2.4 OS SABERES EXPERIENCIAIS E A FORMAÇÃO CONTINUADA
2.4.2 Os saberes profissionais nos programas de formação continuada: o que
O item sistematiza a produção de conhecimento sobre os programas de formação continuada de professores alfabetizadores Pró-Letramento e Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. O levantamento foi realizado basicamente por meio eletrônico, em particular na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações do Instituto Brasileiro de Informação e Ciência e Tecnologia (IBICT), Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação.
Foram levantadas as dissertações publicadas nos últimos sete anos disponíveis na base mencionada. O período entre o ano de 2008 e 2014 é o tempo de implantação e desenvolvimento dos dois programas. O primeiro levantamento foi realizado a partir das palavras chaves “pró-letramento”, que forneceram diversos resultados relacionados ao tema, apresentados a seguir.
O estudo de Maria Aparecida Alferes (2009), Formação continuada de professores
alfabetizadores: uma análise do programa Pró-Letramento, investiga as concepções
subjacentes e o processo de gestão dessa iniciativa. O trabalho procura relacionar o processo de implantação do programa com o contexto político e social no qual ele foi implantado. De acordo com a autora, o programa foi válido por contribuir com uma instrumentalização teórico-prática do professor dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Mas, não foi suficiente por estar descontextualizado de outros aspectos fundamentais para uma educação de qualidade, tais como a valorização dos professores, a garantia de infraestrutura escolar, propostas curriculares construídas com a participação dos professores, projetos pedagógicos consistentes e planejamento de propostas de intervenção com a participação do coletivo das escolas.
A pesquisa adotou estratégias como entrevistas com o coordenador pedagógico do programa, uma tutora e dois professores orientadores. Foram aplicados questionários aos professores cursistas do município sede da pesquisa e de outros municípios. Também foi observado um seminário do Pró-Letramento.
O estudo de Luciene Martins Ferreira Rocha (2010), A concepção de formação
perspectivas de formação continuada sustentadas nos programas PRALER e Pró-Letramento e as relações entre a implantação dos mesmos e a variação do IDEB em municípios sulmatogrossenses. De acordo com a autora, havia preocupação com a formação continuada de professores nos municípios pesquisados e, mesmo naqueles que já possuíam uma política de formação continuada, houve adesão ao programa do MEC, o Pró-Letramento, porém não houve adesão dos municípios pesquisados no programa PRALER. Para a autora o programa desenvolvido nos municípios contribuiu para a melhoria do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB).
A pesquisa realizou-se por meio da análise dos documentos, com vistas à apreensão da concepção de formação continuada trazidas pelos programas em foco. Também foram entrevistados alguns gestores, entre eles Secretários de Educação dos municípios e Técnicos ligados ao programa.
Formação continuada Pró-Letramento: Alfabetização e Linguagem e a prática do professor - um estudo de caso, foi desenvolvido por Rosa Venice Curti Crozatto (2011). Na
pesquisa se destaca as contribuições da formação continuada proporcionada pelo Pró- Letramento para a prática do professor dos anos iniciais do Ensino Fundamental e propõe um diálogo entre a formação de professores e os processos de desenvolvimento da leitura e da escrita. O estudo foi realizado com professores dos anos iniciais de um município do norte do Paraná. A autora observou que o referido programa trouxe contribuições significativas, contribuindo para as trocas de experiências, a reflexão sobre a prática, valorizando as existentes e instigando a busca de novas práticas para os processos de ensino a partir da ampliação de conceitos e conteúdos sobre linguagem. No entanto, o programa não considerou o contexto sócio-histórico dos professores, visto que o material foi todo construído por pesquisadores de diferentes Universidades, como também não apreciou as formações que já vinham sendo desenvolvidas no município nos últimos anos.
A pesquisa foi desenvolvida por meio da leitura dos documentos que compõem o programa e dos materiais de estudo. Os sujeitos foram os professores da rede municipal de um município do Paraná. Estes responderam a um questionário que objetivava verificar a participação deles em cursos de formação continuada além do Pró-Letramento e a relação que os professores fazem entre a teoria que subjazem nos encontros de estudo e a prática pedagógica.
O estudo de Bárbara Lima Giardini (2011), Análise da qualidade da formação
continuada de professores na perspectiva do programa Pró-Letramento, aborda a qualidade
internas no mesmo, verifica o cumprimento dos objetivos e identifica elementos da formação que contribuam para a prática docente de qualidade.
Segundo a autora, houve uma estreita relação entre o conteúdo do programa e o Sistema de Avaliação da Educação Básica (SEAB), na medida em que foram transmitidos aos professores os conhecimentos de Língua Portuguesa e Matemática, foco dessa avaliação. Dessa forma, o objetivo primeiro do programa foi contemplado, uma vez que esse era dar suporte à ação pedagógica dos professores dos anos/séries iniciais do Ensino Fundamental para elevar a qualidade do ensino nas disciplinas acima citadas. A autora revela uma incoerência entre as duas partes que compõem o programa, sendo que o curso de Língua Portuguesa apresentou-se mais reflexivo e o de Matemática mais conteudista. Em termos de estrutura e funcionamento, a autora revela que o programa apresenta elementos indicativos de qualidade que podem favorecer para a melhoria da prática pedagógica dos professores participantes. A pesquisa foi realizada por meio da análise dos documentos e do material de estudos do programa.
O estudo de Lucimara São José (2012), Os efeitos do Pró- Letramento na formação
das professoras alfabetizadoras no município de Conselheiro Lafaiete analisa, além dos
efeitos do programa na formação das professoras alfabetizadoras, o desenvolvimento do curso de Alfabetização e Linguagem e a natureza das atividades de formação. Assim também procede, em relação à visão das professoras alfabetizadoras sobre as condições de realização do programa, as possíveis relações entre o fazer docente e os conhecimentos apresentados nos fascículos do programa, das práticas avaliativas desenvolvidas pelas professoras em sala de aula e o que é proposto no programa de formação. Destaca que este se deu de forma fragmentada no município pesquisado, com frequentes alterações na agenda e longas pausas que descontinuaram o processo, prolongando sua duração. Esse fato ocasionou a insatisfação e desinteresse das professoras cursistas.
A autora conclui que a aquisição de conhecimento dos professores se concretizaram em articulação com os saberes consolidados e validados por eles em sua prática pedagógica e os conteúdos adquiridos nos encontros de formação são transformados e resignificados pelos professores no cotidiano escolar. Segundo ela, a capacidade do programa contribuir para as práticas docentes, além de ser mediado pelas demandas dos professores e das escolas, é influenciado pelas condições em que as formações são organizadas. A pesquisa foi realizada por meio do estudo dos materiais que orientam o programa e de entrevistas semiestruturadas com as professoras cursistas e com a tutora do grupo em formação.
O estudo de Rommy Salomão (2014), A formação continuada de professores
alfabetizadores: do Pró-Letramento ao PNAIC, teve como foco principal a análise de
implantação do PNAIC a partir da consolidação do Pró-Letramento. A pesquisa buscou identificar os aspectos do programa Pró-Letramento que foram determinantes para a implantação do PNAIC. A autora apresenta um panorama dos limites e possibilidades da formação continuada nos programas de formação. Segundo ela, há um vazio teórico no contexto educativo, ocasionado pela fragilidade da formação inicial. Outro limite destacado pela pesquisadora é a ausência dos professores na descrição das políticas públicas de formação desses profissionais. Por fim, a restrição dos objetivos do Pacto em detrimento das avaliações em larga escala e a fragmentação das ações voltadas à formação dos profissionais da educação se constitui nos limites da formação continuada.
Como possibilidades a autora difunde o aprofundamento e atualização dos conhecimentos do professor, a adequação dos cursos de formação inicial, a superação do recuo da teoria, valorizando o processo de construção de saberes para a profissionalização do professor. Outras duas possibilidades muito fortes apontadas pela pesquisadora dizem respeito ao protagonismo do professor nos programas de formação e o apoio financeiro do Governo Federal para o desenvolvimento desses programas.
Este trabalho de Salomão (2014) foi o único no formato de dissertação encontrado na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações, quando na busca pela sigla PNAIC, por ser este um programa implementado em 2013.
As pesquisas ora relatadas, na sua maioria, investigam o programa de formação continuada de professores alfabetizadores do governo federal, Pró-Letramento. Na leitura dessas pesquisas identifica-se que a maioria se volta para o processo de implantação e gestão, por meio de uma análise completa dos documentos que instituem o programa e dos fascículos que compõem o material de estudo. As pesquisadoras também realizaram o acompanhamento e observação de um grupo em formação e utilizam questionários e entrevistas semiestruturadas para estabelecer relações entre a formação continuada oferecida no programa e a prática dessas professoras.
Algumas semelhanças são encontradas entre os trabalhos citados e a pesquisa por mim desenvolvida. Cita-se a leitura dos documentos, dos materiais de estudos, as observações dos encontros de formação continuada e as entrevistas semiestruturadas com professores e formadores como um ponto convergente entre eles. No entanto, enquanto as pesquisas analisadas procuram reunir dados para verificar a forma como os programas foram implantados e uma possível mudança na prática dos professores e na melhoria da qualidade
do trabalho realizado por eles e do desempenho em avaliações em larga escala; a pesquisa ora realizada busca analisar a forma como os saberes da experiência são tratados nos documentos, materiais de estudo e nos encontros de formação do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa.
3 METODOLOGIA
A pesquisa se sustenta em duas linhas de trabalho. A primeira consiste numa pesquisa documental na qual se analisou os documentos que instituíram o Pró-Letramento e o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa e o conjunto de materiais produzido para a formação continuada de professores alfabetizadores do PNAIC. A segunda linha de investigação foi sustentada numa pesquisa de campo, que envolveu dois espaços em que o PNAIC acontece: encontros de formação de orientadores de estudos e encontros de formação de professores alfabetizadores.
Na primeira linha de investigação, os documentos analisados foram portarias, guias gerais dos programas, cadernos de apresentação desses programas e cadernos de formação do PNAIC, segundo o quadro 1 e 2. Para realizar esta parte do trabalho, segue-se, em linhas gerais, a proposta de Franco (2008) para quem, a primeira atividade consiste em estabelecer contato com a documentação a ser analisada e conhecer os textos nela contidos. A seguir, selecionam-se os documentos adequados que ofereçam as informações buscadas. A pesquisa caracteriza-se pela busca de informações e da análise dos documentos que tratam do tema em estudo, que não receberam nenhum tratamento analítico. Nesse sentido, uma leitura dos documentos foi necessária para comparar os discursos que permeiam os dois programas pesquisados e verificar os modelos de formação propostos em cada um (Quadro 1).
Quadro 1 – Programa de Formação Continuada de Professores dos Anos/Séries Iniciais do Ensino Fundamental - Pró-Letramento
DOCUMENTAÇÃO EMENTA
Resolução CD/FNDE nº 24 de 16 de agosto de 2010. Estabelece orientações e diretrizes para o pagamento de bolsas de estudo e de pesquisa a participantes dos programas de formação inicial e continuada de professores e demais profissionais de educação, implementados pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC) e pagas pelo FNDE.
Portaria Ministerial nº 1.403 de 09 de junho de 2003. Institui o Sistema Nacional de Certificação e Formação Continuada de Professores.
Edital nº 1/2003. A Secretária de Educação Infantil e Fundamental do
Ministério da Educação (SEIF/MEC) torna público que estará recebendo propostas de universidades brasileiras que possuam ou tenham interesse em
constituir centros de formação continuada,
desenvolvimento de tecnologia e prestação de serviços para as redes públicas de ensino, visando a integração da Rede Nacional de Centros de Pesquisa e
Desenvolvimento da Educação (Rede), constituída no âmbito do Sistema Nacional de Certificação e Formação Continuada de Professores da Educação Básica.
Guia Geral do Programa Estabelece os objetivos do programa, os atores
envolvidos, as atribuições de cada um, a estrutura organizacional do programa e a duração dos cursos (linguagem e matemática).
Fonte: A autora
Quadro 2 – Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa
DOCUMENTAÇÃO EMENTA
Portaria 867 de 04 de julho de 2012. Institui o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa e as ações do Pacto e define suas diretrizes gerais.
Portaria 1.458 de 14 de dezembro de 2012. Define categorias e parâmetros para a concessão de bolsas de estudos e pesquisa no âmbito do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, na forma do art. 2º, inciso I, da Portaria do MEC nº 867, de julho de 2012.
Portaria nº 90, de 06 de fevereiro de 2013. Define o valor máximo das bolsas de estudos para os profissionais da educação participantes da formação continuada de professores alfabetizadores no âmbito do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. Medida Provisória nº 586, de 08 de novembro de
2012.
Dispõe sobre o apoio técnico e financeiro da União aos entes federados no âmbito do Pacto Nacional pela
Alfabetização na Idade Certa, e dá outras
providências.
Lei nº 12.801 de 24 de abril de 2013. Dispõe sobre o apoio técnico e financeiro da União aos entes federados no âmbito do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa e altera as leis nº 5.537 de 21 de novembro de 1968, nº 8.405 de 09 de janeiro de 1992 e nº 10.260 de julho de 2001.
Resolução nº 04 de 27 de fevereiro de 2013. Estabelece orientações e diretrizes para o pagamento de bolsas de estudo e pesquisa para a Formação Continuada de Professores Alfabetizadores, no âmbito do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa.
Resolução nº 12 de 08 de maio de 2013. Altera disposições da Resolução CD/FNDE nº 04, de
27 de fevereiro de 2013, que estabelece orientações e diretrizes para o pagamento de bolsas de estudo e pesquisa para a Formação Continuada de Professores Alfabetizadores, no âmbito do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa.
Fonte: A autora
Na segunda linha de investigação, foram envolvidos dois espaços em que o programa Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa acontece:
a) Encontro de formação de orientadores de estudos e b) Encontro de formação de professores alfabetizadores.
Os orientadores de estudos passaram por uma formação de 200h. Essas foram divididas em uma formação inicial de 40h, quatro encontros de 24h (linguagem) e 32h (matemática) para ampliação de estudos e planejamento das formações dos professores
alfabetizadores, um seminário final para socialização das experiências e mais 40h de atividades à distância (planejamento, estudos e realização de tarefas propostas). O ano de 2013 foi dedicado à área da linguagem (total de 200h) e o ano de 2014 à área da matemática (total de 222h).
Já, as reuniões de formação de professores alfabetizadores foram divididos em 8 unidades de linguagem e 8 de matemática e um seminário integrador, totalizando 80h de trabalho presencial a que se somam mais 40h de trabalhos à distância, integralizando 120h.
As observações dos dois espaços de formação do PNAIC, contabilizando 4 encontros de 32 horas da formação de orientadores de estudos e 1 encontro de 12 horas de formação de professores alfabetizadores, entenderam ser a “chave” para verificar o lugar que os saberes experienciais dos professores alfabetizadores ocupam no programa.
Em relação a esta dimensão do trabalho, a pesquisa de campo, entende-se com Cruz Neto (2002), que a mesma se apresenta como uma possibilidade de aproximação e conhecimento daquilo que se pretende conhecer, partindo da realidade presente no espaço social em que o fenômeno em estudo se exprime. Segundo o autor, definido bem o campo de interesse, se pode partir para o diálogo com o campo empírico.
Nessa perspectiva, foi pesquisado como formadores e orientadores de estudos dialogam com os saberes docentes dos professores alfabetizadores. Num primeiro momento de análise foi necessário gravar uma parte do processo de formação de um grupo de orientadores de estudos para verificar que representações sociais circulam entre os participantes dos encontros. Num segundo momento foi realizado o acompanhamento de uma professora orientadora, por meio de observação direta e gravação das formações com o mesmo objetivo, verificar como a professora orientadora de estudos se relaciona com os saberes dos professores alfabetizadores, se estes são valorizados no transcorrer da formação, bem como, se os professores alfabetizadores são considerados como produtores de saberes que podem ser compartilhados com seus pares.
Um terceiro momento se fez uma análise por meio de um conjunto de entrevistas sobre o tema. Nesse andamento foram entrevistadas a professora formadora de orientadores de estudos e a professora orientadora de estudos, que tiveram suas formações observadas e/ou gravadas. Nessa ocasião, foi integrada uma professora alfabetizadora, para conhecer a postura que a mesma assumiu desde seus saberes profissionais frente às propostas de formação continuada pensada na perspectiva dos programas federais. As entrevistas foram semiestruturadas com o propósito de conhecer o olhar dos diferentes atores sobre o lugar dos saberes docentes no Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Anexo A). Detalhes
metodológicos de cada um dos procedimentos utilizados na pesquisa estão descritos no início de cada um dos tópicos. A figura 1 esquematiza uma síntese dos procedimentos realizados para o desenvolvimento da pesquisa.
Figura 1 – Procedimentos metodológicos
Fonte: A autora
A pesquisa qualitativa é a que mais se alinha à abordagem assumida nesse estudo. Strauss e Corbin (2008) afirmam que os dados levantados pela pesquisa qualitativa não seriam possíveis serem analisados com outros métodos de investigação, pois esta é essencialmente interpretativa, feita com o objetivo de compreender o comportamento e a experiência de um determinado grupo.
Desdobrar a pesquisa nessas duas dimensões foi produto do convencimento de que a análise documental ou a pesquisa de campo, realizadas de forma isolada, ficariam incompletas para compreender o fenômeno em estudo. O lugar que os saberes da experiência ocupam nos processos de formação continuada como o pesquisado, é gerado na confluência do que é proposto pelo marco documental que formata o programa e os sujeitos que participam dos encontros de formação – orientadores de estudos e professores alfabetizadores. O que acontece nos encontros de formação não é um desdobramento mecânico do que está escrito
Procedimentos metodológicos
Pesquisa documental Pesquisa de campo
Portarias e guias gerais do Pró-Letreamento e PNAIC Cadernos de formação PNAIC Observações Entrevistas Encontros de formação orientadores de estudos Encontros de formação de professores alfabetizadores Professora formadora de orientadores de estudos Professora orientadora de estudos Linguagem 33 cadernos Matemáticas 9 cadernos Professora alfabetizadora
nos documentos, tampouco uma invenção de seus protagonistas, mas sim, um diálogo entre o que se diz e o que e quem faz a formação continuada.