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FARMÁCIA

No documento Funda o onom stico (páginas 120-123)

consideraram o Termo de Consentimento acessível. O texto dos Termos de Consentimento foi considerado inacessível para 75%

dos participantes; 94% dos idosos tomaram a decisão de participar antes da leitura do Termo de Consentimento.

Conclusões: com base nestes resultados, são propostas diretrizes para a utilização do Processo de Consentimento Informado adequado à pesquisa com idosos. Mais atenção deve ser dada não apenas à elaboração dos Termos de Consentimento, mas também ao Processo de Consentimento Informado que, em pesquisas com idosos, deve ser revisado a cada encontro com os sujeitos participantes como voluntários das pesquisas. Não se encontrou diferença significativa entre o perfil do desenvolvimento psicológico- moral dos idosos entrevistados e o perfil de adultos não idosos referido na literatura.

A ÉTICA NA SAÚDE: OS DIREITOS DO CLIENTE. Santos, L.R., Beneri, R.L., Lunardi, V.L. Outro.

Fundamentação: a preocupação com questões éticas emerge cada vez mais fortemente em nossa sociedade, para Foucault (1987), a ética pode ser entendida como a prática reflexiva da liberdade e o exercício do cuidado de si. Nas relações profissionais da área de saúde, os clientes necessitam ser considerados como centro de tomada de decisões e como participantes ativos neste processo. Porém, observa-se que, freqüentemente, a equipe de saúde exerce um papel paternalista, decidindo o que é melhor para o cliente, sem dar-lhe a chance de exercer sua autonomia, decidindo o que é melhor para si.

Objetivos: compreender a percepção de clientes de um Hospital Universitário acerca do (des)respeito aos seus direitos no atendimento de saúde recebido.

Casuística: trata-se de uma pesquisa quali-quantitativa do tipo descritiva. Aplicaram-se questionários, com perguntas fechadas, a 41% dos clientes internados, e realizaram-se entrevistas semi-estruturadas com 11 clientes de diferentes unidades desta instituição hospitalar. Todos os clientes foram orientados previamente sobre a proposta de trabalho, autorizando a utilização de seus discursos na pesquisa e na sua divulgação, tendo sido assegurado seu anonimato e a sua liberdade de participarem ou não.

Resultados: constatou-se que os clientes, predominantemente, não participam da tomada de decisão sobre o seu tratamento, não tem sua autorização solicitada para a realização de exames, medicações e outros cuidados, assim como não recebem informações sobre tais procedimentos. Percebeu- se uma grande dificuldade dos usuários do serviço de saúde em exercer sua cidadania, pois além do desconhecimento de seus direitos, frente às dificuldade de acesso ao serviço de saúde público, consideram-se agradecidos e privilegiados por serem atendidos.

Conclusões: de uma forma geral, podemos afirmar que os clientes desconhecem seus direitos quando internados em uma instituição, frente a sua percepção acerca do (des)respeito dos profissionais de saúde a estes direitos. Frente a este desconhecimento, considera-se necessária à implantação de medidas de esclarecimento da população quanto aos seus direitos e um trabalho de conscientização da equipe de saúde sobre os direitos de cidadania dos clientes. Como estratégia de enfrentamento desta problemática, elaborou-se uma cartilha, onde foram discriminados os direitos que os clientes de uma instituição de saúde necessitariam conhecer de forma a exercer sua cidadania, além da proposta de implementação de um projeto institucional de problematização do (des)respeito dos profissionais de saúde aos direitos dos clientes.

ASPECTOS ÉTICOS RELACIONADOS AO USO DE PLACEBO EM PSIQUIATRIA. Pithan, C.F., Oliveira, J.G. HCPA.

A utilização de placebo, assim como a discussão sobre os aspectos éticos e metodológicos envolvidos no seu uso, não é recente. Um aspecto que tem levantado controvérsias diz respeito ao quão adequado é adotar o modelo de controle por placebo em estudos para a investigação de novas opções terapêuticas, especialmente para doenças psiquiátricas. O curso, muitas vezes, imprevisível destas doenças e a limitada confiabilidade e validade da classificação nosológica são os maiores obstáculos para o estabelecimento da eficácia dos tratamentos medicamentosos em Psiquiatria.

Não há evidências suficientemente consistentes que justifiquem o uso de placebo em ensaios clínicos na existência de um tratamento padrão comprovadamente eficaz. Sobretudo nas pesquisas realizadas em Psiquiatria, deve-se ter mais cautela quanto à aplicação dos princípios éticos devido à maior vulnerabilidade dos pacientes. Quando o uso de placebo se fizer necessário, o participante da pesquisa deve receber informações adequadas e autorizar formalmente sua participação por meio de um consentimento informado.

respondendo a questões referentes ao uso, prescrição e administração dos medicamentos. Elabora boletins informativos, monografias de fármacos, alertas que podem ser acionados na prescrição médica de medicamentos potencialmente perigosos, fornece suporte técnico para os programas de Farmacovigilância e estudos de utilização de medicamentos e participa de equipes multidisciplinares de saúde contribuindo, desta forma, para a qualidade assistencial.

Metodologia: avaliar o desenvolvimento do CIM HCPA nos 12 meses de funcionamento, a partir da análise do número de consultas, da classificação do solicitante, vias de recepção, tempo de resposta e temas solicitados neste período. Resultados: no período de agosto de 2001 a julho de 2002, o CIM HCPA atendeu 798 consultas (66,5 consultas/mês), sendo a maioria dos solicitantes enfermeiros, técnicos/auxiliares, médicos, farmacêuticos. Os temas mais solicitados são compatibilidade/

estabilidade/conservação, administração/vias de administração e reconstituição/diluição. As vias mais utilizadas para as solicitações foram telefone (77,07%), pessoalmente (17,54%) e correio eletrônico (5,39%). A maioria das questões são respondidas nos primeiros 10 minutos (42,98%) e em até 30 minutos (25,44%). Neste período foram desenvolvidos 28 informativos, 48 alertas e 69 materiais de suporte para o desenvolvimento de programas da Unidade de Assistência Farmacêutica.

Discussão e conclusões: a informação gerada no ambiente hospitalar é decorrente de situações específicas relacionadas ao paciente e trazem conseqüências diretas na terapêutica, portanto imparciabilidade e confiabilidade são de grande importância. O compromisso com a informação constitui um componente essencial na qualidade dos serviços de assistência aos pacientes hospitalizados justificando a importância da implantação do Centro de Informações sobre Medicamentos (CIM) no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Dessa forma a atividade vem se tornando ferramenta importante com relação ao uso adequado de medicamentos e na qualidade assistencial. Hoje, o CIM é membro associado do Sistema Brasileiro de Informações sobre Medicamentos (SISMED) firmado em dezembro de 2001. As atividades em desenvolvimento compreendem a elaboração do jornal com periodicidade mensal disponibilzado primeiramente na intranet e posteriormente tornar o Centro em um CIM virtual através da internet. Em paralelo, intensificar sua participação nos programas assistenciais do Serviço e da Instituição, bem como auxiliar nas políticas e procedimentos de medicamentos e manter suas fontes sempre atualizadas.

PERFIL DE SOLICITAÇÕES DE INFORMAÇÃO SOBRE MEDICAMENTOS PROVENIENTES DE HOSPITAIS

ATENDIDAS PELO CIM-RS E CIM DE HOSPITAL UNIVERSITÁRIO. Fischer, M.I., Zuckermann, J., Camargo,

A.L., Heineck, I. Conselho Regional de Farmácia do Rio

Grande do Sul, Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Faculdade de Farmácia da UFRGS. HCPA/UFRGS.

Introdução: atualmente, os profissionais de saúde do Estado do Rio Grande do Sul contam com os serviços prestados por dois centros de informação, que integram o Sistema Brasileiro de Informações sobre Medicamentos (SISMED). Objetivo: este trabalho tem por objetivo traçar o perfil das solicitações de informação sobre medicamentos, provenientes de hospitais, atendidas pelo CIM-RS e CIM- HCPA. Metodologia: no período de agosto de 2001 a janeiro de 2002 o CIM-RS atendeu a 299 consultas, destas, 82 foram provenientes de hospitais e fazem parte deste estudo. Neste mesmo período, o CIM-HCPA atendeu 372 consultas, das quais 92 foram selecionadas aleatoriamente para análise.

Foram coletados os seguintes dados: profissão, tempo de resposta, tema, número e tipo de referências bibliográficas.

As consultas foram avaliadas, de acordo com critérios preestabelecidos, quanto à utilização de conhecimento prévio e experiência do profissional na elaboração da resposta.

Resultados: 93% das consultas encaminhadas ao CIM-RS eram de farmacêuticos. O principal usuário do CIM-HCPA no período foi o médico (32% das consultas). Em relação ao tempo de resposta, verificou-se que o CIM-RS respondeu 43% das questões em até 5 horas, e o CIM-HCPA respondeu 91% das questões neste período de tempo. As consultas mais freqüentes, para ambos os centros, estavam relacionadas à estabilidade de medicamentos após diluição e à identificação. O número médio de fontes de informação utilizadas pelo CIM-RS para resolver cada questão foi de 4,0 e a do CIM-HCPA de 2,4. A principal fonte de informação utilizada pelos centros na resolução das consultas foi a terciária. As fontes secundárias e primárias foram utilizadas em 8% e 2% das consultas atendidas pelo CIM-RS e CIM- HCPA, respectivamente. A utilização de conhecimento prévio e experiência do profissional na elaboração da resposta foi constatada em 26% das questões atendidas pelo CIM-RS e em 10% daquelas atendidas pelo CIM-HCPA. Discussão: as principais diferenças encontradas em relação às solicitações atendidas pelos dois centros foram solicitante, tempo de resposta e número de fontes de informação utilizadas para a elaboração da resposta, diferenças que podem ser explicadas pela localização dos centros e pela divulgação dos serviços.

O CIM-RS está localizado em universidade e dirigiu sua divulgação para a categoria farmacêutica e o CIM-HCPA está localizado em hospital e divulgou internamente suas atividades. Grande parte das questões encaminhadas ao CIM- HCPA tinha caráter de urgência e necessitava de resposta em curto período de tempo, fato que pode limitar a consulta a um menor número de fontes. A diferença encontrada para a utilização de conhecimento prévio e experiência do profissional e de fontes secundárias e primárias na elaboração

das respostas sugere uma maior complexidade para as consultas encaminhadas ao CIM-RS.

MONITORIZAÇÃO DO USO DE ANTIMICROBIANOS PELO PROGRAMA DE FARMACOVIGILÂNCIA. Amazarray, C.R., Valente, S., Vanacor, R., Martinbiancho, J.K., Jacoby, T.S.,

Santos, D.C., Zuckermann, J., Mahmud, S.D.P. Serviço de Farmácia - Unidade de Assistência Farmacêutica. HCPA.

Fundamentação: a implantação do Programa de Farmacovigilância da Unidade de Assistência Farmacêutica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) busca identificar e avaliar questões relacionadas à utilização de medicamentos para promover o uso seguro e efetivo dos mesmos.

Objetivos: acompanhar e monitorar o uso de Vancomicina devido à relevância clínica causada pela sua utilização inadequada e detectar a incidência de possíveis reações adversas a medicamentos (RAM) relacionadas ao uso desse e outros antimicrobianos.

Casuística: foram acompanhados prontuários de pacientes em uso de vancomicina durante o período de maio à agosto de 2002. A coleta de dados foi realizada através de busca ativa nas unidades de internação clínica, cirúrgica e tratamento intensivo utilizando instrumento própio para coleta contendo informações pertinentes para a posterior análise de RAM, tais como intercorrências, controle de temperatura, medicamentos administrados ao paciente e acompanhamento farmacoterapêutico. As suspeitas de RAM foram classificadas pelo algoritmo de Naranjo, de acordo com a causalidade em definida, provável, possível e duvidosa.

Resultados: dos 111 prontuários acompanhados, a incidência de RAMs relacionadas a antimicrobianos foi de 16,2% (18).

Destas, 38,9% (7) foram associadas à vancomicina, 16,7%(3) à ciprofloxacina e 44,4% (8) a outros antimicrobianos. As reações adversas mais freqüentes foram dermatológicas (68,75%), seguidas de outras menos freqüentes como neutropenia, hepatotoxicidade, diarréia, febre, tremores, hipotensão e dor de garganta. Quanto à causalidade, as RAMs foram classificadas em prováveis, 61,1%(11); possíveis, 27,8% (5); definidas,5,5%

(1) e duvidosas 5,5%(1).

Conclusões: os dados encontrados estão de acordo com a bibliografia. Estes resultados mostram a importância da monitorização do uso de antimicrobianos, especialmente à Vancomicina, em ambiente hospitalar, tendo em vista o alto percentual de RAMs relacionado à sua utilização. Esse estudo também contribuiu para a orientação e informação dos profissionais da saúde sobre os cuidados com a utilização de medicamentos, permitindo uma maior eficácia e segurança da antibioticoterapia.

RESULTADOS DA IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA DE FARMACOVIGILÂNCIA. Martinbiancho, J.K., Jacoby, T.,

Santos, D.C., Valente, R.S., Zuckermann, J., Mahmud, S.D.P., Vanacor, R., Amazarray, C.R. Serviço de Farmácia -

Unidade de Assistência Farmacêutica. HCPA.

Fundamentação: a ocorrência de reações adversas com o uso de medicamentos em pacientes hospitalizados é bastante freqüente, alguns estudos identificam uma taxa de 20 a 30% de ocorrência de efeitos indesejáveis. A Unidade de Assistência Farmacêutica do Serviço de Farmácia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) implantou, recentemente, o Programa de Farmacovigilância do HCPA, cuja meta é detectar e avaliar reações adversas a medicamentos (RAM) e queixas técnicas, bem como a prevenção de RAM por meio de protocolos assistenciais.

Objetivos: o objetivo do presente trabalho é apresentar os resultados da atuação durante o período de maio a julho de 2002, após a implantação do Programa.

Casuística: os métodos utilizados pelo Programa para detecção de reações adversas e queixas técnicas foram a Busca Ativa e a Notificação Espontânea. Na Busca Ativa foram acompanhados pacientes em uso de Vancomicina e Digoxina, que foram selecionados pela equipe de Farmacovigilância e Comissão de Medicamentos. Foram analisados 229 prontuários de pacientes internados em unidades clínicas, cirúrgicas e de tratamento intensivo. Para as Notificações Espontâneas foi realizado trabalho prévio de sensibilização afim de divulgar o programa e orientar de que forma as notificações deveriam ser preenchidas caso houvesse suspeita de RAM ou desvio de qualidade dos medicamentos. As reações adversas foram classificadas de acordo com a causalidade como definida, provável, possível e duvidosa através do algoritmo de Naranjo e as queixas técnicas seguiram rotinas próprias do hospital, como notificação à ANVISA e ao fabricante e análise do produto por laboratório oficial.

Resultados: na Busca Ativa foram analisados 229 prontuários e detectadas 20 reações adversas, representando 9% de RAM. Durante esse período, 6.143 pacientes internaram no HCPA e foram notificadas 23 suspeitas de RAM correspondendo a 0,4% do total de pacientes. Das 43 reações adversas analisadas, 42% foram classificadas como prováveis e 44% como possíveis, sendo 59% relacionadas a agentes antiinfecciosos. sendo que 46% com antibióticos, tendo a Vancomicina representado 32% desse total. As reações mais freqüentes foram dermatológicas (42%) e no SNC (24%). Foram recebidas 19 notificações envolvendo queixas técnicas, 41% relacionadas à embalagem e rótulo e 18% à falta de eficácia terapêutica, sendo os enfermeiros responsáveis por 43% das notificações.

Conclusões: os dados mostram que a Busca Ativa se mostrou mais efetiva na detecção de RAM do que a Notificação Espontânea. A partir desses resultados fica claro

que devemos estimular as Notificações Espontâneas de reações adversas a medicamentos e queixas técnicas. A adesão dos profissionais aprimora a qualidade assistencial, reduz a incidência de eventos indesejáveis através de uma melhor atenção ao paciente e promove melhor integração entre as equipes da área da saúde

ADMINISTRANDO ROTINAS CRÍTICAS EM UMA FARMÁCIA HOSPITALAR INDUSTRIAL - A PERSPECTIVA DA EQUIPE DE CONTROLE DE INFECÇÃO. Seligman, B.G.S., Kuchenbecker,

R.S., Jacoby, T., Kuplich, N.M., Torriani, M., Machado, A.R.L. Comissão de Controle de Infecção Hospitalar/HCPA.

Fundamentação: um serviço de farmácia hospitalar deve estar constantemente atento à riscos potenciais de contaminação. Programas de garantia de qualidade na farmácia industrial permitem a detecção inicial de falhas em técnicas, prevenindo indiretamente doenças epidêmicas em pacientes.

Dessa forma, a administração sistemática de rotinas críticas reduz riscos de contaminação microbiológica.

Objetivos: descrever a implementação de uma sistemática de vigilância microbiológica em uma farmácia hospitalar semi- industrial.

Casuística: a farmácia hospitalar semi-industrial está localizada no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), um hospital universitário terciário, com 722 leitos e 5 unidades de tratamento intensivo. O sistema de vigilância microbiológica confirmou a presença de contaminação bacteriana na produção dos detergentes em junho de 2001. Uma equipe multidisciplinar de controle de infecção promoveu uma investigação a fim de determinar falhas nas rotinas de produção na farmácia. De um total de 73 testes envolvendo todas as fases do processo de produção (equipamentos, fluxo de produção, matérias-primas e produtos finais), 33 (45%) apresentaram resultados positivos para a presença de microorganismos como Enterobacter sp., Klebsiella sp., e bactérias gram-negativas não fermentadoras.

Definidas as rotinas críticas básicas foram implementadas melhorias na infra-estrutura, no planejamento, na formulação dos detergentes, a vigilância microbiológica das matérias-primas e realizado treinamento específico para os funcionários.

Resultados: depois da implementação das medidas não foi observado nenhum crescimento bacteriano em todas as amostras microbiológicas testadas desde setembro de 2001 até julho de 2002, e desde dezembro de 2001 nenhum novo surto epidêmico foi observado.

Conclusões: o plano desenvolvido pela equipe de controle de infecção apontou para a importância de acompanhar e detectar falhas nas rotinas críticas desta área. Faz-se necessário estabelecer um plano de vigilância permanente dos processos utilizados na Farmácia Industrial, a fim de garantir a qualidade dos insumos dispensados a comunidade hospitalar.

No documento Funda o onom stico (páginas 120-123)