REPRESEN TACI ON ES SOCI ALES DE TRABAJADORES ACERCA DE LA
VI GI LANCI A SANI TARI A
Dir ciar a Bar añ an o Sou za1 Clar ice Mar ia Dall Agnol2
Est udio cualit at iv o, ex plor at or io- int er pr et at iv o con el obj et iv o de conocer las r epr esent aciones sociales de t r abaj ador es acer ca de la v igilancia sanit ar ia en la Agencia Nacional de Vigilancia Sanit ar ia – ANVI SA, RS. Vigilancia sanit ar ia fue r epr esent ada por los suj et os com o un pr oceso, el cual, a pesar de las cont r adicciones v ien e sien d o con st r u id o y v iv en ciad o en el cot id ian o p r of esion al con sig n os d e r en ov ación f r en t e a las y a ex ist en t es. Así la p r ot ección d e la salu d ad q u ier e u n a n u ev a com p r en sión , q u e se alej a d e los lím it es d e pr evención, los que t r adicionalm ent e enfocan a la enfer m edad, par a dir igir la en base a la noción de pr om oción. De la m ism a for m a, la im agen de policía sanit ar ia, pasa de punición par a educación sanit ar ia, est ableciendo los ej es ent r e el hacer nor m at ivo y educat ivo. Por ot r o lado, el pr ofesionalism o se fundam ent a en la r esponsabilidad y conocim ient o y en la falt a de v alor pr ofesional basado en la ex clusión. Los r esult ados fav or ecen un análisis de los elem en t os qu e pu eden est ar ocasion an do su per m an en cia e in flu y en do en la pr áct ica cot idian a, par a posiblem ent e v olv er se en un beneficio par a la const r ucción del per fil pr ofesional.
DESCRI PTORES: v igilan cia san it ar ia; r egu lación san it ar ia in t er n acion al; r ecu r sos h u m an os en salu d; polít icas públicas en salud
SOCI AL REPRESENTATI ONS OF HEALTH SURVEI LLANCE AMONG W ORKERS
Th is is a q u alit at iv e, ex p lor at or y - in t er p r et at iv e st u d y , w it h t h e p u r p ose of in v est ig at in g t h e social r epr esent at ions of healt h sur v eillance am ong m em ber s of t he Nat ional Healt h Sur v eillance Agency – ANVI SA, in Rio Gr ande do Sul St at e. I t w as found t hat healt h sur veillance is r epr esent ed by subj ect s as a pr ocess t hat , despit e t he cont r adict ions, is being const r uct ed and lived in t he j ob r out ine w it h signs of r enovat ion of exist ing r epr esen t at ion s. Th u s, h ealt h pr ot ect ion acqu ir es a n ew u n der st an din g, dev iat in g fr om t h e pr ev en t ion lim it s t h at t r adit ion ally focu s on disease in or der t o r et u r n t o pr om ot ion it self. Also, t h e im age of h ealt h police is displaced fr om punishm ent t o healt h educat ion, est ablishing links bet w een nor m at ive and educat ive per for m ance. Mor eov er , pr ofessionalism is based on r esponsibilit y and k now ledge, and pr ofessional dev aluat ion is anchor ed in t he idea of exclusion. The r esult s allow for an analysis of t he elem ent s t hat can be causing per m anencies and in f lu en cin g t h e m ov em en t s of d aily p r act ice, b ein g ab le t o r ev er t in t o a b en ef it f or t h e con st r u ct ion of a p r of ession al p r of ile.
DESCRI PTORS: healt h sur v eillance; int er nat ional healt h r egulat ion; healt h m anpow er ; public policies in healt h
REPRESENTAÇÕES SOCI AI S SOBRE VI GI LÂNCI A SANI TÁRI A ENTRE TRABALHADORES
Est udo qualit at iv o, ex plor at ór io- int er pr et at iv o, com o obj et iv o de conhecer as r epr esent ações sociais sobr e v igilân cia san it ár ia en t r e t r abalh ador es da Agên cia Nacion al de Vigilân cia San it ár ia – ANVI SA, n o Rio Gr an d e d o Su l. Ver if icou - se q u e v ig ilân cia san it ár ia é r ep r esen t ad a p elos su j eit os com o u m p r ocesso q u e, apesar das cont r adições, vem sendo const r uído e vivenciado no cot idiano da pr ofissão, com sinais de r enovação d as r ep r esen t ações ex ist en t es. Assim , p r ot eção à saú d e ad q u ir e n ov o en t en d im en t o, d ist an cian d o- se d os lim it es da pr ev enção que t r adicionalm ent e focaliza a doença, par a v olt ar - se à noção de pr om oção. Tam bém , a im agem de polícia sanit ár ia desloca- se da punição par a a educação sanit ár ia, est abelecendo os elos ent r e os fazer es nor m at ivo e educat ivo. Além disso, o pr ofissionalism o assent a- se em r esponsabilidade e conhecim ent o, e a desv alor ização pr ofissional ancor a- se na idéia de ex clusão. Os r esult ados pr opiciam análise dos elem ent os que podem est ar causando per m anências e influenciando os m ovim ent os da pr át ica cot idiana, podendo r ever t er em benefício da const r ução de um per fil pr ofissional.
DESCRI TORES: v igilân cia san it ár ia; r egu lação san it ár ia in t er n acion al; r ecu r sos h u m an os em saú de; polít icas pú blicas em saú de
I NTRODUCCI ÓN
A
l buscar regist r os de m edidas que indiquen el inicio de las act uales práct icas sanit arias en puert os,a e r o p u e r t o s , f r o n t e r a s y p o l i c ía d e m i g r a c i ó n
( VI SAPAF) se ver ificó que er an del año 1348, cuando
se abr ier on los Puer t os en Venecia, siendo que en el
Br a si l en 1 8 0 8 co n l a l l eg a d a d e l a f a m i l i a Rea l .
H i s t ó r i c a m e n t e , e s t a s a c c i o n e s f u e r o n d e t i p o
f iscalización , cu y a p r in cip al f u n ción f u e im p ed ir la
e n t r a d a d e e n f e r m e d a d e s e n l o s p a ís e s , d a n d o
g a r a n t ía s i n t e r n a c i o n a l e s p a r a l a s c a r g a s
t r an sp or t ad as y p ar a los v iaj er os( 1 ). En est a ép oca
cont em por ánea, la globalización de la econom ía, del
com er cio, de la pr odu cción , de la cir cu lación de los
m edios de t r anspor t e y de las per sonas pr ov ocó una
r eo r d en a ci ó n d e l a s p r á ct i ca s y a p er t u r a p a r a u n
debat e sobre el t em a en los diver sos ám bit os sociales.
D e e s t a f o r m a , l a c a d e n a d e n e g o c i a c i ó n c o n
p ar t i ci p aci ó n so ci al v i en e d esaf i an d o a l a Ag en ci a
Nacion al de Vigilan cia San it ar ia ( ANVI SA) , cr eada a
f i n a l e s d e l a d é ca d a d e l o s 9 0( 2 ), p a r a co o r d i n a r
e s t r a t e g i a s d e d i s c u s i ó n a n i v e l l o c a l , r e g i o n a l ,
n acion al e in t er n acion al.
En e s t e e s t u d i o s e b u s c ó c o n o c e r l a s
r ep r esen t acion es sociales sob r e v ig ilan cia san it ar ia
en t r abaj ador es del ár ea de Coor dinación en Puer t os,
Aer o p u er t o s, Fr o n t er a s y Po l i cía d e Mi g r a ci ó n d el
Est ado de Río Gr an de del Su r, con sider an do qu e su
con st r u cción f u e b aj o la p er sp ect iv a ob j et iv a y d e
t i p o co n se n su a l , l a cu a l se e x p r e sa a t r a v é s d e
m ecanism o de m at er ialización y fundam ent ación. Se
dest aca que a pesar de que las “ acciones en vigilancia
sanit aria const it uyan una de las m ás ant iguas en salud
pú blica”( 3 ), solo en las ú lt im as décadas pasan a ser
t em a de est udio. Est udios que en su m ay or ía t r at an
de la const rucción hist órica a part ir del cont ext o
socio-p o l i t i c o - e c o n ó m i c o , l o c a l i z á n d o l a d e n t r o d e l a s
r elaciones sociales de pr oducción y consum o( 3 - 4 ). En
la bibliogr afía específica sobra VI SAPAF, con except o
de dos est udios ( 5- 6) se indica la falt a de cit ación sobre
q u ien r ealiza las accion es d e con t r ol san it ar io, así
com o la falt a de infor m aciones sobr e la or ganización
del pr oceso de t r abaj o. Se per cibe una confor m ación
h i s t ó r i c o - c u l t u r a l d e s i l e n c i o p o r p a r t e d e l o s
t r ab aj ad or es, com o u n sen t im ien t o q u e d esv alor iza
las acciones desar r olladas por el gr upo, com pr endida
y m anifest ada por los pr opios t r abaj ador es en su día
a día. No obst ant e, ¿cóm o es posible que hay a una
v i g i l a n c i a s a n i t a r i a , o u n a h i s t o r i a s i n s u j e t o s ?
¿Q u i é n e s s o n l o s s u j e t o s r e s p o n s a b l e s p o r l a s
acciones de v igilancia sanit ar ia?¿Cóm o es const r uido
el conocim ient o y cóm o se m anifiest an las pr áct icas
cot id ian as?
En e s a p e r s p e c t i v a , e l c o n c e p t o d e
r ep r esen t acion es sociales per m it ió la p osibilid ad de
analizar est as pr egunt as, una v ez que es cont r ar ia a
la epist em ología del suj et o o del obj et o en sí( 7- 8). La
inv est igación sobr e r epr esent aciones sociales que los
t r a b a j a d o r e s d e l a VI SAPAF t i e n e n a ce r ca d e l a
v igilan cia san it ar ia es de im por t an cia, pu es in t egr a
las dim ensiones cognit iv a y afect iv a que est r uct ur an
la realidad social de la cual los suj et os form an part e.
El supuest o fue ut ilizar de form a explicit a la pesquisa,
a t ravés de la m odalidad de saber, que se gener ó por
l a co m u n i ca ci ó n d e v i d a co t i d i a n a , q u e t i en e p o r
f in alid ad p r áct ica or ien t ar los com p or t am ien t os en
sit uaciones sociales. De la m ism a for m a se buscó un
en f oq u e q u e con sid er ase la com p lej id ad h ist ór
ico-social- cult ural con que fue const ruyéndose la VI SAPAF.
METODOLOGÍ A
Est udio de t ipo explor at or io- int er pr et at ivo con
en f oq u e cu alit at iv o, ad op t ó las b ases con cep t u ales
d e la Teor ía d e las Rep r esen t acion es Sociales, p or
const it uir una am plio cam po par a est udio, que engloba
las d im en sion es cog n it iv as, af ect iv as y sociales( 9 ).
Com o corrient e com plem ent aria fue ut ilizada la t eoría
m oscov ician a, por ser u n a per spect iv a bast an t e f iel
a las p r op osicion es or ig in ales, la cu al f u e lid er ad a
por Denise Jodelet en Par ís. Consider ando que “ est a
cor r ien t e es u t ilizada por in v est igador es qu e qu ier e
i n v e s t i g a r d e f o r m a b a s t a n t e c o m p r e n s i v a l a
r e p r e se n t a ci ó n d e u n d e t e r m i n a d o o b j e t o p o r u n
det er m inado conj unt o social”( 1 0 ).
Local y Suj et os
El cam po de est udio const ó de t r es puest os
d e v i g i l a n ci a sa n i t a r i a : Pu e st o d e l a Fr o n t e r a d e
Ur u gu aian a, Pu est o Aer opor t u ar io de Por t o Alegr e y
Pu est o Por t u ar io de Rio Gr an de, t odos v in cu lados a
la Coor d in ación d e Vig ilan cia San it ar ia d e Pu er t os,
Aer o p u er t o s, , Fr o n t er as y Po l i cía d e m i g r aci o n
es-CVSPAF de la ANVI SA del Est ado de Río Gr ande del
Su r ( RS) . Est a Co o r d i n a ci ó n e s g e st o r a d e o n ce
puest os dent r o del Est ado y dispone de un equipo de
diver sas cat egor ías pr ofesionales con diver sos niveles
de escolaridad, desde la educación básica incom plet a,
e d u c a c i ó n s u p e r i o r h a s t a c o n p o s t - g r a d o ,
c o n s i d e r a n d o q u e t o d o s r e a l i z a n l a s m i s m a s
act iv idades. Par a seleccionar a los suj et os, el cr it er io
de inclusión ut ilizado fue considerar al t rabaj ador que
r ealizaba act iv idades de fiscalización y que m anifest ó
in t er és en h ablar sobr e el t em a en est u dio. Fu er on
ex clu idos aqu ellos qu e est aban au sen t es du r an t e el
per iodo de r ecolección de infor m aciones por div er sos
m o t i v o s ( l i c e n c i a d e s a l u d , l i c e n c i a d e i n t e r é s ,
v acacion es, et c) , o q u e n o d esear on p ar t icip ar d el
est u d io.
Recolección d e I n f or m acion es y Pr oced im ien t os d e
An álisis
La r e c o l e c c i ó n d e i n f o r m a c i o n e s f u e d e
noviem br e de 2005 a j unio de 2006. Par a det er m inar
e l p r o c e s o d e a p r e h e n s i ó n d e l o s e l e m e n t o s
con st it u y en t es d e las r ep r esen t acion es sociales se
bu scó la pr im er a n oción del su j et o de in v est igación
sobr e el obj et o de est udio, par a ello se ut ilizó com o
p r i m e r r e cu r so l a t é cn i ca d e a so ci a ci ó n l i b r e d e
palabr as. La oper acionalización se est ableció a t r avés
de la ev ocación de palabr as ut ilizándose la ex pr esión
d e v i g i l a n c i a s a n i t a r i a , c o m o i n d u c t o r a d e l a s
a s o c i a c i o n e s , c o n e l o b j e t i v o d e i d e n t i f i c a r l a s
r epr esent aciones que los t r abaj ador es de la VI SAPAF
t ienen acer ca de la v igilancia sanit ar ia. Fue r ealizada
la siguient e pr egunt a: ¿Cuáles son las t r es pr im er as
palabras que se le vienen a la m ent e cuando escucha
la ex pr esión v igilan cia san it ar ia?. Post er ior m en t e se
s o l i c i t ó q u e o r g a n i z a r a n e s t a s t r e s p a l a b r a s ,
dest acando las dos m ás significat ivas y/ o im por t ant es.
Est e p r o ce d i m i e n t o f u e r e a l i za d o co n cu a r e n t a y
cu at r o t r abaj ador es, t en ien do en con sider ación qu e
de los cin cu en t a y dos t r abaj ador es qu e t ot alizaban
l o s t r e s p u e s t o s , u n o e j e c u t a b a a c t i v i d a d e s
ex clu siv am en t e ad m in ist r at iv a, d os se en con t r ab an
con licencia m édica y cinco no desear on par t icipar. A
t r av és del pr ogr am a Micr osoft Ex cel 2003 , los dat os
d e los t est im on ios f u er on or g an izad os en list as d e
fr ecuencia, or den de apar ición de las t r es palabr as y
la im por t ancia dada por los par t icipant es.
Post er ior m en t e se bu scó pr of u n dizar en los
s i g n i f i c a n t e s , a p a r t i r d e l t e s t d e e v o c a c i ó n d e
palabr as, por m edio de asociaciones o com par aciones
co n l o s si g n i f i ca d o s e x p l o r a d o s, a t r a v é s d e l o s
t e st i m o n i o s o b t e n i d o s p o r l a s e n t r e v i st a s se m i
-est r uct ur adas. Se obt uvo un t ot al de 30 par t icipant es,
con sider an do las per spect iv as de est u dios fr an ceses
p a r a a l c a n z a r e l ín d i c e d e s a t u r a c i ó n d e l o s
ent r evist ados ( 11). Est os fuer on escogidos a t r avés de
la t écnica “ bola de niev e” ( snow ball t echnique) . Par a
cad a u n o d e los cam p os d e est u d io, se seleccion ó
por sor t eo el pr im er t rabaj ador, siendo que al final de
la ent revist a se le solicit ó que diera el nom bre de un
com pañer o para par t icipar, siendo así sucesiv am ent e,
h ast a com p let ar el n ú m er o d e en t r ev ist as p r ev ist a
p a r a ca d a l u g a r. Cu a n d o n o h a b ía p o si b i l i d a d d e
par t icipación por alguno de los m iem br os, el pr oceso
“ bola de nieve” er a r epet ido dando un nuevo nom br e.
Fu er on r esp et ad as las d if er en cias en r elación a la
can t id ad d e t r ab aj ad or es d e los t r es p u est os, p ar a
poder realizar la dist ribución de las t reint a ent revist as.
Post er ior a la t r anscr ipción del m at er ial gr abado, se
r ealizar on lect u r as par a capt ar los con t en idos a ser
analizados, pr epar ando el t ex t o par a apr ehensión de
los t em as hast a llegar a las cat egor ías cent r ales. Se
dest aca que dur ant e la delim it ación de las cat egor ías
t e m á t i ca s f u e r o n t a m b i é n p o n d e r a d o s l o s d a t o s
obt enidos a t r av és del t est .
Siguiendo los result ado de algunos est udios( 12)
s e c o n s i d e r ó q u e l o s t e m a s e n s u c o n c e p c i ó n
a p a r e c e n c o m o e l c e n t r o d e l a c o n c i e n c i a
f u n d a m e n t a d a e n l a e x p e r i e n c i a , e n d o n d e l a
est ruct uración t em át ica coincide de alguna form a, con
el t r a b a j o o b j et i v o d e l a r ep r esen t a ci ó n . D e est a
for m a, los elem ent os afect iv os, cognit iv os y sociales
que or ganizan e hicier on sur gir los t em as, fuer on el
s e g u n d o p u n t o p r i m o r d i a l p a r a e n t e n d e r l a s
r epr esen t acion es sociales, es decir el fu n dam en t o.
Pr ecau cion es con los Aspect os Ét icos
A l t r a t a r s e d e i n v e s t i g a c i ó n c o n s e r e s
hum anos se siguió los lineam ient os de la Resolución
196/ 96 del Consej o Nacional de Ét ica en I nvest igación
( CO N EP) y o t r o s d i s p o s i t i v o s( 1 3 ). En u n p r i m e r
m om ent o, se buscó el consent im ient o for m al j unt o al
CV S PA F/ RS , d e j a n d o c l a r o s l o s o b j e t i v o s d e l a
invest igación, finalidades, m et odología y pr ecauciones
con los aspect os ét icos. La r ecolección de dat os fue
seguida de la hom ologación del pr oyect o en el Com it é
de Ét ica en I n v est igación de la Un iv er sidad Feder al
de Río Gr ande del Sur, con el núm er o 2005427. Con
r e s p e c t o a l Té r m i n o d e Co n s e n t i m i e n t o Li b r e e
I nfor m ado, est e fue fir m ado en dos copias, quedando
Con r espect o a la gr abación de las en t r ev ist as, las
cint as fueron inut ilizadas, post erior a la t ranscripción,
m an t en ién dose gu ar dado el m at er ial por cin co añ os
a par t ir de la publicación de los r esult ados. A t odos
los part icipant es se les ofreció el conocim ient o de los
r esult ados luego de concluir el est udio y una de las
for m as de divulgación del t r abaj o fue t am bién llevar lo
a l a I n t r a v i sa – si st e m a d e i n f o r m a ci ó n i n t e r n o ,
sist em a qu e solo es in gr esado por los t r abaj ador es
de la ANVI SA.
PRESEN TACI ÓN Y D I SCU SI ÓN D E LOS
RESULTADOS
A par t ir de los dat os obt enidos por el t est de
e v o c a c i ó n d e p a l a b r a s y l o s r e s u l t a d o s d e l a s
e n t r e v i st a s, se l l e g ó a l a s p r i n ci p a l e s ca t e g o r ía s
t e m á t i c a s : Pr o t e c c i ó n p a r a l a S a l u d , I d e n t i d a d
Profesional y Policía Sanit aria: los ej es ent re el hacer
nor m at iv o y la educación sanit ar ia. Se r esalt a que la
t écnica de ent r ev ist a pr opor cionó el cont ex t o de las
in f or m acion es obt en idas en el t est de ev ocación de
p alab r as. Al m ism o t iem p o, est a con t ex t u alización
su b sid ió la or g an ización d e las p alab r as ev ocad as,
dando for m a a la cat egor ía t em át ica, de acuer do com o
se pr esent a a seguir.
Pr ot ección par a la Salud
En la cat egor ía de pr ot ección par a la salud,
se t iene una de las obj et iv aciones de r epr esent ación
sobre vigilancia sanit aria, fundam ent ada en elem ent os
de la r ealidad com o acciones de pr ev ención, calidad
de vida de la población, higiene, así com o der echo a
la salud. Est os t em as fuer on r efor zados a t r av és del
t est de asociación de palabr as, dest acan do salu d y
pr ev en ción debido a su m ay or fr ecu en cia, or den de
apar ición e im por t ancia dada por los suj et os, siendo
b a st a n t e m e n ci o n a d o s e n l a s t r e s se cu e n ci a s d e
ev ocaciones. Se r esalt a que el cam bio de la idea de
v ig ilan cia san it ar ia p ar a p r ot ección d e salu d , com o
u n a im agen cr ist alizada posible de ser com pr en dida
y t ransm it ida por est as per sonas, t iene com o principal
f u n d a m e n t o l a p r e v e n ci ó n . No o b st a n t e p r e v e n i r,
asum e el significado de cont rolar para evit ar la ent rada
d e e n f e r m e d a d e s e n e l Pa ís , v i n c u l á n d o s e
d ir ect am en t e a la n oción d e b ar r er a com o escu d o.
A s í, l a s a l u d s e p r e s e n t a r e l a c i o n a d a c o n l a
en fer m edad y con la acción n or m at iv a de cu idar de
las f r on t er as.
Se v er ifica una sit uación desv inculada ent r e
las acciones de la VI SAPAF con las acciones par a la
at ención de salud. En est e sent ido, es necesar io que
los t r ab aj ad or es con st r u y an n u ev as com p r en sion es
y concept os sin huir de las per spect iv as del Sist em a
Único de Salud. No obst ant e, es im por t ant e r esalt ar
que las pr áct icas en est e cam po de conocim ient o no
se lim it an a act ividades básicas de at ención a la salud,
de acu er do con la def in ición legal( 2 ). Se t r at a de u n
ár ea especif ica, pu es r egu la y m on it or ea la calidad
d e b i e n e s e n sa l u d q u e ci r cu l a r a n y t e n d r á n su s
efect os a niv el nacional e int er nacional. Por lo t ant o
v a m ás allá d e las f r on t er as g eog r áf icas, sean en
t érm inos de riesgo para la salud o efect os económ icos
p a r a su r e g u l a ci ó n . Po r o t r o l a d o , se p e r ci b e l a
expr esión pr om oción de la salud, cir culando m uy poco
ent r e los t r abaj ador es de la VI SAPAF. Lo que puede
indicar un cam bio en la represent ación sobre vigilancia
sanit ar ia, pues v isualiza una posibilidad de t r asladar
el foco pr event ivo. La pr om oción de la salud vinculada
a la p r op u est a d e p r ot ección seg ú n el an álisis d el
aut or( 5) sur gió con la int ención de la ANVI SA super ar
el car áct er policial de las acciones de v igilancia, que
se const r uye a lo lar go del t iem po, par a así, com enzar
a est ablecer nuev os concept os que fundam ent an las
p r áct icas.
I d en t id ad Pr of esion al
Est a cat egor ía se est ableció a t r av és de dos
e j e s , c o n s t r u y e n d o l a s s u b - c a t e g o r i a s :
pr ofesionalism o y falt a de v alor ación pr ofesional. Los
t r abaj ador es de la VI SAPAF al hablar de si m ism os y
de la vigilancia sanit ar ia, dest acan la const r ucción de
u n sa b er y d e u n h a cer q u e f u e el a b o r a d o en el
cot idian o de t r abaj o, pu es n o se t u v o con ocim ien t o
de la dim en sión de est e cam po. En est e est u dio es
r et om ad a, la con cep ción d e u n a p r of esión d ef in id a
en la pr áct ica, a t r av és del conj unt o de t r abaj ador es
que or ganizan sus m odos de ver ( apr ender ) el obj et o
de t rabaj o y los inst r um ent os necesar ios par a realizar
l a s a cci o n es d e v i g i l a n ci a sa n i t a r i a . Pa r a a l g u n o s
a u t o r e s( 1 4 ) l a f a l t a d e f o r m a ci ó n a ca d é m i ca y l a
calif icación pr of esion al de los t r abaj ador es en salu d
p ú b l i c a , r e p r e s e n t a n u n o b s t á c u l o p a r a l a
t r ansfor m ación de las pr áct icas de vigilancia. En est a
con st r u cción , ex ist e u n a asociación d e la v ig ilan cia
san it ar ia con la cat egor ía t em át ica pr of esion alism o,
q u e s e c o n s t i t u y e e n l a c r i s t a l i z a c i ó n d e l a
encuent r a la m at er ialización de lo que er a abst r act o
a los suj et os, es decir, a t ravés del pensam ient o y de
lo expr esado por los t rabaj ador es de la VI SAPAF. Est e
p r o c e s o o b j e t i v o “ s e f u n d a m e n t a e n e l a r t e d e
t r a n s f o r m a r u n a r e p r e s e n t a c i ó n e n r e a l i d a d d e
r e p r e s e n t a c i ó n , t r a n s f o r m a n d o l a p a l a b r a q u e
sust it uye la cosa, una cosa que sust it uye la palabra”( 8).
La r e p r e s e n t a c i ó n s o b r e v i g i l a n c i a s a n i t a r i a s e
p r e se n t a a p a r t i r d e l a n á l i si s d e l a s e n t r e v i st a s,
f u n d a m e n t a d a s e n e l e m e n t o s r e l a c i o n a d o s c o n
r espon sabilidad, segu r idad, con ocim ien t o y t r abaj o.
En est e sent ido, los t érm inos r esponsabilidad, t r abaj o,
segur idad y conocim ient o m encionados en el t est de
asociación de palabr as t ienen sent ido, r efor zando las
ideas y los sen t im ien t os qu e se or gan izan a t r av és
de la im agen o del concept o de pr ofesionalism o.
La noción de responsabilidad( 3) se ext iende a
l o s d a ñ o s co n l a sa l u d q u e p u e d a n o cu r r i r co m o
consecuencia de una falla en el pr oceso de v igilancia
y de com pr om iso con la población . Por lo t an t o, la
p er t i n en ci a est á r el aci o n ad a co n l a co m p l ej i d ad e
im plicaciones ét ico- j ur ídicas de daños que am enazan
la salud y la v ida. De est a for m a, r esponsabilidad se
c o n s t i t u y e e n u n a s p e c t o a n g u l a r p a r a l a
adm inist r ación de los obj et os de v igilancia sanit ar ia,
r elacion ad os con r esp on sab ilid ad . Se p er cib e en el
t e s t i m o n i o d e l o s t r a b a j a d o r e s q u e e x i s t e
preocupación con la responsabilidad por la vida, salud,
enfer m edad y la m uer t e de las per sonas, a par t ir de
su i n t e r v e n ci ó n so b r e l o s o b j e t o s- su j e t o s d e l a s
accion es de v igilan cia san it ar ia.
El t r ab aj o es r elacion ad o con la n ecesid ad
d e m ej o r a r l a esp eci f i ca ci ó n d e l o s o b j et o s d e l a
vigilancia, y parece est ar en asociación direct a con la
i d e a d e r e s p o n s a b i l i d a d . En t e n d i é n d o s e q u e l o s
t r a b a j a d o r e s r e a l i z a n a cci o n e s i n co n sci e n t e s, a l
const r uir y m ar car su espacio de t r abaj o a par t ir de
lo específico de una profesión. De est a form a, se busca
u n a o r g a n i z a c i ó n d e a c t i v i d a d e s y d e u n
com p or t am ien t o, p ar a at en d er a la com p lej id ad d e
l o s o b j et o s q u e t i en en i n t er f a se co n l a v i g i l a n ci a
san it ar ia, est r u ct u r an do r equ isit os qu e fu n dam en t en
su p er f il p r of esion al( 1 5 ). En est e sen t id o, ex ist e u n a
bú squ eda por el saber específico de est a v igilan cia,
d a n d o si g n i f i ca d o a l t e m a co n o ci m i e n t o . Est a n d o
vinculado dir ect am ent e al t em a de segur idad, es decir,
significa cont ar con el r espaldo t écnico- cient ífico que
dism in u y a in segu r idades f r en t e a la com plej idad de
los obj et iv os. Por ot r o lado, se m uest r a una falt a de
v alor ación p r of esion al , lo q u e ocasion a u n p osib le
obst áculo par a las pr áct icas de innov ación, inclusiv e
a pesar de ser consider adas necesar ias. Est a im agen
se fundam ent a en elem ent os com o: ex clusión, baj os
su e l d o s e i n se g u r i d a d p r o f e si o n a l . En e l t e st d e
ev ocación de palabr as se dest acan las ex pr esion es:
p o co ca so y b a j o s su e l d o s, si e n d o l a s p r i m e r a s
ev o ca ci o n es y co n si d er a d a s d e g r a n i m p o r t a n ci a .
Llam a la at ención el t érm ino “ acción de punt a” ut ilizado
p a r a d e n o m i n a r e l t r a b a j o d e l a V I S A PA F. Es t a
ex pr esión t ien e u n a car ga sim bólica im pr egn ada de
valores y sent im ient os que reduce a los suj et os hacia
una v isión sim ple de ej ecut or es. Est a posición puede
e s t a r i n d i c a n d o l a i n f l u e n c i a d e l u n i v e r s o d e
cosificación( 8), com o una fuer za r epr esor a y coer cit iva
q u e l l ev a a l o s i n d i v i d u o s a asu m i r se co m o p ar t e
con st it u y en t e. Por ot r o lad o, es p r eciso r ef lex ion ar
sobr e la ex pr esión “ t al v ez sea m ás cóm odo pensar
que una gr an par t e de las sociedades son const r uidas
sin nosot r os, sin nuest r a int er v ención”( 9).
La n oción de ex clu sión m u est r a el dolor de
l o s t r ab aj ad o r es, p u es ex i st ía u n a ex p ect at i v a d e
con solid ación p ar a r econ ocim ien t o d e la p r of esión ,
con la cr eación de la Agencia en 1999. No obst ant e,
no fuer on encuadr ados en la car r er a de la Agencia y
si en el cu ad r o esp eci al . Nó t ase q u e est o , p o d r ía
i n d i c a r l a p a l a b r a “ p o c o c a s o ” e v o c a d a p o r l o s
t r abaj ador es. Depar ándose con un conflict o pr esent e
l l e v a n d o a l a d u a l i d a d e n t r e l o s “ a n t i g u o s” y l o s
“ nuevos” que cor r esponden a suj et os de est e est udio,
y a los p r of esion ales q u e en t r ar on p or con cu r so a
int egr ar el cuadr o de Especialist as y Analist as de la
Agencia en 2004. En los t est im onios sur ge un per iodo
pr e y post ANVI SA, en donde la cr eación de la agencia
se e st a b l e ce e n u n m a r co , a p a r t i r d e l cu a l l o s
t r abaj ador es dej ar on de ser necesar ios. Fr ent e a t al
con d ición y en la m ism a p er sp ect iv a d e v alor ación
d e e s t o s p r o f e s i o n a l e s d e s a l u d p ú b l i c a , l a
denom inación que “ est os t r abaj ador es del ár ea de la
salud, son ahor a indicados com o pot enciales suj et os
de cam bio y r ef or m u lación de pr áct icas y u n gr u po
p r o b l e m a a se r r e su e l t o ”( 1 4 ). D e e st a f o r m a , l o s
t r a b a j a d o r e s v i v e n u n m o m e n t o d e t e n s i ó n e
in segu r idad qu e se j u st if ica t an t o por la llegada de
nuevos profesionales com o por el recelo de sobrevivir
a una descent ralización por la gest ión de la VI SAPAF.
Es t e ú l t i m o a s p e c t o s u r g e r e l a c i o n a d o c o n
ex p er ien cias p asad as, en las cu ales la m ay or ía d e
los t r abaj ador es obser vó la salida de ex - I NAMPS con
b ase en las d ir ect r ices est ab lecid as p or el SUS, al
ellos f u e u n a ex p er ien cia n eg at iv a q u e los in cit a a
vincular al SUS con est a idea, un posible m ot ivo que
los llev a a no per cibir se com o int egr ant es del pr opio
sist em a.
Policía Sanit ar ia: los ej es ent r e el hacer nor m at iv o y
la edu cación san it ar ia
Desd e su or ig en , la v ig ilan cia san it ar ia f u e
con f or m an do su s pr áct icas en accion es r espaldadas
p o r n o r m a s , a s u m i e n d o u n c a r á c t e r j u z g a d o r y
p u n i t i v o( 3 , 1 6 ), l o q u e l l e v a m u c h a s v e c e s , a u n
al ej am i en t o en t r e su i m ag en y su t r ab aj o . En l as
m em or ias y ex p er ien cias d e los t r ab aj ad or es d e la
VI SAPAF, a pesar de int egrar la vigilancia sanit ar ia la
idea de salud, aún brindan elem ent os vinculados a la
solid a n oción d e p olicía con p od er r ep r esiv o. Est a
est abilidad est á j ust ificada en la dependencia de las
r epr esent aciones de m em or ia por par t e de los gr upos,
una vez que “ la solidez de la m em or ia im pide que las
r e p r e s e n t a c i o n e s s u f r a n m o d i f i c a c i o n e s s ú b i t a s ,
o f r e c i é n d o l e s c i e r t a d o s i s d e d e p e n d e n c i a a l o s
acont ecim ient os act uales”( 8). De est a form a, se indica
l a n o c i ó n d e p o l i c ía s a n i t a r i a a l o b j e t o d e l a
r epr esent ación sobr e v igilancia sanit ar ia, que es r eal
y es p r od u cid a socialm en t e p or los t r ab aj ad or es a
t r a v é s d e l o s e l e m e n t o s q u e l a f u n d a m e n t a n :
f i sca l i za ci ó n , co n t r o l sa n i t a r i o , b a r r e r a sa n i t a r i a ,
r iesgo, poder y educación sanit ar ia.
La l e g i s l a c i ó n a p a r e c e c o m o p r i n c i p a l
h er r am ien t a qu e gu ía las accion es de la VI SAPAF, a
pesar de per cibir se un t r aslado de la noción sobr e el
cont r ol sanit ar io, con el obj et o de m ant ener el or den
j u r ídico. Se con sider a qu e los m iedos y an siedades
que gir an alr ededor de la idea r iesgo, han m ost r ado
el in icio d e u n t r ab aj o q u e t ien d e a sob r ep asar la
lim it ación de la norm a. Mient ras t ant o, se verifica que
en la conciencia de los t rabaj adores la orient ación de
los lin eam ien t os leg ales aú n est a p r esen t e, lo cu al
debe o no ser cont r olado. No obst ant e, al m ost r ar el
m iedo a lo desconocido, indica la falt a de indicadores
d e r i e s g o p a r a l a v i g i l a n c i a s a n i t a r i a , a s í l o s
t r ab aj ad or es m ost r ar on v isib lem en t e est e en f oq u e
am plio de cont r ol.
La f i s c a l i z a c i ó n s a n i t a r i a a b a r c a l o m á s
significat ivo en el poder de la policía y en la práct ica
d e v i g i l an ci a. Al r est ab l ecer u n a r el aci ó n en t r e l a
f iscalización y el con t r ol, se v er if ica en la t eor ía ( 3 )
u n a com p r en sión d e q u e la am p lit u d d e con t r ol es
m ay or ; por lo t ant o, se est ablece en la fiscalización
la verificación del cum plim ient o de la norm a. Mient ras
t an t o, seg ú n la p er cep ción d e los t r ab aj ad or es, la
noción de fiscalización abarca el hacer concret o de la
vigilancia, lo que al m ism o t iem po lleva al cont rol de
r i e s g o . D e e s t a f o r m a , s o b r e p a s a l a a c c i ó n d e
f i s c a l i z a c i ó n c o n e l o b j e t i v o d e v e r i f i c a r e l
cu m p lim ien t o d e la n or m a, sien d o alg o m ay or q u e
in v olu cr a com por t am ien t o, act it u d y r espon sabilidad
co n l a so ci e d a d . La f i sca l i za ci ó n co m i e n za a se r
discut ida y vinculada con la educación. En est e sent ido
se inst ala un obst áculo, pues par ece que solo puede
desar r ollar se solo una y no la ot r a, o v icev er sa. De
e st a f o r m a , su r g e l a p o l é m i ca ¿có m o f i sca l i za r y
e d u ca r ? Est a d u d a p a r e ce t e n e r r e l a ci ó n co n e l
significado dado par a la fam iliar ización de est os dos
t ér m inos. Los t est im onios t raen a la m em or ia y asocian
l a p r áct i ca d e f i scal i zar, a l a acci ó n d e p u n i r y l a
pr áct ica de educar a gest os agr adables, com pr ensión
y convenios. Par a algunos, par ece que la com prensión
de lo que es educar est á cir culando alr ededor de lo
pedido, de la conver sación con lo r eglam ent ado, par a
c o r r e g i r i r r e g u l a r i d a d e s . En f i n , l a a c c i ó n d e
fiscalización se da dent ro de ciert a inform alidad, com o
u n a t r a n sm i si ó n d e i n f o r m a ci ó n( 1 6 ). Si l a i d e a d e
edu cación apar ece v in cu lada a cosas posit iv as, est o
explica la dificult ad de unir la acción del fiscal a la de
edu cador. Por lo t an t o, el con f lict o su r gió en t r e los
t r abaj ador es m ost r ando un m om ent o de t ensión por
a l g o i m p l íc i t o , c o m o e s , c a m i n a r p a r a l a s
t r an sf or m acion es( 8 ).
CONSI DERACI ONES FI NALES
Par t ien do de las pr egu n t as in iciales de est e
e st u d i o so b r e l a e x i st e n ci a d e u n a h i st o r i a p a r a
vigilancia sanit ar ia sin suj et os, se concluye que est os
son la pr opia r ev elación de su h ist or ia y v icev er sa.
Por lo t ant o, com ienzan a ser v isibles. No obst ant e,
est udiar la v igilancia sanit ar ia a par t ir de los suj et os
fue un ret o frent e a los vacios encont rados en la t eoría.
Asociados a ellos, se sum a el desafío de la Teoría de
las Rep r esen t acion es Sociales com o u n len t e p ar a
las int er pr et aciones. A pesar de la am plit ud t eór ica,
las p osib ilid ad es m et od ológ icas aú n se en cu en t r an
en f ase d e d escu b r im ien t o, sien d o r esp on sab ilid ad
del inv est igador, el art e de const ruir un cam ino m ej or,
c o m o f u e s e ñ a l a d o p o r e l a u t o r( 1 0 ). I n d íc a s e l a
posibilidad de v isualizar los concept os que sust ent an
subsidios para el análisis de los elem ent os que pueden
est ar ocasionando su per m anencia e influyendo en la
p r áct ica cot id ian a. Se m en cion a la im p or t an cia en
adopt ar una post ur a cr ít ica por par t e de los suj et os,
que los coloque en una posición de ej ecut or. Es decir
que asum an una condición de ser par t e const it uyent e
de la sociedad, t ant o en la dim ensión consensual com o
en lo obj et ivo, y por t ant o en el ám bit o de la VI SAPAF.
La co n st r u cci ó n t eó r i ca p r o d u ci d a en est a
invest igación denot a la posibilidad de nuevos cam inos
q u e p e r m i t a n a m p l i a r l a s r e l a c i o n e s d e l o s
t r a b a j a d o r e s c o n s u t r a b a j o , p r á c t i c a s y c o n l a
s o c i e d a d . A s i m i s m o , s e c o n s i d e r a q u e e s t o s
r esu lt ados pu edan ser r ev er t idos en ben ef icio de la
c o n s t r u c c i ó n d e u n p e r f i l p r o f e s i o n a l , s i f u e r a n
est a b l eci d o s a t r a v és d e l a p a r t i ci p a ci ó n en t r e l a
I nst it ución- ANVI SA y los t rabaj ador es de la VI SAPAF.
REFERENCI AS
1. Cost a EA, Rosenfeld S. Const it uição da v igilância sanit ár ia
n o Br asil. I n : Rosen f eld S, or g an izad or a. Fu n d am en t os d e
v igilância sanit ár ia. Rio de Janeir o ( RJ) : FI OCRUZ; 2000. p.
1 5 - 4 0 .
2. Br asil. Lei nº . 9. 782, de 26 de j aneir o de 1999. Define o
Si st em a Na ci o n a l d e Vi g i l â n ci a Sa n i t á r i a , cr i a a Ag ên ci a
Nacion al d e Vig ilân cia San it ár ia, e d á ou t r as p r ov id ên cias.
Diár io Of icial [ d a] Rep ú b lica Fed er at iv a d o Br asil, Br asília,
DF, 27 j an. 1999. Seção 1, p. 1. Brasil.
3. Cost a EA. Vigilância sanit ár ia: pr ot eção e defesa da saúde.
2 . ed . au m en t ad a. São Pau lo ( SP) : Sob r av in e, HUCI TEC;
2 0 0 4 .
4. Sout o AC. Saúde e polít ica: a v igilância sanit ár ia no Br asil.
São Paulo ( SP) : Sobr av ine; 2 0 0 4 .
5 . Nu n es PRS. Fo r m ação / ed u cação d o s t r ab al h ad o r es d a
VI SAPAF/ AN VI SA/ MS. Po r t o Al e g r e ( RS) . Fa c u l d a d e d e
Educação, Univer sidade Feder al do Rio Gr ande do Sul; 2004.
6 . Ro c h a M V V. Ri s c o s d e s a ú d e p r o v e n i e n t e s d e
cont am inação m icr obiana nas aer onav es e sua per cepção na
visão dos t r abalhador es da vigilância sanit ár ia de aer opor t os.
[ disser t ação] . Por t o Alegr e ( RS) . Un iv er sidade Lu t er an a do
Br asi l ; 2 0 0 4 .
7 . Jo d e l e t D . Re p r e s e n t a ç õ e s s o c i a i s : u m d o m ín i o e m
ex p an são. I n : Jod elet D, or g an izad or a. As r ep r esen t ações
sociais. Rio de Janeir o ( RJ) : EdUERG; 2 0 0 1 . p. 1 7 - 4 4 .
8 . Moscov ici S. Rep r esen t ações sociais: in v est ig ações em
p sicolog ia social. Pet r óp olis ( RJ) : Vozes; 2 0 0 3 .
9 . Moscov ici S. La psy ch an aly se, son im age et son pu blic.
Par i s: PUF; 1 9 6 1 .
1 0 . Sá CP d e . A co n st r u çã o d o o b j e t o d e p e sq u i sa e m
r epr esent ações sociais. Rio de Janeir o ( RJ) : EDUERJ; 1 9 9 8 .
11. Ghiglione R, Mat alon B. O inquér it o: t eor ia e pr át ica. 3.
ed. Lisboa: Celt a; 1 9 9 7 .
1 2 . Vi g n a u x G. Cá t e g o r i sa t i o n s e t sch é m a t i sa t i o n s: d ê s
ar gum ent s au discour s. I n: Dubois D. ( Ed. ) . Sém ant ique et
cogn it ion . Par is: CNRS; 1 9 9 1 . p . 2 1 5 - 5 0 .
1 3 . Min ist ér io da Saú de ( BR) . Dir et r izes e n or m as t écn icas
r egu lam en t ador as de pesqu isa en v olv en do ser es h u m an os.
Br asília ( DF) : Minist ér io da Saúde; 1 9 9 6 .
1 4 . Gar abot t i V, Hen n in gt on EA, Selli L. A con t r ibu ição dos
t r ab alh ad or es n a con solid ação d os ser v iços m u n icip ais d e
v i g i l â n c i a s a n i t á r i a . Ca d S a ú d e Pú b l i c a 2 0 0 6 m a i o ;
2 2 ( 5 ) : 1 0 4 3 - 5 1 .
1 5 . Go m e s A M T, O l i v e i r a D C. Es t u d o d a e s t r u t u r a d a
r e p r e s e n t a ç ã o s o c i a l d a a u t o n o m i a p r o f i s s i o n a l e m
e n f e r m a g e m . Re v Es c En f e r m a g e m US P 2 0 0 5 j a n e i r o ;
3 9 ( 2 ) : 1 4 5 - 5 3 .
1 6 . Fer n a n d es MA, Fr ei t a s AP. Pr á t i ca s d e f i sca l i za çã o e
ed u cação em v ig ilân cia san it ár ia. I n : Alv es MG. Vig ilân cia
san it ár ia: p r in cip ais t ecn olog ias d e in t er v en ção. Salv ad or :
OPAS; 2 0 0 5 . p . 2 0 - 5 .