela 5 – Classificac¸ão de Lenke

Referências

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