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Rev. LatinoAm. Enfermagem vol.16 número3

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Academic year: 2018

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REPRESEN TACI ON ES SOCI ALES DE TRABAJADORES ACERCA DE LA

VI GI LANCI A SANI TARI A

Dir ciar a Bar añ an o Sou za1 Clar ice Mar ia Dall Agnol2

Est udio cualit at iv o, ex plor at or io- int er pr et at iv o con el obj et iv o de conocer las r epr esent aciones sociales de t r abaj ador es acer ca de la v igilancia sanit ar ia en la Agencia Nacional de Vigilancia Sanit ar ia – ANVI SA, RS. Vigilancia sanit ar ia fue r epr esent ada por los suj et os com o un pr oceso, el cual, a pesar de las cont r adicciones v ien e sien d o con st r u id o y v iv en ciad o en el cot id ian o p r of esion al con sig n os d e r en ov ación f r en t e a las y a ex ist en t es. Así la p r ot ección d e la salu d ad q u ier e u n a n u ev a com p r en sión , q u e se alej a d e los lím it es d e pr evención, los que t r adicionalm ent e enfocan a la enfer m edad, par a dir igir la en base a la noción de pr om oción. De la m ism a for m a, la im agen de policía sanit ar ia, pasa de punición par a educación sanit ar ia, est ableciendo los ej es ent r e el hacer nor m at ivo y educat ivo. Por ot r o lado, el pr ofesionalism o se fundam ent a en la r esponsabilidad y conocim ient o y en la falt a de v alor pr ofesional basado en la ex clusión. Los r esult ados fav or ecen un análisis de los elem en t os qu e pu eden est ar ocasion an do su per m an en cia e in flu y en do en la pr áct ica cot idian a, par a posiblem ent e v olv er se en un beneficio par a la const r ucción del per fil pr ofesional.

DESCRI PTORES: v igilan cia san it ar ia; r egu lación san it ar ia in t er n acion al; r ecu r sos h u m an os en salu d; polít icas públicas en salud

SOCI AL REPRESENTATI ONS OF HEALTH SURVEI LLANCE AMONG W ORKERS

Th is is a q u alit at iv e, ex p lor at or y - in t er p r et at iv e st u d y , w it h t h e p u r p ose of in v est ig at in g t h e social r epr esent at ions of healt h sur v eillance am ong m em ber s of t he Nat ional Healt h Sur v eillance Agency – ANVI SA, in Rio Gr ande do Sul St at e. I t w as found t hat healt h sur veillance is r epr esent ed by subj ect s as a pr ocess t hat , despit e t he cont r adict ions, is being const r uct ed and lived in t he j ob r out ine w it h signs of r enovat ion of exist ing r epr esen t at ion s. Th u s, h ealt h pr ot ect ion acqu ir es a n ew u n der st an din g, dev iat in g fr om t h e pr ev en t ion lim it s t h at t r adit ion ally focu s on disease in or der t o r et u r n t o pr om ot ion it self. Also, t h e im age of h ealt h police is displaced fr om punishm ent t o healt h educat ion, est ablishing links bet w een nor m at ive and educat ive per for m ance. Mor eov er , pr ofessionalism is based on r esponsibilit y and k now ledge, and pr ofessional dev aluat ion is anchor ed in t he idea of exclusion. The r esult s allow for an analysis of t he elem ent s t hat can be causing per m anencies and in f lu en cin g t h e m ov em en t s of d aily p r act ice, b ein g ab le t o r ev er t in t o a b en ef it f or t h e con st r u ct ion of a p r of ession al p r of ile.

DESCRI PTORS: healt h sur v eillance; int er nat ional healt h r egulat ion; healt h m anpow er ; public policies in healt h

REPRESENTAÇÕES SOCI AI S SOBRE VI GI LÂNCI A SANI TÁRI A ENTRE TRABALHADORES

Est udo qualit at iv o, ex plor at ór io- int er pr et at iv o, com o obj et iv o de conhecer as r epr esent ações sociais sobr e v igilân cia san it ár ia en t r e t r abalh ador es da Agên cia Nacion al de Vigilân cia San it ár ia – ANVI SA, n o Rio Gr an d e d o Su l. Ver if icou - se q u e v ig ilân cia san it ár ia é r ep r esen t ad a p elos su j eit os com o u m p r ocesso q u e, apesar das cont r adições, vem sendo const r uído e vivenciado no cot idiano da pr ofissão, com sinais de r enovação d as r ep r esen t ações ex ist en t es. Assim , p r ot eção à saú d e ad q u ir e n ov o en t en d im en t o, d ist an cian d o- se d os lim it es da pr ev enção que t r adicionalm ent e focaliza a doença, par a v olt ar - se à noção de pr om oção. Tam bém , a im agem de polícia sanit ár ia desloca- se da punição par a a educação sanit ár ia, est abelecendo os elos ent r e os fazer es nor m at ivo e educat ivo. Além disso, o pr ofissionalism o assent a- se em r esponsabilidade e conhecim ent o, e a desv alor ização pr ofissional ancor a- se na idéia de ex clusão. Os r esult ados pr opiciam análise dos elem ent os que podem est ar causando per m anências e influenciando os m ovim ent os da pr át ica cot idiana, podendo r ever t er em benefício da const r ução de um per fil pr ofissional.

DESCRI TORES: v igilân cia san it ár ia; r egu lação san it ár ia in t er n acion al; r ecu r sos h u m an os em saú de; polít icas pú blicas em saú de

(2)

I NTRODUCCI ÓN

A

l buscar regist r os de m edidas que indiquen el inicio de las act uales práct icas sanit arias en puert os,

a e r o p u e r t o s , f r o n t e r a s y p o l i c ía d e m i g r a c i ó n

( VI SAPAF) se ver ificó que er an del año 1348, cuando

se abr ier on los Puer t os en Venecia, siendo que en el

Br a si l en 1 8 0 8 co n l a l l eg a d a d e l a f a m i l i a Rea l .

H i s t ó r i c a m e n t e , e s t a s a c c i o n e s f u e r o n d e t i p o

f iscalización , cu y a p r in cip al f u n ción f u e im p ed ir la

e n t r a d a d e e n f e r m e d a d e s e n l o s p a ís e s , d a n d o

g a r a n t ía s i n t e r n a c i o n a l e s p a r a l a s c a r g a s

t r an sp or t ad as y p ar a los v iaj er os( 1 ). En est a ép oca

cont em por ánea, la globalización de la econom ía, del

com er cio, de la pr odu cción , de la cir cu lación de los

m edios de t r anspor t e y de las per sonas pr ov ocó una

r eo r d en a ci ó n d e l a s p r á ct i ca s y a p er t u r a p a r a u n

debat e sobre el t em a en los diver sos ám bit os sociales.

D e e s t a f o r m a , l a c a d e n a d e n e g o c i a c i ó n c o n

p ar t i ci p aci ó n so ci al v i en e d esaf i an d o a l a Ag en ci a

Nacion al de Vigilan cia San it ar ia ( ANVI SA) , cr eada a

f i n a l e s d e l a d é ca d a d e l o s 9 0( 2 ), p a r a co o r d i n a r

e s t r a t e g i a s d e d i s c u s i ó n a n i v e l l o c a l , r e g i o n a l ,

n acion al e in t er n acion al.

En e s t e e s t u d i o s e b u s c ó c o n o c e r l a s

r ep r esen t acion es sociales sob r e v ig ilan cia san it ar ia

en t r abaj ador es del ár ea de Coor dinación en Puer t os,

Aer o p u er t o s, Fr o n t er a s y Po l i cía d e Mi g r a ci ó n d el

Est ado de Río Gr an de del Su r, con sider an do qu e su

con st r u cción f u e b aj o la p er sp ect iv a ob j et iv a y d e

t i p o co n se n su a l , l a cu a l se e x p r e sa a t r a v é s d e

m ecanism o de m at er ialización y fundam ent ación. Se

dest aca que a pesar de que las “ acciones en vigilancia

sanit aria const it uyan una de las m ás ant iguas en salud

pú blica”( 3 ), solo en las ú lt im as décadas pasan a ser

t em a de est udio. Est udios que en su m ay or ía t r at an

de la const rucción hist órica a part ir del cont ext o

socio-p o l i t i c o - e c o n ó m i c o , l o c a l i z á n d o l a d e n t r o d e l a s

r elaciones sociales de pr oducción y consum o( 3 - 4 ). En

la bibliogr afía específica sobra VI SAPAF, con except o

de dos est udios ( 5- 6) se indica la falt a de cit ación sobre

q u ien r ealiza las accion es d e con t r ol san it ar io, así

com o la falt a de infor m aciones sobr e la or ganización

del pr oceso de t r abaj o. Se per cibe una confor m ación

h i s t ó r i c o - c u l t u r a l d e s i l e n c i o p o r p a r t e d e l o s

t r ab aj ad or es, com o u n sen t im ien t o q u e d esv alor iza

las acciones desar r olladas por el gr upo, com pr endida

y m anifest ada por los pr opios t r abaj ador es en su día

a día. No obst ant e, ¿cóm o es posible que hay a una

v i g i l a n c i a s a n i t a r i a , o u n a h i s t o r i a s i n s u j e t o s ?

¿Q u i é n e s s o n l o s s u j e t o s r e s p o n s a b l e s p o r l a s

acciones de v igilancia sanit ar ia?¿Cóm o es const r uido

el conocim ient o y cóm o se m anifiest an las pr áct icas

cot id ian as?

En e s a p e r s p e c t i v a , e l c o n c e p t o d e

r ep r esen t acion es sociales per m it ió la p osibilid ad de

analizar est as pr egunt as, una v ez que es cont r ar ia a

la epist em ología del suj et o o del obj et o en sí( 7- 8). La

inv est igación sobr e r epr esent aciones sociales que los

t r a b a j a d o r e s d e l a VI SAPAF t i e n e n a ce r ca d e l a

v igilan cia san it ar ia es de im por t an cia, pu es in t egr a

las dim ensiones cognit iv a y afect iv a que est r uct ur an

la realidad social de la cual los suj et os form an part e.

El supuest o fue ut ilizar de form a explicit a la pesquisa,

a t ravés de la m odalidad de saber, que se gener ó por

l a co m u n i ca ci ó n d e v i d a co t i d i a n a , q u e t i en e p o r

f in alid ad p r áct ica or ien t ar los com p or t am ien t os en

sit uaciones sociales. De la m ism a for m a se buscó un

en f oq u e q u e con sid er ase la com p lej id ad h ist ór

ico-social- cult ural con que fue const ruyéndose la VI SAPAF.

METODOLOGÍ A

Est udio de t ipo explor at or io- int er pr et at ivo con

en f oq u e cu alit at iv o, ad op t ó las b ases con cep t u ales

d e la Teor ía d e las Rep r esen t acion es Sociales, p or

const it uir una am plio cam po par a est udio, que engloba

las d im en sion es cog n it iv as, af ect iv as y sociales( 9 ).

Com o corrient e com plem ent aria fue ut ilizada la t eoría

m oscov ician a, por ser u n a per spect iv a bast an t e f iel

a las p r op osicion es or ig in ales, la cu al f u e lid er ad a

por Denise Jodelet en Par ís. Consider ando que “ est a

cor r ien t e es u t ilizada por in v est igador es qu e qu ier e

i n v e s t i g a r d e f o r m a b a s t a n t e c o m p r e n s i v a l a

r e p r e se n t a ci ó n d e u n d e t e r m i n a d o o b j e t o p o r u n

det er m inado conj unt o social”( 1 0 ).

Local y Suj et os

El cam po de est udio const ó de t r es puest os

d e v i g i l a n ci a sa n i t a r i a : Pu e st o d e l a Fr o n t e r a d e

Ur u gu aian a, Pu est o Aer opor t u ar io de Por t o Alegr e y

Pu est o Por t u ar io de Rio Gr an de, t odos v in cu lados a

la Coor d in ación d e Vig ilan cia San it ar ia d e Pu er t os,

Aer o p u er t o s, , Fr o n t er as y Po l i cía d e m i g r aci o n

es-CVSPAF de la ANVI SA del Est ado de Río Gr ande del

Su r ( RS) . Est a Co o r d i n a ci ó n e s g e st o r a d e o n ce

puest os dent r o del Est ado y dispone de un equipo de

(3)

diver sas cat egor ías pr ofesionales con diver sos niveles

de escolaridad, desde la educación básica incom plet a,

e d u c a c i ó n s u p e r i o r h a s t a c o n p o s t - g r a d o ,

c o n s i d e r a n d o q u e t o d o s r e a l i z a n l a s m i s m a s

act iv idades. Par a seleccionar a los suj et os, el cr it er io

de inclusión ut ilizado fue considerar al t rabaj ador que

r ealizaba act iv idades de fiscalización y que m anifest ó

in t er és en h ablar sobr e el t em a en est u dio. Fu er on

ex clu idos aqu ellos qu e est aban au sen t es du r an t e el

per iodo de r ecolección de infor m aciones por div er sos

m o t i v o s ( l i c e n c i a d e s a l u d , l i c e n c i a d e i n t e r é s ,

v acacion es, et c) , o q u e n o d esear on p ar t icip ar d el

est u d io.

Recolección d e I n f or m acion es y Pr oced im ien t os d e

An álisis

La r e c o l e c c i ó n d e i n f o r m a c i o n e s f u e d e

noviem br e de 2005 a j unio de 2006. Par a det er m inar

e l p r o c e s o d e a p r e h e n s i ó n d e l o s e l e m e n t o s

con st it u y en t es d e las r ep r esen t acion es sociales se

bu scó la pr im er a n oción del su j et o de in v est igación

sobr e el obj et o de est udio, par a ello se ut ilizó com o

p r i m e r r e cu r so l a t é cn i ca d e a so ci a ci ó n l i b r e d e

palabr as. La oper acionalización se est ableció a t r avés

de la ev ocación de palabr as ut ilizándose la ex pr esión

d e v i g i l a n c i a s a n i t a r i a , c o m o i n d u c t o r a d e l a s

a s o c i a c i o n e s , c o n e l o b j e t i v o d e i d e n t i f i c a r l a s

r epr esent aciones que los t r abaj ador es de la VI SAPAF

t ienen acer ca de la v igilancia sanit ar ia. Fue r ealizada

la siguient e pr egunt a: ¿Cuáles son las t r es pr im er as

palabras que se le vienen a la m ent e cuando escucha

la ex pr esión v igilan cia san it ar ia?. Post er ior m en t e se

s o l i c i t ó q u e o r g a n i z a r a n e s t a s t r e s p a l a b r a s ,

dest acando las dos m ás significat ivas y/ o im por t ant es.

Est e p r o ce d i m i e n t o f u e r e a l i za d o co n cu a r e n t a y

cu at r o t r abaj ador es, t en ien do en con sider ación qu e

de los cin cu en t a y dos t r abaj ador es qu e t ot alizaban

l o s t r e s p u e s t o s , u n o e j e c u t a b a a c t i v i d a d e s

ex clu siv am en t e ad m in ist r at iv a, d os se en con t r ab an

con licencia m édica y cinco no desear on par t icipar. A

t r av és del pr ogr am a Micr osoft Ex cel 2003 , los dat os

d e los t est im on ios f u er on or g an izad os en list as d e

fr ecuencia, or den de apar ición de las t r es palabr as y

la im por t ancia dada por los par t icipant es.

Post er ior m en t e se bu scó pr of u n dizar en los

s i g n i f i c a n t e s , a p a r t i r d e l t e s t d e e v o c a c i ó n d e

palabr as, por m edio de asociaciones o com par aciones

co n l o s si g n i f i ca d o s e x p l o r a d o s, a t r a v é s d e l o s

t e st i m o n i o s o b t e n i d o s p o r l a s e n t r e v i st a s se m i

-est r uct ur adas. Se obt uvo un t ot al de 30 par t icipant es,

con sider an do las per spect iv as de est u dios fr an ceses

p a r a a l c a n z a r e l ín d i c e d e s a t u r a c i ó n d e l o s

ent r evist ados ( 11). Est os fuer on escogidos a t r avés de

la t écnica “ bola de niev e” ( snow ball t echnique) . Par a

cad a u n o d e los cam p os d e est u d io, se seleccion ó

por sor t eo el pr im er t rabaj ador, siendo que al final de

la ent revist a se le solicit ó que diera el nom bre de un

com pañer o para par t icipar, siendo así sucesiv am ent e,

h ast a com p let ar el n ú m er o d e en t r ev ist as p r ev ist a

p a r a ca d a l u g a r. Cu a n d o n o h a b ía p o si b i l i d a d d e

par t icipación por alguno de los m iem br os, el pr oceso

“ bola de nieve” er a r epet ido dando un nuevo nom br e.

Fu er on r esp et ad as las d if er en cias en r elación a la

can t id ad d e t r ab aj ad or es d e los t r es p u est os, p ar a

poder realizar la dist ribución de las t reint a ent revist as.

Post er ior a la t r anscr ipción del m at er ial gr abado, se

r ealizar on lect u r as par a capt ar los con t en idos a ser

analizados, pr epar ando el t ex t o par a apr ehensión de

los t em as hast a llegar a las cat egor ías cent r ales. Se

dest aca que dur ant e la delim it ación de las cat egor ías

t e m á t i ca s f u e r o n t a m b i é n p o n d e r a d o s l o s d a t o s

obt enidos a t r av és del t est .

Siguiendo los result ado de algunos est udios( 12)

s e c o n s i d e r ó q u e l o s t e m a s e n s u c o n c e p c i ó n

a p a r e c e n c o m o e l c e n t r o d e l a c o n c i e n c i a

f u n d a m e n t a d a e n l a e x p e r i e n c i a , e n d o n d e l a

est ruct uración t em át ica coincide de alguna form a, con

el t r a b a j o o b j et i v o d e l a r ep r esen t a ci ó n . D e est a

for m a, los elem ent os afect iv os, cognit iv os y sociales

que or ganizan e hicier on sur gir los t em as, fuer on el

s e g u n d o p u n t o p r i m o r d i a l p a r a e n t e n d e r l a s

r epr esen t acion es sociales, es decir el fu n dam en t o.

Pr ecau cion es con los Aspect os Ét icos

A l t r a t a r s e d e i n v e s t i g a c i ó n c o n s e r e s

hum anos se siguió los lineam ient os de la Resolución

196/ 96 del Consej o Nacional de Ét ica en I nvest igación

( CO N EP) y o t r o s d i s p o s i t i v o s( 1 3 ). En u n p r i m e r

m om ent o, se buscó el consent im ient o for m al j unt o al

CV S PA F/ RS , d e j a n d o c l a r o s l o s o b j e t i v o s d e l a

invest igación, finalidades, m et odología y pr ecauciones

con los aspect os ét icos. La r ecolección de dat os fue

seguida de la hom ologación del pr oyect o en el Com it é

de Ét ica en I n v est igación de la Un iv er sidad Feder al

de Río Gr ande del Sur, con el núm er o 2005427. Con

r e s p e c t o a l Té r m i n o d e Co n s e n t i m i e n t o Li b r e e

I nfor m ado, est e fue fir m ado en dos copias, quedando

(4)

Con r espect o a la gr abación de las en t r ev ist as, las

cint as fueron inut ilizadas, post erior a la t ranscripción,

m an t en ién dose gu ar dado el m at er ial por cin co añ os

a par t ir de la publicación de los r esult ados. A t odos

los part icipant es se les ofreció el conocim ient o de los

r esult ados luego de concluir el est udio y una de las

for m as de divulgación del t r abaj o fue t am bién llevar lo

a l a I n t r a v i sa – si st e m a d e i n f o r m a ci ó n i n t e r n o ,

sist em a qu e solo es in gr esado por los t r abaj ador es

de la ANVI SA.

PRESEN TACI ÓN Y D I SCU SI ÓN D E LOS

RESULTADOS

A par t ir de los dat os obt enidos por el t est de

e v o c a c i ó n d e p a l a b r a s y l o s r e s u l t a d o s d e l a s

e n t r e v i st a s, se l l e g ó a l a s p r i n ci p a l e s ca t e g o r ía s

t e m á t i c a s : Pr o t e c c i ó n p a r a l a S a l u d , I d e n t i d a d

Profesional y Policía Sanit aria: los ej es ent re el hacer

nor m at iv o y la educación sanit ar ia. Se r esalt a que la

t écnica de ent r ev ist a pr opor cionó el cont ex t o de las

in f or m acion es obt en idas en el t est de ev ocación de

p alab r as. Al m ism o t iem p o, est a con t ex t u alización

su b sid ió la or g an ización d e las p alab r as ev ocad as,

dando for m a a la cat egor ía t em át ica, de acuer do com o

se pr esent a a seguir.

Pr ot ección par a la Salud

En la cat egor ía de pr ot ección par a la salud,

se t iene una de las obj et iv aciones de r epr esent ación

sobre vigilancia sanit aria, fundam ent ada en elem ent os

de la r ealidad com o acciones de pr ev ención, calidad

de vida de la población, higiene, así com o der echo a

la salud. Est os t em as fuer on r efor zados a t r av és del

t est de asociación de palabr as, dest acan do salu d y

pr ev en ción debido a su m ay or fr ecu en cia, or den de

apar ición e im por t ancia dada por los suj et os, siendo

b a st a n t e m e n ci o n a d o s e n l a s t r e s se cu e n ci a s d e

ev ocaciones. Se r esalt a que el cam bio de la idea de

v ig ilan cia san it ar ia p ar a p r ot ección d e salu d , com o

u n a im agen cr ist alizada posible de ser com pr en dida

y t ransm it ida por est as per sonas, t iene com o principal

f u n d a m e n t o l a p r e v e n ci ó n . No o b st a n t e p r e v e n i r,

asum e el significado de cont rolar para evit ar la ent rada

d e e n f e r m e d a d e s e n e l Pa ís , v i n c u l á n d o s e

d ir ect am en t e a la n oción d e b ar r er a com o escu d o.

A s í, l a s a l u d s e p r e s e n t a r e l a c i o n a d a c o n l a

en fer m edad y con la acción n or m at iv a de cu idar de

las f r on t er as.

Se v er ifica una sit uación desv inculada ent r e

las acciones de la VI SAPAF con las acciones par a la

at ención de salud. En est e sent ido, es necesar io que

los t r ab aj ad or es con st r u y an n u ev as com p r en sion es

y concept os sin huir de las per spect iv as del Sist em a

Único de Salud. No obst ant e, es im por t ant e r esalt ar

que las pr áct icas en est e cam po de conocim ient o no

se lim it an a act ividades básicas de at ención a la salud,

de acu er do con la def in ición legal( 2 ). Se t r at a de u n

ár ea especif ica, pu es r egu la y m on it or ea la calidad

d e b i e n e s e n sa l u d q u e ci r cu l a r a n y t e n d r á n su s

efect os a niv el nacional e int er nacional. Por lo t ant o

v a m ás allá d e las f r on t er as g eog r áf icas, sean en

t érm inos de riesgo para la salud o efect os económ icos

p a r a su r e g u l a ci ó n . Po r o t r o l a d o , se p e r ci b e l a

expr esión pr om oción de la salud, cir culando m uy poco

ent r e los t r abaj ador es de la VI SAPAF. Lo que puede

indicar un cam bio en la represent ación sobre vigilancia

sanit ar ia, pues v isualiza una posibilidad de t r asladar

el foco pr event ivo. La pr om oción de la salud vinculada

a la p r op u est a d e p r ot ección seg ú n el an álisis d el

aut or( 5) sur gió con la int ención de la ANVI SA super ar

el car áct er policial de las acciones de v igilancia, que

se const r uye a lo lar go del t iem po, par a así, com enzar

a est ablecer nuev os concept os que fundam ent an las

p r áct icas.

I d en t id ad Pr of esion al

Est a cat egor ía se est ableció a t r av és de dos

e j e s , c o n s t r u y e n d o l a s s u b - c a t e g o r i a s :

pr ofesionalism o y falt a de v alor ación pr ofesional. Los

t r abaj ador es de la VI SAPAF al hablar de si m ism os y

de la vigilancia sanit ar ia, dest acan la const r ucción de

u n sa b er y d e u n h a cer q u e f u e el a b o r a d o en el

cot idian o de t r abaj o, pu es n o se t u v o con ocim ien t o

de la dim en sión de est e cam po. En est e est u dio es

r et om ad a, la con cep ción d e u n a p r of esión d ef in id a

en la pr áct ica, a t r av és del conj unt o de t r abaj ador es

que or ganizan sus m odos de ver ( apr ender ) el obj et o

de t rabaj o y los inst r um ent os necesar ios par a realizar

l a s a cci o n es d e v i g i l a n ci a sa n i t a r i a . Pa r a a l g u n o s

a u t o r e s( 1 4 ) l a f a l t a d e f o r m a ci ó n a ca d é m i ca y l a

calif icación pr of esion al de los t r abaj ador es en salu d

p ú b l i c a , r e p r e s e n t a n u n o b s t á c u l o p a r a l a

t r ansfor m ación de las pr áct icas de vigilancia. En est a

con st r u cción , ex ist e u n a asociación d e la v ig ilan cia

san it ar ia con la cat egor ía t em át ica pr of esion alism o,

q u e s e c o n s t i t u y e e n l a c r i s t a l i z a c i ó n d e l a

(5)

encuent r a la m at er ialización de lo que er a abst r act o

a los suj et os, es decir, a t ravés del pensam ient o y de

lo expr esado por los t rabaj ador es de la VI SAPAF. Est e

p r o c e s o o b j e t i v o “ s e f u n d a m e n t a e n e l a r t e d e

t r a n s f o r m a r u n a r e p r e s e n t a c i ó n e n r e a l i d a d d e

r e p r e s e n t a c i ó n , t r a n s f o r m a n d o l a p a l a b r a q u e

sust it uye la cosa, una cosa que sust it uye la palabra”( 8).

La r e p r e s e n t a c i ó n s o b r e v i g i l a n c i a s a n i t a r i a s e

p r e se n t a a p a r t i r d e l a n á l i si s d e l a s e n t r e v i st a s,

f u n d a m e n t a d a s e n e l e m e n t o s r e l a c i o n a d o s c o n

r espon sabilidad, segu r idad, con ocim ien t o y t r abaj o.

En est e sent ido, los t érm inos r esponsabilidad, t r abaj o,

segur idad y conocim ient o m encionados en el t est de

asociación de palabr as t ienen sent ido, r efor zando las

ideas y los sen t im ien t os qu e se or gan izan a t r av és

de la im agen o del concept o de pr ofesionalism o.

La noción de responsabilidad( 3) se ext iende a

l o s d a ñ o s co n l a sa l u d q u e p u e d a n o cu r r i r co m o

consecuencia de una falla en el pr oceso de v igilancia

y de com pr om iso con la población . Por lo t an t o, la

p er t i n en ci a est á r el aci o n ad a co n l a co m p l ej i d ad e

im plicaciones ét ico- j ur ídicas de daños que am enazan

la salud y la v ida. De est a for m a, r esponsabilidad se

c o n s t i t u y e e n u n a s p e c t o a n g u l a r p a r a l a

adm inist r ación de los obj et os de v igilancia sanit ar ia,

r elacion ad os con r esp on sab ilid ad . Se p er cib e en el

t e s t i m o n i o d e l o s t r a b a j a d o r e s q u e e x i s t e

preocupación con la responsabilidad por la vida, salud,

enfer m edad y la m uer t e de las per sonas, a par t ir de

su i n t e r v e n ci ó n so b r e l o s o b j e t o s- su j e t o s d e l a s

accion es de v igilan cia san it ar ia.

El t r ab aj o es r elacion ad o con la n ecesid ad

d e m ej o r a r l a esp eci f i ca ci ó n d e l o s o b j et o s d e l a

vigilancia, y parece est ar en asociación direct a con la

i d e a d e r e s p o n s a b i l i d a d . En t e n d i é n d o s e q u e l o s

t r a b a j a d o r e s r e a l i z a n a cci o n e s i n co n sci e n t e s, a l

const r uir y m ar car su espacio de t r abaj o a par t ir de

lo específico de una profesión. De est a form a, se busca

u n a o r g a n i z a c i ó n d e a c t i v i d a d e s y d e u n

com p or t am ien t o, p ar a at en d er a la com p lej id ad d e

l o s o b j et o s q u e t i en en i n t er f a se co n l a v i g i l a n ci a

san it ar ia, est r u ct u r an do r equ isit os qu e fu n dam en t en

su p er f il p r of esion al( 1 5 ). En est e sen t id o, ex ist e u n a

bú squ eda por el saber específico de est a v igilan cia,

d a n d o si g n i f i ca d o a l t e m a co n o ci m i e n t o . Est a n d o

vinculado dir ect am ent e al t em a de segur idad, es decir,

significa cont ar con el r espaldo t écnico- cient ífico que

dism in u y a in segu r idades f r en t e a la com plej idad de

los obj et iv os. Por ot r o lado, se m uest r a una falt a de

v alor ación p r of esion al , lo q u e ocasion a u n p osib le

obst áculo par a las pr áct icas de innov ación, inclusiv e

a pesar de ser consider adas necesar ias. Est a im agen

se fundam ent a en elem ent os com o: ex clusión, baj os

su e l d o s e i n se g u r i d a d p r o f e si o n a l . En e l t e st d e

ev ocación de palabr as se dest acan las ex pr esion es:

p o co ca so y b a j o s su e l d o s, si e n d o l a s p r i m e r a s

ev o ca ci o n es y co n si d er a d a s d e g r a n i m p o r t a n ci a .

Llam a la at ención el t érm ino “ acción de punt a” ut ilizado

p a r a d e n o m i n a r e l t r a b a j o d e l a V I S A PA F. Es t a

ex pr esión t ien e u n a car ga sim bólica im pr egn ada de

valores y sent im ient os que reduce a los suj et os hacia

una v isión sim ple de ej ecut or es. Est a posición puede

e s t a r i n d i c a n d o l a i n f l u e n c i a d e l u n i v e r s o d e

cosificación( 8), com o una fuer za r epr esor a y coer cit iva

q u e l l ev a a l o s i n d i v i d u o s a asu m i r se co m o p ar t e

con st it u y en t e. Por ot r o lad o, es p r eciso r ef lex ion ar

sobr e la ex pr esión “ t al v ez sea m ás cóm odo pensar

que una gr an par t e de las sociedades son const r uidas

sin nosot r os, sin nuest r a int er v ención”( 9).

La n oción de ex clu sión m u est r a el dolor de

l o s t r ab aj ad o r es, p u es ex i st ía u n a ex p ect at i v a d e

con solid ación p ar a r econ ocim ien t o d e la p r of esión ,

con la cr eación de la Agencia en 1999. No obst ant e,

no fuer on encuadr ados en la car r er a de la Agencia y

si en el cu ad r o esp eci al . Nó t ase q u e est o , p o d r ía

i n d i c a r l a p a l a b r a “ p o c o c a s o ” e v o c a d a p o r l o s

t r abaj ador es. Depar ándose con un conflict o pr esent e

l l e v a n d o a l a d u a l i d a d e n t r e l o s “ a n t i g u o s” y l o s

“ nuevos” que cor r esponden a suj et os de est e est udio,

y a los p r of esion ales q u e en t r ar on p or con cu r so a

int egr ar el cuadr o de Especialist as y Analist as de la

Agencia en 2004. En los t est im onios sur ge un per iodo

pr e y post ANVI SA, en donde la cr eación de la agencia

se e st a b l e ce e n u n m a r co , a p a r t i r d e l cu a l l o s

t r abaj ador es dej ar on de ser necesar ios. Fr ent e a t al

con d ición y en la m ism a p er sp ect iv a d e v alor ación

d e e s t o s p r o f e s i o n a l e s d e s a l u d p ú b l i c a , l a

denom inación que “ est os t r abaj ador es del ár ea de la

salud, son ahor a indicados com o pot enciales suj et os

de cam bio y r ef or m u lación de pr áct icas y u n gr u po

p r o b l e m a a se r r e su e l t o ”( 1 4 ). D e e st a f o r m a , l o s

t r a b a j a d o r e s v i v e n u n m o m e n t o d e t e n s i ó n e

in segu r idad qu e se j u st if ica t an t o por la llegada de

nuevos profesionales com o por el recelo de sobrevivir

a una descent ralización por la gest ión de la VI SAPAF.

Es t e ú l t i m o a s p e c t o s u r g e r e l a c i o n a d o c o n

ex p er ien cias p asad as, en las cu ales la m ay or ía d e

los t r abaj ador es obser vó la salida de ex - I NAMPS con

b ase en las d ir ect r ices est ab lecid as p or el SUS, al

(6)

ellos f u e u n a ex p er ien cia n eg at iv a q u e los in cit a a

vincular al SUS con est a idea, un posible m ot ivo que

los llev a a no per cibir se com o int egr ant es del pr opio

sist em a.

Policía Sanit ar ia: los ej es ent r e el hacer nor m at iv o y

la edu cación san it ar ia

Desd e su or ig en , la v ig ilan cia san it ar ia f u e

con f or m an do su s pr áct icas en accion es r espaldadas

p o r n o r m a s , a s u m i e n d o u n c a r á c t e r j u z g a d o r y

p u n i t i v o( 3 , 1 6 ), l o q u e l l e v a m u c h a s v e c e s , a u n

al ej am i en t o en t r e su i m ag en y su t r ab aj o . En l as

m em or ias y ex p er ien cias d e los t r ab aj ad or es d e la

VI SAPAF, a pesar de int egrar la vigilancia sanit ar ia la

idea de salud, aún brindan elem ent os vinculados a la

solid a n oción d e p olicía con p od er r ep r esiv o. Est a

est abilidad est á j ust ificada en la dependencia de las

r epr esent aciones de m em or ia por par t e de los gr upos,

una vez que “ la solidez de la m em or ia im pide que las

r e p r e s e n t a c i o n e s s u f r a n m o d i f i c a c i o n e s s ú b i t a s ,

o f r e c i é n d o l e s c i e r t a d o s i s d e d e p e n d e n c i a a l o s

acont ecim ient os act uales”( 8). De est a form a, se indica

l a n o c i ó n d e p o l i c ía s a n i t a r i a a l o b j e t o d e l a

r epr esent ación sobr e v igilancia sanit ar ia, que es r eal

y es p r od u cid a socialm en t e p or los t r ab aj ad or es a

t r a v é s d e l o s e l e m e n t o s q u e l a f u n d a m e n t a n :

f i sca l i za ci ó n , co n t r o l sa n i t a r i o , b a r r e r a sa n i t a r i a ,

r iesgo, poder y educación sanit ar ia.

La l e g i s l a c i ó n a p a r e c e c o m o p r i n c i p a l

h er r am ien t a qu e gu ía las accion es de la VI SAPAF, a

pesar de per cibir se un t r aslado de la noción sobr e el

cont r ol sanit ar io, con el obj et o de m ant ener el or den

j u r ídico. Se con sider a qu e los m iedos y an siedades

que gir an alr ededor de la idea r iesgo, han m ost r ado

el in icio d e u n t r ab aj o q u e t ien d e a sob r ep asar la

lim it ación de la norm a. Mient ras t ant o, se verifica que

en la conciencia de los t rabaj adores la orient ación de

los lin eam ien t os leg ales aú n est a p r esen t e, lo cu al

debe o no ser cont r olado. No obst ant e, al m ost r ar el

m iedo a lo desconocido, indica la falt a de indicadores

d e r i e s g o p a r a l a v i g i l a n c i a s a n i t a r i a , a s í l o s

t r ab aj ad or es m ost r ar on v isib lem en t e est e en f oq u e

am plio de cont r ol.

La f i s c a l i z a c i ó n s a n i t a r i a a b a r c a l o m á s

significat ivo en el poder de la policía y en la práct ica

d e v i g i l an ci a. Al r est ab l ecer u n a r el aci ó n en t r e l a

f iscalización y el con t r ol, se v er if ica en la t eor ía ( 3 )

u n a com p r en sión d e q u e la am p lit u d d e con t r ol es

m ay or ; por lo t ant o, se est ablece en la fiscalización

la verificación del cum plim ient o de la norm a. Mient ras

t an t o, seg ú n la p er cep ción d e los t r ab aj ad or es, la

noción de fiscalización abarca el hacer concret o de la

vigilancia, lo que al m ism o t iem po lleva al cont rol de

r i e s g o . D e e s t a f o r m a , s o b r e p a s a l a a c c i ó n d e

f i s c a l i z a c i ó n c o n e l o b j e t i v o d e v e r i f i c a r e l

cu m p lim ien t o d e la n or m a, sien d o alg o m ay or q u e

in v olu cr a com por t am ien t o, act it u d y r espon sabilidad

co n l a so ci e d a d . La f i sca l i za ci ó n co m i e n za a se r

discut ida y vinculada con la educación. En est e sent ido

se inst ala un obst áculo, pues par ece que solo puede

desar r ollar se solo una y no la ot r a, o v icev er sa. De

e st a f o r m a , su r g e l a p o l é m i ca ¿có m o f i sca l i za r y

e d u ca r ? Est a d u d a p a r e ce t e n e r r e l a ci ó n co n e l

significado dado par a la fam iliar ización de est os dos

t ér m inos. Los t est im onios t raen a la m em or ia y asocian

l a p r áct i ca d e f i scal i zar, a l a acci ó n d e p u n i r y l a

pr áct ica de educar a gest os agr adables, com pr ensión

y convenios. Par a algunos, par ece que la com prensión

de lo que es educar est á cir culando alr ededor de lo

pedido, de la conver sación con lo r eglam ent ado, par a

c o r r e g i r i r r e g u l a r i d a d e s . En f i n , l a a c c i ó n d e

fiscalización se da dent ro de ciert a inform alidad, com o

u n a t r a n sm i si ó n d e i n f o r m a ci ó n( 1 6 ). Si l a i d e a d e

edu cación apar ece v in cu lada a cosas posit iv as, est o

explica la dificult ad de unir la acción del fiscal a la de

edu cador. Por lo t an t o, el con f lict o su r gió en t r e los

t r abaj ador es m ost r ando un m om ent o de t ensión por

a l g o i m p l íc i t o , c o m o e s , c a m i n a r p a r a l a s

t r an sf or m acion es( 8 ).

CONSI DERACI ONES FI NALES

Par t ien do de las pr egu n t as in iciales de est e

e st u d i o so b r e l a e x i st e n ci a d e u n a h i st o r i a p a r a

vigilancia sanit ar ia sin suj et os, se concluye que est os

son la pr opia r ev elación de su h ist or ia y v icev er sa.

Por lo t ant o, com ienzan a ser v isibles. No obst ant e,

est udiar la v igilancia sanit ar ia a par t ir de los suj et os

fue un ret o frent e a los vacios encont rados en la t eoría.

Asociados a ellos, se sum a el desafío de la Teoría de

las Rep r esen t acion es Sociales com o u n len t e p ar a

las int er pr et aciones. A pesar de la am plit ud t eór ica,

las p osib ilid ad es m et od ológ icas aú n se en cu en t r an

en f ase d e d escu b r im ien t o, sien d o r esp on sab ilid ad

del inv est igador, el art e de const ruir un cam ino m ej or,

c o m o f u e s e ñ a l a d o p o r e l a u t o r( 1 0 ). I n d íc a s e l a

posibilidad de v isualizar los concept os que sust ent an

(7)

subsidios para el análisis de los elem ent os que pueden

est ar ocasionando su per m anencia e influyendo en la

p r áct ica cot id ian a. Se m en cion a la im p or t an cia en

adopt ar una post ur a cr ít ica por par t e de los suj et os,

que los coloque en una posición de ej ecut or. Es decir

que asum an una condición de ser par t e const it uyent e

de la sociedad, t ant o en la dim ensión consensual com o

en lo obj et ivo, y por t ant o en el ám bit o de la VI SAPAF.

La co n st r u cci ó n t eó r i ca p r o d u ci d a en est a

invest igación denot a la posibilidad de nuevos cam inos

q u e p e r m i t a n a m p l i a r l a s r e l a c i o n e s d e l o s

t r a b a j a d o r e s c o n s u t r a b a j o , p r á c t i c a s y c o n l a

s o c i e d a d . A s i m i s m o , s e c o n s i d e r a q u e e s t o s

r esu lt ados pu edan ser r ev er t idos en ben ef icio de la

c o n s t r u c c i ó n d e u n p e r f i l p r o f e s i o n a l , s i f u e r a n

est a b l eci d o s a t r a v és d e l a p a r t i ci p a ci ó n en t r e l a

I nst it ución- ANVI SA y los t rabaj ador es de la VI SAPAF.

REFERENCI AS

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Referências

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