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Universidade do Estado do Rio de Janeiro

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Academic year: 2023

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Tese Representação semiótica: uma perspectiva para a construção do conceito de número na educação infantil / Andreia Crespo Dinis – 2018. O seu objetivo geral foi explorar o papel do registo da representação semiótica na construção do conceito de número pelas crianças em investigar. educação infantil.

Pesquisas que apontam a crescente demanda dos pesquisadores pela

Colombo, Flores e Moretti (2008) destacaram a crescente visibilidade que o TRRS tem ganhado em eventos da área de matemática e enfatizaram que “[..] nesta pesquisa podemos encontrar elementos metodológicos para criar uma proposta teórico-metodológica para o ensino de matemática [ ..]" (p. 43). Poucas pesquisas se aprofundaram na teoria, dominando operações com pelo menos dois registros de representação semiótica.

Pesquisas epistemológicas que relatam a aplicabilidade da Teoria dos

Também examina como atribuir significado e significado aos itens de representação numérica – palavras e algarismos arábicos – que transmitem a estrutura do SND. Brandt (2005) avalia a importância desse método, pois permite analisar as contribuições dos itens da representação semiótica para a conceituação do DES por meio de procedimentos e estratégias utilizadas em situações de ensino.

Pesquisas epistemológicas que abordam a construção de conceitos

Qual a importância da interação social proporcionada pelos jogos grupais para a construção da representação gráfica da quantidade em crianças pequenas? Os resultados nas três atividades confirmaram a hipótese de Barreto, de que os jogos em grupo auxiliam na construção da representação gráfica da quantidade.

Número

Língua materna e a linguagem matemática

Assim, a matemática não pode ser vista essencialmente como uma linguagem formal, deve ser tratada como um sistema de representação que transcende o formalismo. O autor destaca que para Machado a escrita é um sistema de representação da realidade que se forma por meio da experiência (DANYLUK, 2015).

O papel da contagem na construção do conceito de número

As crianças pequenas aprendem esse aspecto do número por meio de jogos e interações com crianças mais velhas e adultos (VILLAS BÔAS, 2007, p. 35). A apreciação do processo de contagem através da função ordinal na pré-escola é muito comum, mas a resolução de problemas muitas vezes é deixada de lado.

A construção do conceito de número no estágio pré-operatório

Seria impossível para as crianças fazerem comparações (abstração reflexiva) se os objetos não existissem no mundo físico (abstração empírica). Não é um processo linear, não existe uma ordem mais adequada para trabalhar os conceitos com as crianças.

A evolução do processo de representação numérica

O fato de as crianças pequenas não reterem números antes dos cinco anos de idade mostra que o número não é conhecido inatamente e leva muitos anos para ser construído (KAMII, 1992, p. 26). No processo de construção do conhecimento explicado por Piaget, o indivíduo insere o social em si por meio de suas experiências com os outros, socialização do pensamento. Citam a importância deste recurso como forma de melhorar a compreensão das crianças durante o processo de CCN.

Assim, podemos analisar os dados junto com a criança para tentar interpretar a lógica do seu pensamento no processo de construção do conceito numérico. Assim, é importante analisar os dados que as crianças produzem, pois não são convencionais, mas sim o resultado de suas construções, podem fornecer muitas informações sobre o processo em que se encontram.

Representação

  • Sistema de representação
  • Semiótica
  • Representação semiótica
  • Teoria dos Registros de Representação Semiótica

Em outras palavras, esta teoria parte da ideia de que é necessário construir múltiplos registros de representação para um mesmo objeto matemático. Para descrever o funcionamento cognitivo do pensamento matemático em ações (noésis), devemos introduzir o conceito de registro de representação semiótica. O acesso aos números está vinculado à utilização de um sistema de representação que permita identificá-los.”

Em outras palavras, é necessário realizar três atividades cognitivas básicas ligadas à semiose para que um sistema semiótico se torne um registro de representação. Um processamento é uma transformação de uma representação interna em um item ou sistema representacional (DUVAL, 2009, pp. 56-57, grifo nosso).

Figura 1 – Tríade de Peirce
Figura 1 – Tríade de Peirce

Base teórico-metodológica

Isso significa que respeitaremos o andamento da pesquisa de campo, reavaliaremos o caminho percorrido, faremos modificações quando novos fatos forem encontrados e replanejaremos sempre que necessário. Lüdke e André (1986) esclarecem que, com o domínio dos dados, ao longo da pesquisa de campo, e não apenas ao final, há necessidade de explicar a realidade observada, comparando-a com o estudo de forma mais ampla. Assim, será estabelecido um planejamento cuidadoso de todas as etapas para a realização da pesquisa de campo.

Essa variedade de anotações diárias durante a pesquisa de campo pode ser objeto de reflexão e servir de base para a fase de análise da pesquisa. Segundo Castro, Ferreira e Gonzalez (2013, p. 48), essa combinação de técnicas permite aos pesquisadores classificar mais especificamente “os dados observados, compará-los e sistematizá-los”.

Locus da pesquisa

  • Escolha da unidade escolar
  • Aspecto social
  • Escolha da professora/ turma
  • Aspectos pedagógicos

Neste centro municipal de educação pré-escolar são educadas 290 crianças com idades compreendidas entre os três e meio e os cinco anos e meio, das quais sete são crianças com deficiência de desenvolvimento. Possui doze turmas exclusivas para a educação pré-escolar, ministradas em turnos de quatro horas e meia. Essa turma também é supervisionada pela professora C e é composta por vinte e seis crianças, das quais apenas três são de outra unidade escolar.

O ambiente é organizado de forma que eles tenham independência para realizar as atividades e evitem pedir ajuda ao professor e ao auxiliar de ensino. Ela ficava numa mesa onde a sua intervenção era mais necessária, a auxiliar de ensino apoiava as crianças na organização do material e às quintas-feiras ambas saíam sempre da mesa para jogos de matemática gratuitos.

Delineando a metodologia

  • Pesquisa de campo
  • Papel do pesquisador no contexto do campo
  • Procedimentos de produção dos dados
  • Procedimentos de análise dos dados

Ao criar um ambiente propício a novas aquisições por parte das crianças, ao respeitar as fases em que se encontram e ao evitar dar respostas prontas a questões que ainda não tiveram oportunidade de colocar, vamos ao encontro das ideias de. Portanto, se quisermos respeitar as fases de desenvolvimento das operações lógico-matemáticas, devemos propor também situações de jogo em que elas estejam envolvidas. Na primeira fase, pesquisa diagnóstica, os primeiros encontros terão como objetivo conhecer o ambiente escolar, os profissionais que atuam na escola, o professor e auxiliar de ensino da turma em que será realizada a pesquisa e as crianças que irão realizar a pesquisa a ser realizada. participe desta pesquisa.

As brincadeiras iniciais, traçar, acompanhar e cobrir os números, darão suporte para identificar o nível de construção do número em que as crianças se encontram por meio de uma avaliação diagnóstica. Fiorentini e Lorenzato (2012) explicam que, para que se tenha condições de uma análise bem apurada, em que o cruzamento das informações se una às questões formuladas, é necessário buscar uma reorganização do material, para que seja possível ampliar interpretações que sejam relevantes para o contexto da pesquisa.

Jogos

  • A brincadeira e a matemática
  • O jogo e o conhecimento matemático
  • O jogo como recurso didático-metodológico
  • Descrição dos jogos

Mas a ação da criança indica que há algo de imaginário no jogo como um todo, ou seja, a atividade lúdica impulsiona o surgimento de uma situação lúdica imaginária. Não há debate sobre o interesse das crianças pelas atividades lúdicas: sua ludicidade chama a atenção na medida em que são apresentadas como um desafio no qual as crianças são atores ativos (GRANDO, 2008). Estas surgem numa fase posterior devido a uma necessidade inerente à própria atividade lúdica da criança.

Você pode contextualizar o caminho com base em uma viagem escolar ou em uma história; a cada jogo você pode contextualizar a pista com assuntos diferentes. As crianças devem se dividir em grupos, virar os dominós para baixo e misturá-los.

Figura 6 – Dominó com 49 peças (numerais/ elementos)
Figura 6 – Dominó com 49 peças (numerais/ elementos)

Análise dos dados

Primeira Fase: Avaliação diagnóstica

Ficamos algum tempo com as crianças na sala de aula para conhecê-las melhor. A professora já havia explicado o jogo, mas as crianças ainda não sabiam bem do que se tratava. Decidir quem inicia o jogo é uma forma de negociar as regras e permite que as crianças assumam a responsabilidade pelo jogo.

Dessa vez a contagem fluiu melhor e as crianças entenderam rapidamente como combinar a quantidade dos dois dados. Por não verem os números, as crianças tiveram que contar no tabuleiro para descobrir a soma dos dados.

Figura 7 – Capa do livro Chapeuzinho Vermelho: uma aventura borbulhante
Figura 7 – Capa do livro Chapeuzinho Vermelho: uma aventura borbulhante

Segunda Fase: Desenvolvimento da pesquisa de campo

Lidar com os dois conceitos simultaneamente é complexo para crianças no pré-operatório. Em geral, as crianças tiveram dificuldade em pensar em como descobrir a quantidade de tampas dentro do pote, mas na hora de realizar a sugestão de registro a tarefa correu bem. A dificuldade que as crianças vivenciaram a priori em descobrir o número de tampas dentro do pote pode ser explicada com base nas contribuições de Barreto (2001).

Neste jogo, as crianças tiveram a oportunidade de contar e comparar as quantidades representadas pelos símbolos no meio das cartas (e não diretamente pelos números), como vemos na Figura 32. Segundo pesquisa de Danyluk (2015). ). é comum as crianças contarem tocando e apontando para cada item. Percebemos claramente que as crianças consideraram apenas o número de símbolos no meio dos cartões e ignoraram o número expresso no final.

A sugestão de registro que realizou todos os jogos permitiu que as crianças começassem a pensar em diferentes formas de registrar e representar objetos matemáticos.

Figura 11 – Jogo Dominó de números
Figura 11 – Jogo Dominó de números

Conclusões à luz da fundamentação teórica

Categorização

Após dois ciclos da segunda etapa, passaram a guardar pequenos valores e indicar a cardinalidade dos valores alcançados no jogo, bem como escrever o número arábico para cumprir as propostas de cadastro. Este não foi o caso das crianças da nossa pesquisa, que ainda tinham que contar e representar quantidades, embora já anunciassem e escrevessem os números que representavam as pontuações totais. Os episódios foram transcritos seguindo as orientações de Castro, Ferreira e Gonzalez (2013), que sugerem não utilizar a descrição exata do que foi dito pela criança, mas sim o que a criança quis dizer, o que contribui para aproximar a cena. a) R1 – Registro por desenho: as crianças não conseguem entender como fazer a adição e apenas representam quantidades por meio de desenhos.

Para sua elaboração foram considerados os registros das crianças do grupo amostral nos dois ciclos da segunda fase da pesquisa. Além disso, é importante garantir que as crianças façam os seus registos em folhas identificadas10, para evitar alterações nos registos.

Interpretação dos resultados

Afirma ainda que as crianças estavam mais familiarizadas com números do que com letras, o que esta pesquisa não revelou. Isto revelou que as crianças que participaram desta pesquisa já tinham algum conceito sobre números antes de iniciarem nossas atividades. A autora afirma que as crianças ainda não haviam aprendido a contar até dez e recitavam números conhecidos aleatoriamente, como se estivessem contando convencionalmente.

No segundo ciclo, as crianças mostraram-se mais confiantes e, a partir da primeira representação, construíram novas representações. No segundo ciclo, quando as crianças conseguiram transformar o número em outro tipo de representação, elas.

Limitações e perspectivas

Vista como um direito da criança, a educação infantil tem alcançado avanços significativos ao incluir crianças de zero a três anos no sistema educacional (CAMPOS, 2009). Esta pesquisa foi desenvolvida com o objetivo de investigar o papel do registro da representação semiótica no CCN por crianças da educação infantil. Como sugestão, indicamos: Para contribuir com o CCN, que outras atividades envolvendo registros de representação semiótica o professor da educação infantil pode planejar para estimular as operações de processamento.

Políticas públicas para a educação infantil: notas para uma análise das iniciativas governamentais nos países do MERCOSUL. Escrita e fala matemática na educação infantil: ligações entre dados infantis e dados sobre práticas de professores.

Imagem

Figura 5 – Classificação dos tipos de registros semióticos
Figura 7 – Capa do livro Chapeuzinho Vermelho: uma aventura borbulhante
Figura 9 – Jogo Tapa-trilho
Figura 10 – Jogo Cubra os números
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Referências

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